Assista a “O 1º discurso de Lula como presidente eleito” no YouTube

Graças a Deus e as forças do Universo o Brasil volta a ter esperança!

SEM MEDO DE SER FELIZ! ❤️❤️❤️❤️❤️❤️

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Assista a “Cazuza – Brasil (Ao vivo em 1987)” no YouTube

BRASIL🇧🇷

Não me convidaram
Pra esta festa pobre
Que os homens armaram
Pra me convencer
A pagar sem ver
Toda essa droga
Que já vem malhada
Antes de eu nascer

Não me ofereceram
Nem um cigarro
Fiquei na porta
Estacionando os carros
Não me elegeram
Chefe de nada
O meu cartão de crédito
É uma navalha

Brasil
Mostra tua cara
Quero ver quem paga
Pra gente ficar assim
Brasil
Qual é o teu negócio
O nome do teu sócio
Confia em mim

Não me convidaram
Pra esta festa pobre
Que os homens armaram
Pra me convencer
A pagar sem ver
Toda essa droga
Que já vem malhada
Antes de eu nascer

Não me sortearam
A garota do Fantástico
Não me subornaram
Será que é o meu fim
Ver TV a cores
Na taba de um índio
Programada
Prá só dizer sim, sim

Brasil
Mostra a tua cara
Quero ver quem paga
Pra gente ficar assim
Brasil
Qual é o teu negócio
O nome do teu sócio
Confia em mim

Grande pátria
Desimportante
Em nenhum instante
Eu vou te trair
Não, não vou te trair

Brasil
Mostra a tua cara
Quero ver quem paga
Pra gente ficar assim
Brasil
Qual é o teu negócio
O nome do teu sócio
Confia em mim

Brasil
Mostra a tua cara
Quero ver quem paga
Pra gente ficar assim
Brasil
Qual é o teu negócio
O nome do teu sócio
Confia em mim

Confia em mim

🇧🇷


BrasilFonte: Musixmatch

Compositores: N. Romero / Cazuza / G. Israel

Letra de Brasil © Agn-producoes Empreendimentos E Participacoes

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Brasil campeão mundial do agronegócio: com a fome batendo na porta ou dentro de casa

Quem não vive de olhos fechados para a realidade já tem a perfeita noção de que a fome transbordou para fora dos seus redutos tradicionais das áreas rurais mais pobres da região Nordeste para alcançar todo o território nacional. Agora, o II Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da COVID-19 no Brasil […]

Brasil campeão mundial do agronegócio: com a fome batendo na porta ou dentro de casa

publicado em blog do pedlowski

É tempo de azeite para os brasileiros!

Por Diogo Sponchiato

Elas estampam passagens da mitologia greco-romana e da Bíblia judaico-cristã. Dominam há séculos as paisagens de Portugal e da Andaluzia, na Espanha. Acompanharam o auge e o declínio das civilizações às margens do Mar Mediterrâneo. Não há como falar da história do Velho Mundo sem citar ou visualizar as oliveiras. Mas já faz um tempo que essas árvores não estão mais confinadas a esse pedaço do planeta. Agora se esparramam por terras brasileiras nas montanhas da Serra da Mantiqueira, entre Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, pelo solo gaúcho e onde mais o clima ajudar. A safra nacional deste ano surpreende em números e pelas características dos frutos. Deles brotam óleos premiados em concursos e reconhecidos no exterior. O Brasil, quem diria, entrou na rota do azeite de oliva. O engenheiro-agrônomo Pedro Henrique Abreu Moura, da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), enumera alguns fatores que contribuem para esse êxito recente: “Além das ondas de frio no inverno de 2021, que é condição importante para o florescimento, hoje temos mais plantas entrando em idade produtiva”. Logo, o que foi semeado na década passada começou a frutificar. Se, de um lado, a natureza deu uma forcinha, do outro existe o empenho dos cientistas para dotar os olivais do que eles chamam de “pacote tecnológico”. “Isso engloba desde o manejo no campo até a maneira como se extrai o óleo, com aperfeiçoamento de técnicas e uso de maquinário moderno”, explica Luiz Fernando de Oliveira, coordenador do Programa Estadual de Pesquisa em Olivicultura da Epamig.

A safra de oliveiras está em alta no país. E os estudos não param de confirmar os efeitos de seu maior derivado, o óleo, em prol da saúde

É tempo de azeite para os brasileiros!

publicado em Veja saúde

Nossas crianças coletivo — Existe Guarani em São Paulo

“…o Brasil sempre foi, ainda é, um moinho de gastar gentes. Construímo-nos queimando milhões de índios. Depois, queimamos milhões de negros. Atualmente, estamos queimando, desgastando milhões de mestiços brasileiros, na produção não do que eles consomem, mas do que dá lucro às classes empresariais.” Darcy Ribeiro – Arildo Dias – Papo de homem De lá […] […]

Nossas crianças coletivo — Existe Guarani em São Paulo

publicado em Bárbara Crane Navarro

Menos exercício e vegetais, mais depressão: a vida brasileira na pandemia

A saúde e os hábitos dos brasileiros pioraram na pandemia de Covid-19, elevando o risco de doenças crônicas como diabetescâncerobesidade e hipertensão. É o que revela a nova pesquisa Covitel, que ouviu por telefone 9 mil brasileiros de todas as regiões do país.  O levantamento foi desenvolvido pela Vital Strategies e pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel), com apoio da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco). Os participantes foram questionados sobre seu estilo de vida e doenças em dois momentos: antes da pandemia e no primeiro trimestre de 2022.  Entre os principais achados, um aumento de 91% na porcentagem de brasileiros que avaliam mal a própria saúde e de 41% no diagnóstico de depressão. Além disso, menos de 40% das pessoas relataram comer verduras e legumes periodicamente (queda de 12% em relação ao período pré-pandêmico) e 52% estão acima do peso.  [abril-whatsapp][/abril-whatsapp] “O Covitel mostrou que a pandemia atrapalhou o enfrentamento das doenças crônicas não transmissíveis no Brasil, aumentando alguns comportamentos de risco, como a inatividade física”, reforçou em comunicado à imprensa o epidemiologista Pedro Hallal, professor da UFPel e um dos coordenadores da pesquisa. 

Hábitos alimentares 

Além dos legumes e verduras, as frutas também deram uma sumida do cardápio dos brasileiros. Antes da pandemia, 43% dos respondentes comiam regularmente. Agora, o número está em 38%. O ideal, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), é comer cinco porções de vegetais ao dia para prevenir doenças e ter mais qualidade de vida. + Leia também:A conta certa de vegetais por dia para você ter mais saúde A alta no preço dos alimentos e a crise econômica podem explicar essa mudança. Tanto que apenas 27% das pessoas que não estão trabalhando relataram ingerir regularmente legumes e verduras, ante 43% dos empregados.  Por outro lado, o consumo de bebidas açucaradas, como refrigerantes e sucos artificiais, cinco ou mais vezes na semana caiu de 22 para 17%. Uma boa notícia, já que a categoria é uma das mais associadas ao excesso de peso, que foi relatado por mais da metade dos participantes.  A obesidade atinge 21% da amostra, porcentagem condizente com a prevalência estimada da doença no país.

Nova pesquisa investiga como os hábitos e o estado de saúde de milhares de pessoas mudaram com a chegada do coronavírus

Menos exercício e vegetais, mais depressão: a vida brasileira na pandemia

publicado em Veja saúde

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