“Entre mim e o que em mim É o quem eu me suponho Corre um rio sem fim. Passou por outras margens, Diversas mais além, Naquelas várias viagens Que todo o rio tem.
Chegou onde hoje habito A casa que hoje sou. Passa, se eu me medito; Se desperto, passou.
E quem me sinto e morre No que me liga a mim Dorme onde o rio corre — Esse rio sem fim.”
A ioga é imbatível contra o estresse relacionado ao trabalho. Essa foi a conclusão de uma meta-análise publicada no Journal of Occupational Health, que reuniu estudos comparando a prática a outras técnicas, como massagem terapêutica, relaxamento muscular progressivo e alongamento.
No estudo, foram avaliados 688 profissionais de saúde, conhecidos por estarem sob constante pressão. A massagem alcançou uma boa pontuação na tarefa de desestressar, mas nada se comparou aos ganhos proporcionados pela ioga.
Aliás, não é a primeira vez que a prática tem seus benefícios exaltados pela ciência.
“O estresse ativa o cortisol, um hormônio que deixa a gente pronto para atacar ou se defender. Há estudos que apontam a queda dos níveis dessa substância no corpo imediatamente após uma aula”, relata Deni Galdeano, instrutor e coordenador do curso de anatomia aplicada à ioga da Santa Casa de São Paulo.
A concentração é parte essencial da aula de ioga, que ajuda a desfocar dos problemas e devolve à mente um estado de paz e calma
O Australopithecus sediba foi descrito pela primeira vez em 2010 por uma equipe de pesquisadores da Universidade de Witwatersrand, em Joanesburgo. Na época, os paleontólogos envolvidos possuíam material fóssil de dois indivíduos diferentes, que foram encontrados nas cavernas de Malapa, na África do Sul.
Os pesquisadores chamaram os espécimes de Karabo e Issa, uma criança do sexo masculino e um adulto do sexo feminino. De acordo com a datação dos cientistas, ambos teriam vivido na Terra há mais ou menos dois milhões de anos. Mas aqui entra uma história curiosa: os fósseis encontrados em 2010, na verdade, haviam sido revelados por mineiros que estavam explodindo a caverna com dinamite. Os pesquisadores encontraram alguns dos ossos, mas outros ficaram presos nos blocos de pedra expelidos, que foram usados posteriormente para construir uma estrada.
Ossos recém encontrados ajudaram a reconstituir parte da coluna de um indivíduo da espécie – sugerindo que ele andava como os humanos, mas subia em árvores como os macacos.
Descobertas científicas podem vir de onde menos se espera, como o quintal da casa de alguém. Mais especificamente, a de Virendar Bhardwaj, aluno da Universidade Guru Nanak Dev, na Índia.
Virendar passou os primeiros meses da pandemia em Chamba, cidade situada na base do Himalaia, a 220 km de sua universidade. O estudante aproveitou a pausa das atividades presenciais para se dedicar à exploração dos arredores, compartilhando fotos em sua conta no Instagram, @himalayan_xplorer (“explorador do Himalaia”, em inglês).
Acontece que, entre os vários cliques de répteis, pássaros e insetos, uma foto postada em junho de 2020 despertou a atenção de cientistas. Era o registro de uma pequena cobra preta e branca, que aparece também em um vídeo, sacudindo sua língua bifurcada.
Uma simples foto feita por um estudante nos arredores de sua casa despertou a curiosidade dos cientistas. Entenda.
Mas é bom adiantar que eles estão do lado de dentro da barriga. É que nosso abdômen é a sede do intestino, e, no seu interior, você encontra as belezinhas ao lado — as criptas de Lieberkühn, em cortes transversais fotografados por microscópio. Elas ficam tanto no intestino delgado como no grosso e malham para produzir enzimas digestivas, hormônios e substâncias que defendem o território.
7 metros É o tamanho do intestino delgado, porção em que ocorre boa parte da digestão e absorção da comida.
2 metros É o comprimento do intestino grosso, local em que se concentra a microbiota e se formam as fezes.
Só que essa é uma visão interna do abdômen: microscópio exibe estruturas muito importantes no intestino
“Cada vivência, cada experiência adquirida é relevante, imprescindível e única…saboreie com gosto, guarde a sabedoria alcançada com todo amor e zelo dentro de teu coração.”