A anatomia dos vícios: por que eles surgem e como domá-los

O dia em que a Terra (quase) parou. Assim pode ser descrito o 4 de outubro de 2021. Em plena segunda-feira, 2,85 bilhões de usuários do Facebook não conseguiram acessar a maior rede social do planeta. Não foram os únicos: 2 bilhões de perfis do WhatsApp, o aplicativo de mensagens mais usado pelos brasileiros, e 1,3 bilhão do Instagram também ficaram impossibilitados de se comunicar, trabalhar ou se divertir.

O apagão durou quase sete horas. Mas, para quem sofre de dependência tecnológica, transtorno que atinge, segundo cálculos da Organização Mundial da Saúde (OMS), em torno de 468 milhões de pessoas, pareceu uma eternidade. “Dizem que a internet é a nova cocaína. Prefiro dizer que é uma nova forma de prazer artificial”, afirma o psiquiatra Antônio Egídio Nardi, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

“A sensação de ganhar uma curtida na rede social é tão boa que leva o indivíduo a querer mais. Daí que ganhar likes pode ser tão viciante quanto consumir drogas”, completa o pesquisador do Instituto Delete — Uso Consciente de Tecnologias.

A pane que tirou as principais redes sociais do ar não foi o único golpe a arranhá-las. No dia seguinte, uma ex-executiva do Facebook, Frances Haugen, prestou depoimento ao Senado americano denunciando a companhia por priorizar “o lucro em detrimento da segurança”. A engenheira da computação chegou a comparar a gigante da tecnologia à indústria do tabaco, que, por décadas, negou que fumar fazia mal à saúde, e apelou por sua regulamentação urgente.

Sua fala ecoa diretamente a de Edward Tufte, professor da Universidade Yale, nos EUA, em entrevista ao documentário O Dilema das Redes, da Netflix: “Existem apenas duas indústrias que chamam seus clientes de usuários, a de drogas e a de softwares”.

Dependência online, compulsão alimentar, vontade incontrolável de beber, fumar, comprar… Os vícios parecem ter piorado após a pandemia. O que fazer?

A anatomia dos vícios: por que eles surgem e como domá-los

publicado originalmente em Veja saúde

Assista a “ESSE BOLO PÃO DE MEL VAI TE SURPREENDER DE TÃO FÁCIL E DELICIOSO! FOFINHO E RÁPIDO – Isamara Amâncio” no YouTube

Chocolate e mel…quem nunca?

Um bolo para deixar a dieta de lado. Tragam um cafezinho!

Isamara Amâncio aqui!

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Assista a “FRATERNIDADE: Sobre como forjar laços e quebrar barreiras – Lúcia Helena Galvão da Nova Acrópole.” no YouTube

Começando o dia com questionamentos e descobertas, não é uma dádiva?

Professora Lúcia Helena Galvão, uma mestra e tanto.

Nova Acrópole aqui!

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Metamorfose…por Rubem Alves

“A alma é uma borboleta…
há um instante em que uma voz nos diz que chegou o momento de uma grande metamorfose…”

🦋Rubem Alves

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Exército dos EUA testa droga antienvelhecimento

A quantidade de NAD+ vai caindo ao longo da vida, e isso contribui para a degradação dos tecidos do organismo. Logo, repor essa substância pode ajudar a frear o envelhecimento. Só que as moléculas dela são grandes demais para atravessar a membrana celular, então não adiantaria ingeri-la ou injetá-la.

Mas a MetroBiotech diz ter encontrado uma maneira de elevar a produção natural de NAD+ com sua nova droga. Ela está sendo testada pelas Forças Armadas dos EUA, que já concluíram a primeira fase de ensaios clínicos (cujo objetivo é apenas verificar se um medicamento é seguro). A Fase 2, que irá avaliar a eficácia, deverá estar concluída até setembro de 2022.

Remédio tenta aumentar o nível de uma coenzima – e passou no primeiro teste.

Exército dos EUA testa droga antienvelhecimento

publicado originalmente em superinteressante

O fim do uso de máscaras ao ar livre – e as possíveis consequências disso

Sabe quando você está andando na rua e vê uma pessoa sem máscara, ou com ela pendurada no queixo, e fica horrorizado? Nas próximas semanas, vai ter cada vez mais gente sem máscara por aí. Inclusive você. A mudança começou no dia 28 de outubro, quando o Rio de Janeiro implantou uma lei dispensando o uso de máscara em locais abertos. Depois veio o Distrito Federal, onde a máscara deixou de ser obrigatória – ao ar livre, que fique claro – a partir de 3 de novembro.

Enquanto este texto era escrito, várias cidades e Estados brasileiros cogitavam medidas similares (em São Paulo, a liberação estava prevista para o começo de dezembro). A tendência é que, a partir das próximas semanas, passemos a só usar máscara em locais fechados. As autoridades dizem que tudo bem, pois a cobertura vacinal alcançou um nível razoável (na primeira semana de novembro, 54,8% dos brasileiros estavam totalmente imunizados) e os casos de Covid seguem em queda.

Elas estão deixando de ser obrigatórias em locais abertos. Isso pode gerar novos surtos de Covid no Brasil? Qual o risco individual envolvido na mudança? Veja as respostas.

O fim do uso de máscaras ao ar livre – e as possíveis consequências disso

publicado originalmente em superinteressante

6 bons documentários musicais para ver no streaming

1971: O Ano em que a Música Mudou Tudo

Onde? Apple TV+

Qual foi o ano mais importante da história da música? Com relatos e registros poderosos, a série de Asif Kapadia (diretor do documentário de 2010 sobre Ayrton Senna) faz um panorama sociopolítico de 1971 e o relaciona com o que lendas como John Lennon, Marvin Gaye, Joni Mitchell e David Bowie estavam criando na época.

This Is Pop

Para ver (e ouvir): “The Beatles: Get Back”, dirigido por Peter Jackson, chega ao Disney+ em 25 de novembro. Saiba o que assistir depois.

6 bons documentários musicais para ver no streaming

publicado originalmente em superinteressante

O mito das gerações

O embate entre millennials (nascidos entre 1981 e 1996) e jovens da geração Z, que nasceram a partir de 1997, tomou conta da internet – e de tudo quanto é conversa. Começou com uma lista inofensiva de atitudes millennials consideradas vergonhosas pelos mais novos: ser fã de Harry Potter, usar emojis (e calça skinny). A discussão saturou tão rápido, aliás, que começar um texto com ela hoje já é algo cringe (inglês abrasileirado para o termo “constrangedor”; o correto é cringe worthy).

Seja como for, o recente episódio trouxe à tona algo que há tempos está arraigado – a ideia de dividir as pessoas em caixinhas geracionais, de acordo com o ano de nascimento. Você as conhece: existem os baby boomers (1946-1964), um termo criado nos EUA para descrever aqueles que nasceram na explosão demográfica pós-Segunda Guerra (o baby boom); a geração X (1965-1980), a Y (os millennials) e a Z, dos tiktokers.

Por décadas, a divisão geracional é tratada como algo sacrossanto. Consultores a utilizam para classificar e analisar funcionários de uma empresa. Profissionais do marketing fazem pesquisas com base nela para detectar padrões de consumo. Meios de comunicação estampam as classificações geracionais em suas manchetes, na tentativa de antecipar a próxima tendência.

Millennials, X, Z. A ideia de classificar a sociedade em caixinhas geracionais ganhou aura científica. Mas trata-se de algo tão sem fundamento quanto a astrologia. Entenda por quê.

O mito das gerações

publicado originalmente em superinteressante

Assista a “Como Fazer um Bobó de Camarão BEM GOSTOSO! Bobó de Camarão Baiano!! 🍤” no YouTube

Não sei vocês, mas eu amooooo camarão…

Esse Bobó está com uma cara de delicioso que ele só!

Já pra cozinha fazer …

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Assista a “CAMARÃO DE WAGNER MOURA ABRE DEBATE MAIS IMPORTANTE DO BRASIL” no YouTube

Nunca havia me passado pela cabeça que sem-teto não pode comer camarão… muito menos que alguém se importasse com isso, a menos que fosse para fornecer esse alimento para os pobres experimentarem .

Realmente os valores e padrões sociais estão em declínio para certas pessoas …

Meteoro Brasil aqui!

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