Esqueça o coelhinho da Páscoa. Deixe de lado a fofura vinda de olhos brilhantes e rabo de pompom. Agora, coloque um machado ensanguentado nas mãos do seu coelho imaginário. Pronto, você está próximo de uma representação medieval desse animal.
A versão assassina dos coelhos não é tão incomum para quem já assistiu a Monty Python e o Cálice Sagrado (1975). Uma cena do filme retrata, justamente, um coelho raivoso impedindo que Rei Arthur e seus cavaleiros entrem na caverna de Caerbannog – o que resulta na morte de três personagens:
Pode parecer uma situação ridícula, mas tem um pé na realidade: coelhos assassinos eram mesmo parte da cultura medieval. Eles aparecem em ilustrações de manuscritos dos séculos 13 e 15, que eram copiados por monges antes da invenção da prensa, que permitiu a impressão em massa de livros.
Coelhos com espadas, machados ou arcos lutavam contra (e até matavam) pessoas e cachorros em ilustrações de manuscritos do período. Entenda.
“A natureza contém tudo que os habitantes da Terra precisam para viver. Necessitamos respeitá- la como Ela merece, harmonizando-nos e usufruindo com parcimônia deste presente. O contato estreito e íntimo com nossa verdade interior nos levará finalmente a nossa origem : pura e simplesmente uma parte importante e preciosa da Criação.”
Paciência não é inatividade. Será um estado de compreensão, já que não dispomos de palavras para defini-la. Compreensão com espírito de serviço, capaz de aceitar as dificuldades da existência, com o dever de cooperar para que desapareçam. A vida nos propões variados desafios, com a finalidade de descobrir as nossas qualidades potenciais e desenvolvê-las para […]
“Momentos vêem e vão… são bons, ruins, cheios de charme ou chatos demais. São momentos, únicos e necessários, belos cada um a seu modo. Vamos saborear as lições destes mestres sábios e preciosos na estrada da evolução.”