Orar / Pray

Pedi e obtereis – ensinou o Mestre Divino.Semelhante lição, todavia, abrange todos os setores da vida, tanto no que se refira ao bem, quanto ao mal. Qualquer propósito é oração. A prece nasce das fontes da alma, na feição de simples desejo, que emerge do sentimento para o cérebro, transformando-se em pensamento que é a […]

Orar / Pray

publicado em site espírita

Autenticidade …pelo Dalai Lama

“Pouco importa o julgamento dos outros. Os seres humanos são tão contraditórios que é impossível atender às suas demandas para satisfazê-los. Tenha em mente simplesmente ser autêntico e verdadeiro.”

🌻Dalai Lama

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Assista a “PÁSSAROS VAMPIROS! CONHEÇA AS AVES QUE SE ALIMENTAM DO SANGUE DE ANIMAIS VIVOS!” no YouTube

A natureza é bela e cheia de surpresas…

Olha só que curioso …

Animal TV aqui!

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Assista a “Om Gan Ganpataye Namo Namah Ganesh Mantra By Hemant Chauhan [Full Song] I Jai Jai Dev Ganesh” no YouTube

Gratidão e um coração repleto de Paz!

Muito Amor por Lord Ganesha 🌷

Haribol!🌻

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Assim seja …por Mágica Mistura

O Universo é mutante

É duo, é cíclico

Ciclo das chuvas,da seca

Frio de gelar os ossos

Ou um sufoco no verão

Tempo de calmaria,

De atuação

Por vezes é melhor se recolher

Esperar passar,se abster

Noutras bater de frente é a solução

A inércia pode ser perigosa

Em situações que exigem ação

Falar,calar…

Colher,tornar plantar

Seguem os dias, jamais iguais

Sim,o Universo é cíclico

E como tal, renovável

Nós, frágeis humanos

Que nos atemos a coisas tão fúteis

Nem conta nos damos

Dos danos que nós mesmos causamos

Ciclos, épocas,eras

Semear,regar, colher

Que venham novas, repletas

De bons fluidos,boas ” vindas””

De consciência cósmica, benfazeja

Um ciclo de despertar

De união planetária,

Assim seja ✨🙏

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Mundo…por Albert Einstein

“O mundo é um lugar perigoso de se viver, não por causa daqueles que fazem o mal, mas sim por causa daqueles que observam e deixam o mal acontecer.”

Albert Einstein

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Mágicas Imagens ✨✨

Camboriú SC Brasil

Auto retrato…por Mágica Mistura

” Ideias na cabeça, uma mente aberta para aprender, curiosidade infinita e por vezes, não raro, a necessidade de ficar quietinha, apenas ouvindo meu próprio coração bater…”

Mágica Mistura

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Tempere sua rotina

Por Thais Manarini

Já houve um tempo em que era preciso embarcar em caravelas e encarar oceanos para apimentar a comida. Hoje, basta esticar as mãos, alcançar a prateleira, girar o moedor e dar aquele toque picante ao prato. Uma das principais razões a impulsionar as grandes navegações no início da era moderna, as especiarias atravessaram séculos como tesouros gastronômicos e, ao lado das ervas aromáticas, ganharam a fama mais recente de proteger nosso organismo. Agregam perfumes, cores, texturas e sabores a qualquer receita. “Os temperos abrem a cozinha para o mundo”, afirma a chef Heloisa Bacellar, de São Paulo. Com um pouco de cúrcuma, dá para passear pela culinária indiana, o manjericão nos transporta até a Itália e a hortelã remete às Arábias. A exemplo dos ingredientes em si, a lista de destinos e conexões é imensa. O coentro nos conduz a preparos típicos da Tailândia e de Portugal e, de volta para o Brasil, nos leva às panelas do Nordeste e do Norte. Nessas bandas, marca presença em tudo quanto é canto e entra na composição do cheiro-verde, mistura das mais brasileiras. A variedade da cozinha nacional, aliás, se reflete nesse tempero. 

+ LEIA TAMBÉM: Como cultivar ervas, temperos e outras plantas em casa

 “Em outras regiões do país, o cheiro-verde conta apenas com salsinha e cebolinha”, esclarece Tatiana Saldanha, professora do Departamento de Tecnologia de Alimentos da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ). Em parceria com pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Tatiana vem esmiuçando em laboratório essa dupla tão onipresente por aqui. “Apesar da popularidade, ainda não há muitos estudos sobre o uso do cheiro-verde na culinária”, contextualiza. Em um dos trabalhos recém-publicados pelo seu grupo, a professora e os colegas avaliaram os efeitos desse mix no preparo da sardinha. Quando o peixe passa pelo calor, sofre alterações químicas por trás da oxidação da sua fração gordurosa. Esse processo também ocorre em outros tipos de carne e gera substâncias envolvidas no aumento do risco de inflamação e outros danos nas células e nas artérias — um fenômeno ligado, por exemplo, a problemas cardiovasculares. Dentro da UFRRJ, uma das etapas da pesquisa reproduziu o que se passa no cotidiano de qualquer cozinha brasileira. Após ser temperado com salsinha e cebolinha, o peixe foi para a grelha. “Observamos que as ervas minimizaram significativamente a degradação do colesterol da sardinha”, relata Tatiana.O resultado vem dos compostos antioxidantes do cheiro-verde, caso dos ácidos fenólicos e dos carotenoides. São os mesmos que conferem algumas das características sensoriais tão apreciadas nesses vegetais abundantes em hortas, feiras e supermercados. Além de ser ótima pedida para temperar pescados, a mistura pode ser adicionada às mais variadas preparações, incluindo o arroz com feijão. Claro que o mundo da comida não gira só em torno do cheiro-verde. Então, se a culinária da sua casa ainda não se abriu a novas experiências e combinações, que tal imitar os antigos desbravadores? Não faltam opções e culturas a descobrir — de dentro e de fora do Brasil. Com um quê de sagrado, ervas e especiarias desfilam pela história envolvidas em lendas e celebrações. Entre os antigos, havia quem acreditasse que elas vinham diretamente do Jardim do Éden. Descendo para o mundo real, hoje se sabe que os temperos reúnem uma coleção de moléculas responsáveis pelo gosto e aroma peculiares — e ainda são capazes de resguardar o corpo humano. [abril-whatsapp][/abril-whatsapp] “Algumas dessas substâncias são produzidas para preservar a própria espécie vegetal”, explica a nutricionista Camile Zanchett, da Universidade do Vale do Itajaí, em Santa Catarina. Isso significa que protegem a planta das mudanças do clima, do sol, de insetos e outras pragas. É o caso dos terpenos e dos fenólicos: muitos deles são voláteis e alcançam facilmente nosso nariz, arrebatando o cérebro e dando água na boca. No prato em si, esses compostos realçam o sabor da comida. Por isso, são os melhores concorrentes e substitutos do sal, cujo abuso contribui para a hipertensão. Um experimento recente com um grupo de idosos reforça esse papel: a conclusão é que apostar em temperos naturais é um jeito de estimular as papilas gustativas e, aos poucos, deixar o saleiro de lado. “Com o avançar dos anos, nossa percepção de sabor se altera”, pontua a nutricionista Lara Natacci, colunista do site de VEJA SAÚDE. Daí a sacada de recorrer a ervas e especiarias nas refeições dos mais velhos. Não só dessa turma, diga-se. “Muitos brasileiros consomem quase o dobro de sal do que é recomendado”, lamenta Camile. 

+ LEIA TAMBÉM: 22 erros na cozinha que afetam a sua saúde 

Pois saiba que os temperos vão além na defesa das artérias, como registra uma pesquisa da Universidade Estadual da Pensilvânia, nos Estados Unidos. Durante quatro semanas, 71 voluntários receberam um menu que incluía coentro, salsinha, pimenta, canela, alecrim e alho. Passando por um check-up depois, constatou-se uma redução significativa na pressão deles. “As espécies usadas nesse estudo são ricas em fitoquímicos que diminuem o risco cardiovascular”, comenta a nutricionista e fitoterapeuta Vanderlí Marchiori, de São Paulo. 

Ervas e especiarias provam que diversidade é palavra-chave para montar o cardápio e testar preparos e sabores. Quem mais ganha com isso? O paladar e a saúde

Tempere sua rotina

publicado em Veja saúde

Entenda o que é afasia, condição diagnosticada no ator Bruce Willis

O ator Bruce Willis suspendeu sua carreira após ter sido diagnosticado com afasia. O nome é dado para uma disfunção que causa dificuldade de se comunicar adequadamente, afetando a compreensão de imagens e sons, bem como distintas modalidades de expressão. 

 A pessoa com afasia pode enfrentar problemas para ler textos, entender falas e sons, falar e escrever. A condição não deve ser confundida com outras, como disartria (dificuldade de articular palavras da forma correta), disfonia (que causa rouquidão) ou ainda o Alzheimer. “Temos basicamente duas áreas principais relacionadas com a linguagem. A área primária, relacionada à parte motora, aciona os músculos apropriados para verbalização. Outra área é da compreensão. Entre elas há uma conexão. É bem comum que pacientes com lesões nessa localização apresentam alterações na linguagem”, explica o neurocirurgião Ricardo Santos de Oliveira. Há dois tipos de afasia. A mais grave é denominada pelos médicos de primária. Ela está associada a doenças degenerativas e provoca a morte de neurônios. Neste caso, a evolução da condição é mais progressiva. [bloco_busca_medicamentos] Segundo a neurologista Jane Machado de Castro, do Hospital Anchieta, em Brasília, neste tipo não há tratamento ou possibilidades de recuperar os danos já estabelecidos, mas é possível lidar com os desconfortos que a condição produz. “Geralmente, é uma doença incurável, intratável e que requer tratamento multidisciplinar. Na afasia primária, é possível tentar retardar os sintomas, mas ela vai evoluir progressivamente”, explica a profissional.

Afasia secundária

O segundo tipo é nomeado de afasia secundária, e está relacionado a doenças ou episódios que ocasionam lesões no cérebro. São exemplos o traumatismo craniano, o acidente vascular cerebral (AVC) e doenças infecciosas. Nessa situação, os pacientes também sofrem com as dificuldades na compreensão da linguagem e em formas diferentes de expressão. Mas, de acordo com a médica Jane de Castro, é possível tratar a condição. “Quando uma pessoa tem um AVC e não consegue falar, ainda é possível que ela tenha potencial para se recuperar da lesão. Mas ela vai precisar de acompanhamento fonoaudiológico e de outras áreas. Numa infecção localizada, isso também pode acontecer”, diz a médica. Na afasia secundária, é possível ainda adotar medidas para prevenir a lesão ou o episódio causador da condição. A profissional lembra que há práticas importantes para evitar AVCs ou doenças cardiovasculares, como controle de peso, hábitos saudáveis, o afastamento do tabagismo e comportamentos regulares do sono. 

+ Leia também:Inovações para evitar e combater o AVC Os sintomas da doença vão aparecer na dificuldade de comunicação, como frases curtas ou com palavras e enunciados sem sentido, trocas de palavras e fonemas, além da incapacidade de entender conversas com outras pessoas. O diagnóstico é clínico, depende da análise de um médico, especializados em neurologia. O neurocirurgião Ricardo dos Santos Oliveira recomenda a procura do profissional adequado assim que os sintomas se manifestarem. “Qualquer alteração da linguagem é simples de se notar. Isso indica que possa estar ocorrendo algum problema nesse departamento do cérebro. Essas alterações assim que notadas precisam ser avaliadas. Como parte da investigação, fazemos um exame chamado ressonância nuclear magnética, que avalia com precisão todo o cérebro”, explicou. *Esse texto foi publicado originalmente pela Agência Brasil

Paciente pode ter problemas para ler textos, entender falas e sons

Entenda o que é afasia, condição diagnosticada no ator Bruce Willis

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