“Podemos passar pela vida sem nunca, em momento algum, sabermos quem somos e nossa missão. A boa notícia é que este sentimento de vazio não é necessário, a resposta está no silencioso ato de olharmos para dentro de nós.”

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Espaço poético, rotineiro e alternativo
“Podemos passar pela vida sem nunca, em momento algum, sabermos quem somos e nossa missão. A boa notícia é que este sentimento de vazio não é necessário, a resposta está no silencioso ato de olharmos para dentro de nós.”

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Em Pernambuco, cada vez mais pessoas sofrem de uma coceira intensa, com feridas avermelhadas na pele. Os casos começaram a aparecer no início de outubro, em Recife, capital do estado. Desde então, há pelo menos 264 pessoas com os sintomas, segundo a Secretaria de Saúde de Pernambuco.
E o número pode ser ainda maior. Incluindo informações divulgadas pelas prefeituras, o Estado já teria chegado a 427 casos. Estima-se que, em apenas uma semana, os casos da coceira mais que dobraram. E a preocupação se estende a estados vizinhos: a Paraíba já investiga 11 casos suspeitos.
A doença está sob investigação, e ainda não se sabe a causa da coceira misteriosa – escabiose (ou sarna), arboviroses e alergias estão entre possibilidades levantadas por secretarias de Saúde. O surto pode estar relacionado ao uso indiscriminado de ivermectina.
É o que diz um artigo publicado por pesquisadores da Universidade Federal de Alagoas (Ufal). Ele foi publicado em agosto na revista Research, Society and Development, e alertava que um surto de escabiose resistente poderia acontecer. O artigo foi republicado na última sexta-feira (26) pela universidade.
Em agosto, pesquisadores alertaram que uso indiscriminado desse medicamento durante a pandemia poderia provocar um surto de sarna humana. Agora, há centenas de pessoas com sintomas típicos da doença.
Surto de doença em Pernambuco pode estar relacionado à ivermectina, diz estudo
publicado originalmente em superinteressante

Lidar com uma pessoa tóxica pode ser exaustivo porque a pessoa está sempre em busca de problemas em vez de soluções. Este tipo de pessoa só vê o lado negativo das coisas e reclama cronicamente se fazendo de vítima. Se permitirmos que sentimentos negativos nos contaminem, isto poderá nos estressar e diminuir nosso entusiasmo pela […]
Comportamentos tóxicos que devem ser evitados.
publicado originalmente em animação.blog
💚💛A Vida de Viajante
Peguei a doença da estrada
Minha vida é andar por esse país
Pra ver se um dia descanso feliz
Guardando as recordações das terras onde passei
Andando pelos sertões e dos amigos que lá deixei
Chuva e sol, poeira e carvão
Longe de casa, sigo o roteiro
Mais uma estação
E alegria no coração
Êh, saudade!
Minha vida é andar por esse país
Pra ver se um dia descanso feliz
Guardando as recordações das terras onde passei
Andando pelos sertões e dos amigos que lá deixei
Mar e terra, inverno e verão
Mostro o sorriso, mostro alegria
Mas eu mesmo, não
E a saudade no coração
Êh, saudade
Lula, olha o trem chegando!
Minha vida é andar por esse país
Pra ver se um dia descanso feliz
Guardando as recordações das terras onde passei
Andando pelos sertões e dos amigos que lá deixei
Chuva e sol, poeira e carvão
Longe de casa, sigo o roteiro
Mais uma estação
E alegria no coração
Ah, saudade, meu filho!
Diga
Lula
Diga
Olha o trem chegando na estação
É, tá cheio de gente!
E o trem tá cheinho, meu filho
Olha o povo lá
É sinal de casa cheia
Isso é bom, isso é bom
Lulinha!
Diga lá
Olha o povão
Um dia eu chego lá devagar
Não esquece do povão, meu filho
Ah, sem pressa, sem pressa
Tá com saudade de vovô Januário?
Tô, mas sei que ele tá tocando lá em cima
No forró animadissímo, deixa ele
Não se esqueça que tudo começou com ele, meu filho
E como é que é a história?
Ah, de pai pra filho (hein?)
De pai pra filho, desde 1912
Ih, deixa que eu levo pra frente
Essa que é a história!
💚💛Fonte: Musixmatch
Compositores: Luiz Gonzaga / Herve Cordovil

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Acredita em disco voador?
Eu não vejo a hora deles se apresentarem, trazendo mais conhecimento e união planetária.
Verdade Mundial por aqui!

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Medo todos nós temos… é normal e faz parte do nosso processo existencial, o que não pode é paralisar nossa experiência.
Professora Lúcia Helena Galvão…
Nova Acrópole aqui!

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Há temas, no universo da nutrição, que parecem seguir o movimento de um carrossel. Eles vão e vêm de tempos em tempos, ainda mais se o assunto girar em torno de peso, dieta e ingredientes como o açúcar. Com o índice glicêmico, o IG, tem sido assim.
Entre idas e vindas, críticas e defesas, essa medida da velocidade com que o corpo transforma em glicose um alimento já esteve atrelada a regimes da moda, mas não perdeu seu alicerce científico.
O conceito, para continuarmos nas metáforas do parque de diversões, remete a uma montanha-russa, com as subidas e descidas dos níveis de açúcar no sangue. Afinal, o IG é uma classificação criada para mensurar o efeito de itens ricos em carboidratos (de frutas a doces) na glicemia.
Tem tudo a ver com o ritmo de entrada das moléculas de glicose geradas pela digestão nas nossas células. Se isso for ligeiro, o IG é alto. É vagaroso? O número é baixo. De modo geral, produtos refinados, feitos de farinha branca, caem no primeiro grupo. No segundo, entram os itens integrais, redutos de fibras.
No cenário ideal, o fornecimento de glicose para as células deve ser gradual. Isso ajuda a modular a liberação de hormônios, como a insulina, e os sinais cerebrais da saciedade. Se esse processo ocorre em alta velocidade, o tempo todo, o corpo tende a pegar um atalho para a obesidade e o diabetes.
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Colocando desse jeito, parece fácil e, por que não, uma fórmula mágica para emagrecer. “Mas não se trata de algo tão simples, já que muitas variáveis precisam ser consideradas no cálculo do IG”, pondera a nutricionista Eliana Bistriche Giuntini, do Centro de Pesquisa em Alimentos (FoRC) da Universidade de São Paulo (USP).
A estudiosa integra a equipe responsável pela Tabela Brasileira de Composição de Alimentos (TBCA), que traz, entre outras informações, dados do impacto glicêmico de comes e bebes. Segundo ela, interpretações erradas ou descontextualizadas do IG podem levar a escolhas inapropriadas.
Cientistas acabam de realizar uma revisão sobre essa medida que aponta quanto um alimento faz o açúcar subir no sangue. Afinal, como ela mexe com a saúde?
Índice glicêmico: na montanha-russa do açúcar
publicado originalmente em Veja saúde



Camboriú SC Brasil
“O que eu sinto eu não ajo. O que ajo não penso. O que penso não sinto. Do que sei sou ignorante. Do que sinto não ignoro. Não me entendo e ajo como se entendesse.”

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“Natural que o mau humor nos assombre em alguns momentos, não somos perfeitos e intocáveis pelas mazelas da vida. Dar um chega prá lá nele é que define o estado mental e vibracional que iremos manter, sempre existe um motivo para sorrir, insista nisso!”

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