Injustiça e armas…por Aristóteles

“Haverá flagelo mais terrível do que a injustiça de armas na mão?”

🌹Aristóteles

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O que os números de Israel indicam sobre o futuro da pandemia

Você deve se lembrar. Em março, quando o Brasil patinava na escassez de vacinas e vivia seu pior momento da pandemia, chegando a superar 3.700 mortes diárias pelo Sars-CoV-2, o cenário em Israel era o completo oposto: líder mundial em vacinação, o país começava a abandonar as restrições sanitárias e retomar o cotidiano normal. Outras nações invejavam e tentavam copiar o êxito israelense – cujo trunfo era ter apostado na vacina da Pfizer, que viria a demonstrar 94% de eficácia, quando ela ainda estava em desenvolvimento. Mas o tempo passou, e as coisas mudaram.

O Brasil finalmente conseguiu avançar na imunização, e nossos números de casos e mortes caíram. Já em Israel, aconteceu algo diferente. A partir de julho, o número de infectados pelo coronavírus voltou a subir e não parou mais: em meados de setembro, chegou a superar 10 mil novos casos por dia, ultrapassando o pior momento da pandemia no país (que havia sido janeiro, com média diária de 8 mil novos casos). O governo divulgou dados alarmantes, indicando que a efetividade da vacina havia caído para apenas 39%, e correu para começar a aplicar uma terceira dose – primeiro nos idosos, depois nas pessoas acima de 50 anos, e por fim em toda a população. Puxa vida. Será que isso vai acabar acontecendo aqui também?

O país foi o primeiro a vacinar sua população e retomar a “vida normal”. Mas os casos de Covid voltaram a disparar por lá. Por quê? As vacinas perderam a força? Isso pode se repetir em outros lugares? Veja as respostas.

O que os números de Israel indicam sobre o futuro da pandemia

publicado originalmente em superinteressante

Arma acústica corta a fala humana

O dispositivo, que se chama AHAD (sigla em inglês para “emissão e disrupção acústica”) e foi inventado pela Marinha dos EUA, supostamente consegue impedir as pessoas de falar. Ele tem um microfone de alta sensibilidade para captar as vozes das vítimas – manifestantes em um protesto, por exemplo. O som é gravado e retransmitido de volta para elas,

duas vezes: uma imediatamente e outra com atraso de 200 milissegundos. Isso gera uma sobreposição de sons que atordoa as pessoas, impedindo que continuem falando.

O aparelho, que foi patenteado (1) pelos militares, possui outra particularidade interessante: ele também pode ser usado contra alvos individuais. Nesse cenário, a vítima seria a única a ouvir a reflexão da própria voz – pois ela é retransmitida num feixe acústico estreito, que as pessoas em volta não escutariam.

Fonte 1. Handheld acoustic hailing and disruption systems and methods. Patente US11082763B2, 2021.

Dispositivo criado pelos EUA consegue impedir que manifestantes falem ou gritem; veja como

Arma acústica corta a fala humana

publicado originalmente em superinteressante

Rato recém-nascido “enxerga” antes de abrir os olhos

Os ratos nascem de olhos fechados,  e só os abrem 12 dias depois. Mas, mesmo antes disso, suas retinas enviam impulsos elétricos para o cérebro – simulando o que o animal vai enxergar quando estiver de olhos abertos.

Foi o que descobriram pesquisadores da Universidade Yale, que analisaram a atividade neuronal de cobaias recém-nascidas (1). Para fazer isso, eles criaram ratos geneticamente modificados, cujos neurônios emitem luz na presença de sinais elétricos (essa técnica se chama optogenética, e foi desenvolvida ao longo da última década por várias equipes de cientistas).

Assim que os bichinhos nasciam, eram anestesiados e recebiam uma incisão muito pequena na cabeça – que permitia observar os neurônios, e a luz que eles emitiam, com um microscópio. O interessante acontece entre o oitavo e o décimo primeiro dia de vida, quando os sinais emitidos pelas retinas se tornam bem definidos: seguem o mesmo padrão que animais adultos geram quando estão correndo de olhos abertos.

Fonte 1. Retinal waves prime visual motion detection by simulating future optic flow. M Crair e outros, 2021.

Retina emite sinais elétricos, durante três dias, para preparar o cérebro do animal.

Rato recém-nascido “enxerga” antes de abrir os olhos

publicado originalmente em superinteressante

Funcionários da Blue Origin expressam preocupação com segurança dos veículos

Na manhã desta quarta-feira (13), a Blue Origin, empresa de Jeff Bezos, realizou seu segundo voo tripulado. Quatro pessoas estavam a bordo da cápsula New Shepard, que partiu às 11h50 (horário de Brasília) de uma base no Texas. A viagem durou cerca de dez minutos e proporcionou aos viajantes a sensação de gravidade zero por quatro minutos. William Shatner, que interpreta o Capitão Kirk no filme Star Trek (Jornada nas Estrelas), estava entre os tripulantes. Com 90 anos, o artista se tornou a pessoa mais velha a ir ao espaço.

No dia 30 de setembro, um grupo de 21 funcionários e ex-funcionários da Blue Origin divulgaram uma carta, publicada no site de denúncias Lioness, expressando preocupação com a segurança dos veículos da empresa. O documento também foi enviado à Administração Federal de Aviação americana (FAA), que regula os aspectos da aviação civil e transporte espacial nos EUA.

21 atuais e ex-empregados da empresa espacial de Jeff Bezos publicam carta afirmando que há mais de 1.000 documentos relatando problemas nos foguetes – mas eles são ignorados para manter ritmo rápido de lançamentos.

Funcionários da Blue Origin expressam preocupação com segurança dos veículos

publicado originalmente em superinteressante

Como a pandemia pode ter ajudado a criar bactérias superresistentes

pandemia de covid-19 pode acelerar o processo de evolução da chamada resistência bacteriana. Isso acontece quando esses micro-organismos conseguem se adaptar e se tornar refratários ao tratamento com antibióticos, dando origem a bactérias mais difíceis de combater.

Consideradas um desafio para a medicina, as chamadas superbactérias já eram motivo de preocupação das principais organizações de saúde antes mesmo do Sars-CoV-2 se espalhar pelos seis continentes e infectar mais de 235 milhões de pessoas.

De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) de 2019, a estimativa era de que, até 2050, cerca de 10 milhões de pessoas morreriam, a cada ano, por doenças resistentes a medicamentos. Agora, a previsão está sendo revista.

Crenças equivocadas e outros motivos promovem o consumo exagerado de antibióticos durante a pandemia, o que pode trazer outro problema de saúde pública

Como a pandemia pode ter ajudado a criar bactérias superresistentes

publicado originalmente em Veja saúde

A vida …por Mahatma Gandhi

“Um homem não pode fazer o certo numa área da vida, enquanto está ocupado em fazer o errado em outra. A vida é um todo indivisível.”

🌻 Mahatma Gandhi

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E se todos os países adotassem bitcoin?

No dia 7 de setembro de 2021, El Salvador se tornou o primeiro país a reconhecer o bitcoin como moeda oficial (junto com o dólar americano – eles não têm moeda própria). No mesmo dia, a  cotação da criptomoeda caiu 9%.

Um dia antes, o governo de El Salvador havia comprado 400 bitcoins por US$ 20 milhões, preparando-se para a mudança. Isso ajudou o valor da cripto saltar para US$ 52 mil. Porém, bastaram algumas horas e a cotação já havia caído para US$ 47 mil. Duas semanas depois, a cripto baixou outros 14%, para US$ 40 mil.

Nada disso teve relação com a atitude de El Salvador. Mas deixou clara uma obviedade acerca da cripto: sua flutuação de preço no mercado ainda é instável demais para que ela faça a contento o papel de uma moeda de verdade. Pessoas comuns dificilmente aceitariam usar como meio universal de troca algo cujo poder de compra é imprevisível.

Mas vamos jogar com a hipótese de que dê a louca nos Bancos Centrais e eles decidam que não existem mais moedas nacionais. Só bitcoin.

A inflação acabaria num piscar de olhos…. e isso não seria nada bom para a economia

E se todos os países adotassem bitcoin?

publicado originalmente em superinteressante

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Tavares RS Brasil