Qual país tem a internet mais rápida do mundo?

Você já deve ter medido a saúde de sua conexão em sites como o Speedtest. Saiba, então, que ele reúne esses dados para apurar a velocidade média da banda larga em cada país. Veja aqui os líderes desse ranking global – e a posição em que o Brasil aparece.

O site Speedtest reúne dados para apurar a velocidade média de banda larga em cada país. Saiba quem são os top 20 – e qual posição o Brasil ocupa.

Qual país tem a internet mais rápida do mundo?

publicado originalmente em superinteressante

A Corrente do Golfo pede socorro

Uma corrente oceânica que vai do Atlântico Sul até o Ártico começa a perder força. Cientistas alertam o governo americano, mas não são ouvidos. Isso só acontece quando ela finalmente para de circular, desencadeando uma série de fenômenos climáticos extremos: furacões varrem os EUA, um tsunâmi inunda Nova York e uma nova era glacial torna o país inabitável, com a população tendo de fugir para o México. Eis o enredo do filme O Dia Depois de Amanhã, um blockbuster de 2004 dirigido pelo alemão Roland Emmerich. Ele é um festival de exageros e coisas puramente ficcionais, bem ao estilo do chamado “cinema catástrofe” – Emmerich, um expoente do gênero, já havia dirigido Independence Day (1996) e Godzilla (1998).

Mas, ao contrário deles, O Dia tem algum fundamento científico. Tanto que o oceanógrafo Moacyr Araújo, professor e vice-reitor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), imediatamente se lembra do filme ao ser perguntado sobre a Corrente do Golfo. “Apesar de se tratar de uma obra de ficção, é bom lembrar que a AMOC está no seu ponto mais fraco em mais de um milênio”, diz. AMOC é a sigla em inglês para “Circulação de Revolvimento Meridional do Atlântico”, o nome técnico da Corrente do Golfo: um fluxo monstruoso, que tem 100 km de largura e desloca inacreditáveis 110 bilhões de litros de água por segundo – isso é 500 vezes a vazão do Rio Amazonas, ou mais do que todos os rios do planeta somados.

A corrente se forma no Golfo do México e sobe pelo litoral dos EUA levando água quente, para então atravessar o Atlântico e se dividir em duas: uma parte banha a Europa, enquanto a outra vai até a Groenlândia e o Oceano Ártico. Ela é um grande mecanismo de distribuição de calor, diretamente responsável pela regulação do clima na Terra – inclusive porque funciona conectada a outros fluxos oceânicos [veja gráfico abaixo]. Se a Corrente do Golfo deixasse de existir, o mar avançaria sobre a costa da América do Norte, e a Europa ficaria mais fria e sujeita a grandes tempestades. Mas não só isso: Índia, África e América do Sul receberiam menos chuva, comprometendo sua produção agrícola.

Ela nasce no México e atravessa o Oceano Atlântico carregando 110 bilhões de litros de água – mais do que todos os rios do mundo somados. Leva calor para a Europa e regula as chuvas na América do Sul. Mas novos estudos revelam que a corrente vem perdendo intensidade e alcançou o ponto mais fraco em 1.600 anos. Veja por que isso está ocorrendo – e o que pode acontecer se ela parar.

A Corrente do Golfo pede socorro

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Assista a “Caetano Veloso, Maria Gadú – O Leãozinho” no YouTube

🦁O Leãozinho

Gosto muito de te ver, leãozinho
Caminhando sob o sol
Gosto muito de você, leãozinho
Para desentristecer, leãozinho
O meu coração tão só
Basta eu encontrar você no caminho

Um filhote de leão, raio da manhã
Arrastando o meu olhar como um ímã
O meu coração é o sol, pai de toda cor
Quando ele lhe doura a pele ao léo

Gosto de te ver ao sol, leãozinho
De ter ver entrar no mar
Tua pele, tua luz, tua juba
Gosto de ficar ao sol, leãozinho
De molhar minha juba
De estar perto de você e entrar numa

Um filhote de leão, raio da manhã
Arrastando o meu olhar como um ímã
O meu coração é o sol, pai de toda cor
Quando ele lhe doura a pele ao léu

Gosto de te ver ao sol, leãozinho
De ter ver entrar no mar
Tua pele, tua luz, tua juba
Gosto de ficar ao sol, leãozinho
De molhar minha juba
De estar perto de você e entrar numa

🦁Fonte: LyricFind

Compositores: Caetano Emmanuel Viana Teles Veloso

Letra de O Leãozinho © Warner Chappell Music, Inc, Sony/ATV Music Publishing LLC

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Criação…por Albert Einstein

“A personalidade criadora deve pensar e julgar por si mesma, porque o progresso moral da sociedade depende exclusivamente da sua independência.”

🦋Albert Einstein

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Beríngia: o verdadeiro continente perdido

Dá para ir dos Estados Unidos até a Rússia andando. Apenas 3,8 quilômetros separam a ilha Diomedes Menor, no Alasca, da ilha Diomedes Maior, na Sibéria. O mar entre os dois pedaços de terra congela durante o inverno, o que possibilitaria uma travessia a pé. A diferença de fuso horário é de 22 horas, mas daria para passar de um lado ao outro em 22 minutos.

A proximidade entre os dois países não é só uma curiosidade para contar na mesa de bar: sem ela, provavelmente não haveria ocupação humana na América antes da colonização europeia. As populações inuíte, maia ou tupi jamais teriam desenvolvido cultura e civilizações complexas – porque esses grupos étnicos não existiriam.

Hoje, o trecho que vai do leste da Sibéria ao oeste do Alasca é conhecido como Estreito de Bering – famoso por ser o caminho que os humanos usaram para atravessar da Ásia à América. O mar é relativamente raso, então basta que o nível da água abaixe algumas dezenas de metros para que o fundo oceânico apareça na superfície. Isso acontece de tempos em tempos ao longo da história geológica do planeta. Nesses momentos, forma-se nos arredores do Estreito de Bering uma bela massa continental, com 1,6 milhão de km². Os geólogos chamam essa região intermitente de Beríngia. Sua última edição terminou há 11,7 mil anos.

Antes de entrar na América, os primeiros humanos viveram por milhares de anos isolados na imensa ponte de terra que cobria o Estreito de Bering – uma região hoje submersa. Conheça a jornada de povoamento do nosso continente.

Beríngia: o verdadeiro continente perdido

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Pessoas com “síndrome do impostor” são mais empáticas no trabalho, diz estudo

O termo “síndrome do impostor” foi utilizado pela primeira vez em 1978 pelas psicólogas Pauline Clance e Suzanne Imes. As pesquisadoras da Universidade do Estado da Geórgia, nos EUA, estavam investigando mulheres com carreiras ilustres que não se sentiam tão notáveis assim. Na verdade, elas achavam que haviam conquistado suas posições por sorte, e não mérito.

Mulheres e outros grupos minoritários são os mais afetados pela chamada síndrome do impostor, nome dado àquele sentimento de que você não merece estar no cargo que ocupa, ou não merece o reconhecimento recebido. Apesar de ser mais predominante em alguns grupos específicos, o problema afeta todos os tipos de pessoas e pode estar associado a ansiedade e baixa autoestima.

Porém, uma psicóloga do MIT Sloan School of Management, nos EUA, encontrou um lado bom por trás desse sentimento tão negativo. 

Estudo mostra que, para compensar o sentimento de fraude, estes funcionários acabam sendo mais simpáticos e colaborativos no ambiente profissional.

Pessoas com “síndrome do impostor” são mais empáticas no trabalho, diz estudo

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Assista a “A MÍSTICA MEDIEVAL QUE CONFRONTOU A INQUISIÇÃO:  Marguerite Porete – Lúcia Helena da Nova Acrópole” no YouTube

Uma aula muito interessante com a querida Professora Lúcia Helena Galvão, vamos conhecer a história de Marguerite Porete , uma mulher à frente do seu tempo.

Nova Acrópole aqui!

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Otimismo …por Helen Keller

“O otimismo é a fé em ação. Nada se pode levar a efeito sem otimismo.”

🦋Helen Keller

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Assista a “Refugiados constroem Muralha Verde” no YouTube

Iniciativa maravilhosa, coisas assim nos dão esperança no dia a dia.

Supren aqui!

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Pesquisadores identificam 23 sintomas associados ao câncer de pâncreas

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o tumor de pâncreas apresenta alta taxa de mortalidade porque, além de ter um comportamento agressivo, é de difícil detecção. Assim, muita gente descobre a doença em estágio tardio.

Uma pesquisa apresentada recentemente durante uma conferência do Instituto Nacional de Pesquisa sobre Câncer do Reino Unido, o NCRI Festival, pode mudar um pouco esse panorama. Pelo menos essa é a expectativa dos cientistas da Universidade Oxford, que assinam o trabalho.

“É possível diagnosticar as pessoas quando elas visitam seu médico de família, mas tanto os pacientes quanto os médicos precisam estar cientes dos sintomas associados ao câncer de pâncreas”, disse Weiqi Liao, um dos autores da análise, em comunicado divulgado pelo NCRI.

Usando um banco de dados eletrônico, ele e seus colegas selecionaram 24 236 pacientes diagnosticados com câncer de pâncreas na Inglaterra entre 2000 e 2017. A partir daí, os experts analisaram os sintomas de todo esse pessoal em vários momentos antes de receberem a confirmação do tumor e compararam com queixas de outros indivíduos que não apresentaram a doença.

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De acordo com o comunicado, o amarelamento da pele (também conhecido como icterícia) e um sangramento no estômago ou intestino foram os dois sintomas mais graves ligados ao diagnóstico do adenocarcinoma ductal (o tipo mais comum de câncer pancreático) e também de uma forma mais rara da doença. Fora isso, os cientistas descreveram dois sinais previamente desconhecidos: sede e urina escura.

Apresentados recentemente durante uma conferência, esses sinais podem ajudar médicos e pacientes a desconfiarem da doença mais cedo

Pesquisadores identificam 23 sintomas associados ao câncer de pâncreas

publicado originalmente em Veja saúde