” A razão, reinando sozinha, restringe todo impulso; e a paixão, deixada a si, é um fogo que arte até sua própria destruição.”

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Espaço poético, rotineiro e alternativo
” A razão, reinando sozinha, restringe todo impulso; e a paixão, deixada a si, é um fogo que arte até sua própria destruição.”

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Tavares RS Brasil
Inspire-se no céu
Em suas cores,em seus movimentos
Vista-se e revista-se de sua luz,seu tom
Céu de brigadeiro,de chumbo
Céu limpo, pesado…
Vai chover
Fomos criados para olhar pro céu
Mas agora não há espaço mais pra ele
Os olhos se voltam pro chão
Zumbis de alma alguma
Indo sem saber pra onde
Busquemos força nos céus, nas estrelas
O Sol está ali
É ali que brilha a Lua
Basta de viver tal autômatos
Somos criação Divina
Do Universo compartilhamos
Inspire-se no céu
Voltemos a ser criança, índios, pagãos
Como era no início dos tempos
Do alto viemos
E no céu profundo
Sempre encontramos Luz e Inspiração para viver !

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A Fé remove montanhas. E o Amor e a Gratidão que emanamos faz tudo acontecer da forma mais linda e completa!
Eu creio! Assim é! 🌷

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Por Rafael Battaglia
Texto Reinaldo José Lopes Ilustração Vini Capiotti
Design Juliana Krauss Edição Alexandre Versignassi
Por volta do ano 1000 d.C., um monumento funerário foi erguido em Stora Rytterne, no interior da Suécia. As runas gravadas na laje do memorial dizem o seguinte: “Gudleif dispôs o cajado e estas pedras em memória de Slagvi, seu filho, que encontrou seu fim no leste, em Karusm”.
Na primeira olhada, a frase não parece dizer muita coisa, certo? Acontece que a última palavra do epitáfio muda tudo. Para a maioria dos especialistas, “Karusm” provavelmente é uma variação de “Khwarazm”. Esse era o nome de um poderoso reino muçulmano que existia num oásis do atual Uzbequistão, bem no miolo da Ásia. Ou seja: Slagvi, filho de Gudleif, morreu muito longe de casa.
E não foi um caso isolado, como mostram outras inscrições e artefatos espalhados por boa parte da Escandinávia. Durante a chamada Era Viking, entre os séculos 8º e 11º d.C., rapazes do interior da Suécia, bem como da Dinamarca e da Noruega, viraram protagonistas de uma versão medieval do mundo globalizado, espalhando-se por tudo quanto é canto da Eurásia: da Irlanda a Bagdá.
Esses sujeitos agiam como piratas sem o menor escrúpulo em muitas ocasiões, mas também estavam de olho em oportunidades comerciais, viravam-se bem como diplomatas e, de vez em quando, resolviam sossegar e se transformavam em prósperos colonos. Nada disso foi fruto de um grande plano – os viajantes da Escandinávia quase sempre atuavam sem comando central, hierarquia militar, ou aparentes objetivos de longo prazo. Mas suas aventuras acabaram estimulando o surgimento de algumas das nações mais poderosas do planeta nos últimos séculos, como a Inglaterra, a França e a Rússia. Sem os vikings, a trajetória histórica desses lugares poderia ter sido bem diferente.
“Vikingando” por aí
Antes de entender como essa saga (aliás, “saga” é uma palavra escandinava) começou, vale a pena pensar um pouco nos termos que costumamos usar. Acontece que, ao menos na Idade Média, “viking” não era uma palavra empregada como designação étnica ou de “nacionalidade”. “Viking” era simplesmente o sujeito que saía por aí “vikingando”, ou seja, fazendo incursões por mar, que podiam ter objetivos guerreiros ou pacíficos. Se você preferir, pode traduzir mentalmente a palavra para “pirata”, como fizemos no parágrafo anterior.
É importante ter isso em mente porque a Escandinávia do começo da Era Viking não passava de uma grande colcha de retalhos. Eram comunidades pequenas e pouco centralizadas politicamente, lideradas por nobres mixurucas que raramente conseguiam impor sua vontade aos lavradores livres que formavam o grosso da população. Alguns desses nobres e seus vizinhos de status “plebeu” às vezes decidiam sair por aí a “vikingar”, numa espécie de empreendedorismo militar-comercial, quando enxergavam oportunidades interessantes nas terras d’além-mar.
A questão, porém, é desvendar o porquê de tantos grupos, espalhados pelas diferentes comunidades escandinavas, terem descoberto que “vikingar” era bom negócio num momento específico, a partir da segunda metade do século 8º d.C. A convenção adotada pelos historiadores é considerar que a Era Viking começou no ano de 793, quando marujos escandinavos roubaram e massacraram os monges que viviam na ilha de Lindisfarne, no nordeste da Inglaterra, mas é claro que esse primeiro ataque não surgiu do nada. Quais foram os ingredientes que criaram os vikings?
Ainda há um debate considerável sobre o tema, e o fenômeno muito provavelmente teve diversas causas. Mas uma das mais importantes é algo que todo mundo entende com facilidade hoje: mais grana circulando pelo mundo.
Acontece que a Era Viking parece tomar fôlego numa época em que a economia do norte da Europa começa a ter uma fase de crescimento considerável de novo, após alguns séculos de baixa causada pelo fim do Império Romano do Ocidente (em 476 d.C.).
A Escandinávia nunca tinha feito parte dos domínios de Roma, que só iam até o oeste da atual Alemanha, mas as evidências da interação com os romanos são muitas no registro arqueológico da região, e isso certamente envolvia comércio e circulação de pessoas. Guerreiros nórdicos chegaram a virar mercenários a serviço dos exércitos dos Césares e também parecem ter feito parte dos grupos “bárbaros” que invadiram e retalharam o Império. Parte das riquezas saqueadas nesse processo foram parar em solo escandinavo.
Só que essa fonte secou rápido, e a Europa em frangalhos que emergiu da queda de Roma era não só bem mais pobre como muito menos conectada. A simplificação radical da economia e da sociedade só começou a ser revertida lentamente a partir do começo do século 8º, com a construção ou a ampliação de portos mercantes da França à Alemanha, englobando também a costa leste da Inglaterra. Em parte, esse processo foi estimulado pelo fortalecimento do reino cristão dos francos (englobando justamente a região dos novos portos), que alcançaria seu auge com a ascensão do imperador Carlos Magno (747-814).
Lojinha aberta
E dá pra enxergar um processo similar acontecendo no registro arqueológico da própria Escandinávia. Foi no começo do século 8º que ocorreu a fundação de uma vila mercantil dinamarquesa chamada Ribe (que existe até hoje). Usando métodos refinados de datação, cientistas europeus determinaram recentemente como Ribe foi aumentando sua esfera de trocas comerciais com o passar do tempo, seja com outras partes da Escandinávia, seja com as regiões mais ao sul, na esfera de influência dos francos.
“Vemos essa intensificação do comércio marítimo aparecer bem antes dos ataques vikings à Europa Ocidental”, conta Bente Philippsen, pesquisadora da Universidade de Aarhus, na Dinamarca, autora de um estudo recente sobre o tema. Logo que o pessoal de Ribe abriu suas lojinhas, entre os principais artefatos que circulavam pela região estavam objetos de cerâmica vindos da bacia do rio Reno, que banha a França, a Alemanha e a Holanda de hoje.
Não era só pancada. Combinando diplomacia e comércio, os navegadores escandinavos ajudaram a criar a Rússia, a Inglaterra e a França. De quebra, conectaram o Ocidente com o mundo islâmico.
A aventura global dos vikings
publicado em superinteressante

O que é? É o aumento repentino de casos de uma doença infecciosa (provocada, em geral, por vírus ou bactérias) em uma região por um período sustentado de tempo — semanas ou meses. O que causa? Pode ser causada por um agente novo, caso do coronavírus, ou por um pico incomum de casos de algo que já existe, como a epidemia de gripe do vírus H3N2 que ocorreu em dezembro e janeiro. Quando começa? Os especialistas analisam a série histórica da doença. Na da gripe, por exemplo, é esperado que os casos subam no outono e no inverno. Se aumentarem demais ou fora de hora, o alerta é ligado. Quando termina? A epidemia acaba quando a situação volta ao patamar de antes. A doença pode desaparecer, se tornar endêmica ou, ainda, viajar para outros países e se tornar uma pandemia. Como lidar com uma epidemia?
Epidemias famosas (Brasil)Gripe – 2021/2022 Meningite – anos 1970 Febre amarela – 1850

O que é? A pandemia nada mais é do que epidemias da mesma doença acontecendo em vários países de diferentes continentes e de maneira simultânea. No caso da Covid-19, praticamente todos foram atingidos. Quando começa? Geralmente, o estado de pandemia é decretado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que centraliza os dados. Só que isso é mais um alerta do que uma lei em si — não obriga um país a nada. Nessa situação, o patógeno está se disseminando rapidamente. O principal indicador, portanto, são as novas infecções. É preciso tomar ações para quebrar a cadeia de transmissão. Quando termina? A pandemia acaba também por decreto da OMS, quando ela entende que o número de casos voltou ao patamar histórico (em doenças preexistentes) ou se estabilizou em um nível mais “aceitável”. Como lidar com uma pandemia?
Pandemias famosas
Gripe – 2009 Gripe – 1918

Leia também: HIV: a pandemia sem fim
O que é? Uma doença endêmica é aquela que circula o ano todo em um país, com volume esperado de casos e óbitos. Não é um quadro necessariamente “tranquilo”, mas indica certo controle do agente infeccioso. Quando começa? É possível que existam pequenas variações sazonais, como ocorre com a gripe no inverno ou a dengue na estação das chuvas. Isso é esperado e também calculado pelos especialistas. Quando termina? O estado de endemia não é fixo. A doença pode ser erradicada ou dar início a uma nova epidemia, caso surja uma variante ou um fator que favoreça a disseminação do vírus ou bactéria em questão. E endêmico não quer dizer menos importante. É preciso manter ações de cuidado e de preferência reduzir ainda mais os casos. Doenças endêmicas matam milhares de pessoas ao ano no país. Como lidar com uma endemia?
Endemias famosas no Brasil
DengueTuberculoseDoença de Chagas

A endemia é o caminho natural de quase todos os vírus respiratórios que já entraram em contato com a humanidade (com exceção dos que sumiram). Mas ainda não estamos tão perto disso quanto gostaríamos. Veja: o parâmetro clássico é uma doença que manejamos bem e cujo volume de casos prevemos com precisão, sem sobrecargas no sistema de saúde. É verdade que, com as vacinas, controlamos melhor a Covid, mas basta ver a bagunça provocada pela Ômicron (e o fato de não sabermos se ou quando virá a próxima variante) para sacar que há muitas dúvidas no ar.
+ Leia também: Covid-19 e dengue em alta no mesmo lugar: atenção redobrada
É uma situação que lembra a epidemia, mas em escala menor. O termo representa o aumento súbito de casos de uma doença, mas em um local muito específico, como um bairro, cidade ou mesmo escola. Um caso famoso é o surto de toxoplasmose, doença transmitida por alimentos e água contaminados, que aconteceu na capital paulista em 2019.
+ Leia também: Risco de surto: sarampo é altamente transmissível e não tem tratamento
Além da Covid-19, alguns epidemiologistas sustentam que o mundo ainda vive outra pandemia, a de HIV. Isso porque, 40 anos depois, o vírus segue disseminado em todo o mundo, sem que haja uma vacina contra ele. Mais de 37 milhões de pessoas morreram desde os anos 1980. A OMS chama de “epidemia global”.
Entenda os termos que ganharam as manchetes e saiba em que pé estamos com o coronavírus. Ele até vai virar endêmico, mas ainda não dá para cravar quando
Qual é a diferença entre epidemia, pandemia e endemia?
publicado em Veja saúde

Por Thais Manarini
Um time da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) recrutou 16 voluntários e, para metade deles, ofereceu 250 mililitros de suco de jabuticaba antes de uma refeição com carboidratos. O restante tomou uma bebida que parecia o suco, mas não era. Segundo o engenheiro de alimentos Mário Maróstica, os resultados em gente como a gente corroboram achados que o grupo de pesquisa já via em animais. “Entre as pessoas que tomaram o suco, houve uma melhora no status antioxidante e na modulação de uma substância chamada GLP-1, que interfere no controle da glicemia”, revela. Na prática, o primeiro efeito turbina a proteção contra doenças, enquanto o segundo está ligado a uma maior liberação da insulina, hormônio que garante o aproveitamento do açúcar no sangue. “Para nossa surpresa, isso ocorreu em indivíduos saudáveis”, diz o professor, que ficou empolgado com os potenciais benefícios para o público com diabetes. + Leia também: Jabuticaba: conheça os benefícios da nossa joia nacional
Compostos fenólicos e fibras merecem os louros. Como aproveitar:
De acordo com o professor Maróstica, o suco ofertado aos voluntários foi preparado no laboratório da Unicamp a partir de um processo de alta pressão. “Trata-se de uma tecnologia diferente, que preserva os compostos bioativos da jabuticaba”, conta. Por isso, ele frisa que a equipe não avaliou receitas caseiras — e não existe equipamento doméstico que simule o processo do estudo. “De qualquer forma, consumir a fruta fresca é uma boa alternativa, sempre junto a uma dieta saudável como um todo”, orienta.
Em experiência brasileira, estratégia ainda ofereceu proteção antioxidante
Vai um suco de jabuticaba para domar a glicose?

Tavares RS Brasil
Sapato Velho 🌻
Você lembra, lembra
Daquele tempo
Eu tinha estrelas nos olhos
Um jeito de herói
Era mais forte e veloz
Que qualquer mocinho de cowboy
Você lembra, lembra
Que eu costumava andar
Bem mais de mil léguas pra poder buscar
Flores-de-maio azuis
E os seus cabelos enfeitar
Água da fonte cansei de beber
Pra não envelhecer
Como quisesse roubar da manhã
Um lindo pôr-de-sol
Hoje não colho mais as flores-de-maio
Nem sou mais veloz como os heróis
É talvez eu seja
Simplesmente como um sapato velho
Mas ainda sirvo se você quiser
Basta você me calçar
Que eu aqueço o frio dos seus pés
Água da fonte cansei de beber
Pra não envelhecer
Como quisesse roubar da manhã
Um lindo pôr-de-sol
Hoje não colho mais as flores-de-maio
Nem sou mais veloz como os heróis
É talvez eu seja
Simplesmente como um sapato velho
Mas ainda sirvo se você quiser
Basta você me calçar
Que eu aqueço o frio dos seus pés
Talvez eu seja simplesmente
Como um sapato velho
Mas ainda sirvo se você quiser
Basta você me calçar
Que eu aqueço o frio dos seus pés
Fonte: LyricFindCompositores: Claudio Jose Moore Nucci / Paulo Filho / De Carvalho Mauricio Magalhaes
Letra de Sapato velho © Warner Chappell Music, Inc, Universal Music Publishing Group

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Luzes do Norte
Iluminem essa terra
Devastada pela dor
Arrastada na ignorância
Arranhada pelos abusos
Magoada pela indiferença
Luzes da ribalta
Iluminem nossa existência
Tragam a tona
Nossos nobres sentimentos
Nossa infância enterrada
A esperança esmaecida
A gargalhada silenciada
Luzes das estrelas
Invadam meu espaço
Preencham minh’alma
Limpem cada canto em que resista,
Em que insista…
A fúria, ressentimento, angústia
Medo, egoísmo, desesperança
Luzes do amanhecer
Levem para longe
Façam que desapareça
Tudo que não seja:
Amor, fé e certeza ✨

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