Quando estiveres sob o eclipse total da esperança, não te deixes vencer pela sombra.Segue adiante, fazendo o bem que possas.É possível que pedras e espinhos te firam na estrada, quando estejas tateando na escuridão.Conserva, porém, a serenidade e a coragem, porque os agentes contrários à tua marcha são elementos que te analisam as conquistas de […]
Estudos astronômicos que envolvem telescópios terrestres ou espaciais emitem, somados, 20 milhões de toneladas de gás carbônico (CO2), o maior contribuinte do aquecimento global, por ano. É o que descobriu uma recente pesquisa francesa, publicada na Nature Astronomy na última segunda-feira (21). A quantidade de CO2 emitido é equivalente a de países inteiros, como Estônia, Líbano, Bolívia e Croácia.
Para chegar a esse número, a pesquisa considerou somente a construção e a manutenção da infraestrutura telescópios espaciais (como o Hubble e o James Webb) e terrestres, como o Square Kilometre Array, que será o maior radiotelescópio do mundo (e cuja construção começou em 2021). Não foram levados em conta outras atividades, como a energia gasta para manter supercomputadores e os escritórios de laboratórios observacionais nem viagens que cientistas que trabalham neles precisam fazer ocasionalmente.
Telescópios espaciais e terrestres poluem o mesmo que países como Bolívia e Croácia. Estudo alerta que o trabalho científico também deve pensar em soluções sustentáveis.
“Ando à procura de espaço para o desenho da vida. Em números me embaraço e perco sempre a medida. Se penso encontrar saída, em vez de abrir um compasso, protejo-me num abraço e gero uma despedida.
Se volto sobre o meu passo, é já distância perdida.
Meu coração, coisa de aço, começa a achar um cansaço esta procura de espaço para o desenho da vida. Já por exausta e descrida não me animo a um breve traço: – saudosa do que não faço, – do que faço, arrependida.”
Disponível no YouTube, “O Gigante da Amazônia” mostra como o manejo sustentável mudou o destino do pirarucu, espécie de grande importância econômica e cultural que quase foi extinta no passado Não faz muito tempo que a pesca desordenada gerou a diminuição drástica da população de pirarucus, um dos maiores peixes de água doce do planeta […]
Ainda antes da pandemia, em 2018, pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) começaram a avaliar o estado de saúde e o nível de atividade física de cerca de mil idosos de São José dos Campos, no interior paulista. Os resultados desse mapeamento, divulgados agora, vêm a calhar inclusive para o melhor entendimento da Covid-19. “Notamos que os portadores de síndrome metabólica apresentavam sinais de inflamação nos pulmões”, conta a fisioterapeuta Maysa Rangel, autora do trabalho. “Isso pode explicar por que obesos, em especial idosos, correm maior risco com o coronavírus”, completa. E levanta outro ponto. “O cansaço do obeso geralmente é encarado como falta de condicionamento, o que é verdade, mas pode haver também algum problema pulmonar envolvido”, nota Maysa.
O que compõe o problema
A síndrome entra em cena diante de três ou mais dos seguintes fatores:
Níveis elevados de colesterol e triglicérides no sangue
Como é o manejo com o envelhecimento
Abordagem é semelhante à dos mais jovens, somada a cuidados inerentes à faixa etáriaAtividade física Nunca é tarde para começar, desde que com acompanhamento adequado. O treino que combina exercícios aeróbicos, de força e equilíbrio é o ideal. Saúde mental Se engajar em uma mudança de estilo de vida é um esforço e tanto. Sessões de psicoterapia podem ajudar a se cuidar e a persistir. Alimentação Dietas restritivas exigem cuidado, pois nessa fase da vida o corpo não pode perder o aporte de proteínas e outros nutrientes críticos à massa muscular. Acompanhamento O ideal é ter um médico supervisionando todo o processo, junto a uma equipe multidisciplinar. Remédios podem ser prescritos para controlar peso, pressão, colesterol…
Achado brasileiro também ajuda a explicar danos da Covid-19