“Só quem ouve o som da cachoeira e sente o balançar das árvores ao vento. Só quem pisa a mansa relva e caminha na mata verde. Só quem vive a natureza com a alma, corpo e coração. Só quem sabe o que é o mato vai entender minha saudade, mesmo quando fico só algumas horas longe disso aqui…”
“Que eu possa, com o Divino auxílio, extrair das lições do dia a dia tudo que me é oferecido. E que, desta forma, possa levar comigo força, coragem e fé para ultrapassar o próximo obstáculo.”
A dexametasona é um corticoide que serve para tratar diferentes condições, de problemas reumáticos inflamatórios (como artrite reumatoide) a alergias. O remédio breca a inflamação ao suprimir o sistema imune e, com isso, é capaz de aliviar coceira, dor e por aí vai. Até por isso, é usado para controlar sintomas de alergias ou reações alérgicas graves. Mais recentemente, a dexametasona ganhou fama por ser incluída no tratamento de casos graves de Covid-19, após estudos mostrarem que ela reduz a mortalidade nesse cenário. Mas atenção: os efeitos colaterais desse medicamento se intensificam conforme o tempo de tratamento e a dose – por isso a receita médica e o acompanhamento profissional são indispensáveis. O princípio ativo dexametasona é produzido por diferentes farmacêuticas e tem vários nomes comerciais, como Biamotil D, Decadron e Dexason. Na forma de comprimidos, tem a versão genérica disponível nas farmácias.
O que é dexametasona?
A dexametasona faz parte da classe dos glicocorticoides (ou corticosteroides). São versões sintéticas do hormônio cortisol, produzido naturalmente pelo organismo. “Esse medicamento tem um potente efeito anti-inflamatório, antialérgico e imunossupressor. Ou seja, elimina processos inflamatórios e reduz a atividade do sistema de defesa”, explica Carolina Xaubet, farmacêutica do Centro Brasileiro de Informação sobre Medicamentos do Conselho Federal de Farmácia (Cebrim/CFF). É esse efeito que reduz sintomas como coceira e dor, além de inibir a atividade de enfermidades marcadas por um processo inflamatório ou autoimune.
Para que serve?
Age contra alergias graves do trato respiratório, como rinite alérgica e asma, principalmente às que não responderam adequadamente ao tratamento convencional
Combate inflamações e atua no alívio de sintomas de doenças reumáticas (como a artrite reumatoide), dermatológicas, oftalmológicas e dos pulmões
Ameniza náuseas e vômitos induzidos por quimioterapia em pacientes com câncer
Inibe reações alérgicas graves e seus sintomas
O corticoide tem ação anti-inflamatória, antialérgica e imunossupressora, e é usado contra a Covid-19. Veja benefícios e reações adversas da dexametasona
Quanto mais cedo acontece o diagnóstico do câncer, maiores são as chances de recuperação do paciente. Por isso, alguns cientistas trabalham para facilitar esse processo – e novas descobertas indicam que as formigas podem ser uma possibilidade promissora.
Segundo estudo realizado por Baptiste Piqueret, da Universidade de Sorbonne Paris Nord (França), e outros pesquisadores de instituições francesas, formigas da espécie Formica fusca seriam capazes de detectar o câncer de mama em humanos.
Assim como outras doenças, o câncer deixa pistas olfativas no corpo do paciente, porque as células afetadas acabam produzindo e liberando certos compostos orgânicos voláteis – que conferem odores característicos a elas.
Pesquisas anteriores já demonstraram que cachorros seriam capazes de sentir esses odores e, assim, detectar diferentes tipos de câncer a partir da pele, da respiração ou dos fluidos e secreções de alguém – sangue, urina ou suor, por exemplo.
E as formigas? Para alguns cientistas, os insetos seriam uma boa ferramenta de detecção já que são relativamente fáceis de manusear, podem ser criados em grande quantidade e treinados para reconhecer odores específicos em poucos testes.
Em experimento, os insetos distinguiram o odor da urina de camundongos saudáveis e daqueles que receberam implantes de células cancerígenas.