Pode faltar energia solar no Brasil? Crise global de suprimentos é ameaça

O Brasil passou pelo seu pior período de chuvas em 2021, levando o país a enfrentar a crise hídrica mais intensa em nove décadas. A diminuição do nível dos reservatórios das hidrelétricas, que corresponde por 70% da matriz energética brasileira, impactou o setor de geração de energia. Em meio à escassez da oferta e ao encarecimento do serviço, vem crescendo a procura por energia solar, mas esse sistema também está em perigo. Empresas do setor alertam que a crise global de suprimentos já chegou aos equipamentos usados para a geração de energia solar. Se as cadeias de produção não voltarem ao equilíbrio no próximo ano, tudo indica que pode causar até a faltar dessa fonte de energia. Os projetos em andamento não serão concluídos e novos não poderão sequer ser iniciados.

As fabricantes desses equipamentos enfrentam um desabastecimento de painéis fotovoltaicos. O mercado brasileiro é atendido majoritariamente pela China — tanto pela indústria local, quanto pelas empresas europeias e americanas de painéis que estão baseadas no país asiático, aproveitando um momento em que os chineses passaram a assumir um forte comprometimento com as questões ambientais, reduzindo a produção de suas fábricas abastecidas a carvão. Como consequência, os principais fabricantes do país têm retido grande parte da produção de painéis para o mercado interno para auxiliar a transição energética que acontece por lá.

O problema adiciona mais um sobrecarga sobre os desequilíbrios na oferta e demanda causados pela pandemia, que vem gerando imensos gargalos na produção e na logística, com portos abarrotados e aumento de 30 a 40 dias para o transporte da mercadoria. O cenário tem gerado desabastecimento em diversos setores, inclusive na indústria de energia solar. “Um dos pontos chaves de sucesso desse mercado é ter a cadeia de suprimentos bem estruturada e planejada, mas atualmente a dificuldade é ter isso sob controle”, diz Alexandre Sathler, gestor de planejamento estratégico e inteligência de mercado da Cordeiro Soluções em Energia.

Adicionado a isso, a indústria também tem enfrentado outro desafio: a escassez do silício, principal matéria-prima para a fabricação dos painéis, que já fez aumentar em 20% o preço da energia solar.  “O mercado passa por vários desafios, que estão na oferta”, diz Sathler.

Indústria está à beira de um colapso com desequilíbrios na oferta, aliados à alta demanda requerida pela transição energética

Pode faltar energia solar no Brasil? Crise global de suprimentos é ameaça

publicado originalmente em Veja

Dificuldade…por Sêneca

“Muitas coisas não ousamos empreender por parecerem difíceis; entretanto, são difíceis porque não ousamos empreendê-las.”

🍀Sêneca

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Assista a “DESCONTRUÍNDO O BOLSONARISMO! VOCÊ REALMENTE SEGUE A CRISTO?” no YouTube

Jesus Cristo foi e é um dos Grandes Mestres que já passou por aqui.

Uma lástima pessoas sem conhecimento e sem vontade de aprender, usarem seu nome e seu legado de forma tão vil.

Uma aula de história com Professor Jota!

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Assista a “MAFALDA, CHARLIE BROWN E UMBERTO ECO #meteoro doc” no YouTube

O que pode haver de comum entre Mafalda, Charlie Brown e Umberto Eco?

Meteoro Brasil aqui!

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Telas destruídas de Klimt são resgatadas com a ajuda da tecnologia

Pouco antes do fim da II Guerra, uma divisão blindada do Exército alemão estava estacionada no Castelo Immendorf, na Áustria. Desde 1942, o local abrigava uma variedade de obras de arte confiscadas pelos nazistas ao longo do conflito. Da coleção, faziam parte telas do pintor austríaco Gustav Klimt (1862-1916), três delas comissionadas pelo governo de seu país no fim do século XIX. Acuados pelo Exército Vermelho que se aproximava, os soldados transformaram o prédio em uma grande armadilha, com bombas incendiárias armadas para disparar quando os soviéticos chegassem. Em 8 de maio de 1945, dia da derrocada de Hitler, o castelo foi tomado por chamas e tudo que estava em seu interior destruído, inclusive, é claro, o trio de exuberantes e ousadas pinturas de Klimt, das quais restaram apenas fotografias em preto e branco feitas em 1900 por Moritz Nähr. Graças a uma aliança entre a história da arte e a tecnologia, foi possível, agora, restaurar as supostas cores originais.

‘MEDICINA’ – O pintor escolheu uma composição assimétrica. Na metade direita, o fluxo da vida. Do outro lado, uma névoa de luz envolve uma mulher. Predominam os nus e, na versão digital, o dourado, o vermelho e o azul –

A origem das chamadas Pinturas das Faculdades remonta a 1894, quando Klimt e o pintor Franz Matsch receberam do Ministério da Educação da Áustria uma encomenda para o salão de festivais da Universidade de Viena. Cinco telas foram planejadas, uma peça central e representações das quatro principais faculdades vienenses — daí o nome dado a elas. Matsch faria a principal e a de Religião, e Klimt ficaria com as representações de Filosofia, Medicina e Jurisprudência. Quatro anos depois, ao exibi-las em exposições independentes de seu grupo artístico reformista, o artista chamou a atenção para suas alegorias exuberantes, coloridas e cheias de simbolismo das disciplinas ensinadas nos cursos superiores. E também atraiu a ira dos setores mais conservadores da sociedade, o que fez o pintor, contrariado com a incompreensão de sua arte, arrecadar junto a mecenas e apoiadores o valor que havia recebido do governo de modo a recomprá-las.

Com a aliança entre a história da arte e novas técnicas, foi possível, agora, restaurar as supostas cores originais das obras

Telas destruídas de Klimt são resgatadas com a ajuda da tecnologia

publicado originalmente em Veja

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Sério e preocupante…

Por mais cascas e menos caixas!!!!

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No Turcomenistão, os resultados positivos de Covid-19 são jogados no lixo

Desde o início da pandemia, todos os países reportam seus casos de Covid-19 à Organização Mundial da Saúde (OMS), que reúne os dados diariamente em um mapa interativo. Quanto mais escuro estiver o país, mais casos ele tem. Mas duas manchas amarelas chamam a atenção no mapa: Turcomenistão e Coreia do Norte. Nenhum dos dois reportou qualquer caso à organização internacional.

Com exceção de algumas ilhas do Pacífico (que estão com as fronteiras fechadas desde abril de 2020), esses são os únicos países que dizem não ter registrado nenhum caso de Covid-19 desde o início da pandemia.

Não é coincidência que eles também possuam os regimes totalitários mais fechados do mundo. No ranking mundial que mede a liberdade de imprensa, realizado anualmente pela ONG Repórteres Sem Fronteiras, por exemplo, Coreia do Norte e Turcomenistão aparecem em penúltimo e antepenúltimo lugar, respectivamente. Só perdem para Eritreia, uma ditadura no nordeste africano.

O país é um dos poucos sem casos registrados desde o início da pandemia. Conversamos com um jornalista turcomano para entender a rotina de um dos regimes mais fechados do mundo.

No Turcomenistão, os resultados positivos de Covid-19 são jogados no lixo

publicado originalmente em superinteressante

Como funciona um projetor de cinema digital?

Arco-íris completo

Emitida por uma lâmpada xênon ou um laser fósforo (nos aparelhos mais modernos), a luz é condensada por uma lente específica. Aí, atravessa um filtro com, no mínimo, as cores verde, vermelho e azul, que lhe permite reproduzir até 16,7 milhões de tons. Nos projetores top de linha, a tecnologia BrilliantColor adiciona as cores amarela, ciano e magenta. A vantagem do laser é que ele corrige o contraste nas cenas mais escuras. No xênon, o preto fica meio “desbotado”, puxando para cinza e azul.

Liga-Desliga

A luz então segue para uma lente de modelagem e para o Digital Micromirror Device (DMD). Trata-se de um semicondutor com mais de 2 milhões de espelhos microscópicos que podem ser movimentados entre as posições “on” e “off”, milhares de vezes por segundo. Cada espelho criará um pixel (a menor unidade de luz que compõe uma imagem) na telona.

Espelho mágico

Arquivos digitais são compostos de bits, que, por sua vez, são compostos de 1 e 0 na linguagem binária usada pelos computadores. Cada bit determinará a posição de um espelho: 1 é “ligado” e 0 é “desligado”. Quanto mais estiverem ligados, mais claro será o tom do pixel. Se a posição “off” for mais frequente, o pixel será mais escuro.

Gente grande

Por fim, a refração do DMD vai, então, em direção à última lente: a de projeção. Ela serve para dar uma resolução ainda maior à imagem. Isso permite que o filme seja reproduzido naquele tamanho gigantesco da telona do cinema, mas sem perder qualidade na nitidez

O arquivo do filme é transformado em luz, que passa por um filtro que lhe permite reproduzir até 16,7 milhões de tons.

Como funciona um projetor de cinema digital?

publicado originalmente em superinteressante

Assista a “Limites do corpo e da mente e Libertação | Monja Coen | Palestra #15 | Zen Budismo” no YouTube

Um sábado mais iluminado para todos nós.

Monja Coen aqui!

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Política…por Voltaire

“Encontrou-se, em boa política, o segredo de fazer morrer de fome aqueles que, cultivando a terra, fazem viver os outros.”

🌻Voltaire

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