“A tarde chuvosa e cinza trouxe a umidade bem-vinda da lagoa. As plantas revestiram-se de um fabuloso verde e os pássaros não cabiam em si diante da felicidade de ver a vida renascer na campina. É a vida e a natureza se reinventando a cada estação. Sejamos assim também!”
Uma pesquisa publicada na revista Advances in Space Research revelou um candidato a registro mais antigo de uma aurora: uma descrição de uma “luz de cinco cores” em um manuscrito chinês do século 10 a.C..
O manuscrito em questão chama-se Anais do Bambu, um conjunto de registros judiciais chineses escritos em tiras de bambu – e um dos poucos registros do período mais antigo da história chinesa. Estima-se que a possível aurora tenha acontecido entre 977 a.C. e 957 a.C., mas a data exata é incerta.
Os Anais foram encontrados em 279 d.C., escondidos em uma tumba próxima à cidade de Weihui, nordeste da China. A identificação de uma aurora nos textos originais demorou porque uma tradução do século 16 usou a palavra “cometa” para retratar o fenômeno da luz de cinco cores.
Se os cientistas confirmarem que essa observação foi mesmo de uma aurora, será um registro 300 anos mais antigo do que o que se sabia até então: entre 679 a.C. e 655 a.C., astrônomos assírios inscreveram, em pequenas tábuas, registros de possíveis auroras. Em 567 a.C., outra menção a uma aurora foi encontrada no diário do rei babilônico Nabucodonosor II.
“Luz de cinco cores”. É assim que o fenômeno foi descrito. Até então, menção mais antiga de uma aurora era do século 7 a.C., feita por astrônomos assírios.
No início da década de 1940, Charlie Chaplin se envolveu em uma bela confusão. O ator e cineasta inglês foi parar nos tribunais da Califórnia (e nas páginas dos jornais) quando não quis assumir que era pai de uma criança – caso que mudaria as leis referentes à paternidade nos Estados Unidos.
A mãe da menina se chamava Joan Barry. Ela era uma jovem e promissora atriz em 1941, quando conheceu Chaplin. O artista chegou a convidá-la para participar de um filme, e logo os dois se tornaram amantes. Era uma relação problemática, que atingiria seu clímax em 1943 com a gravidez de Joan.
A criança, Carol Ann, nasceu em outubro do mesmo ano. E, contrário às declarações de Joan, Chaplin negava a paternidade. Na época, o intérprete de Carlitos já estava casado com Oona O’Neill, sua quarta e última esposa, e o caso envolvendo a celebridade se tornou um escândalo.
O ator foi parar no tribunal quando se negou a assumir que era pai de uma criança. A ciência concordou com ele, mas a Justiça não. Entenda o caso.
“Pense em algo sublime. Imagine muita luz, sabedoria e profundidade alojadas em um lugar único e de indescritível beleza. Busque em sua mente o que de mais precioso e mágico você puder alcançar… Isto é apenas uma minúscula amostra de tudo que somos em nossa primordial essência. Alegre-se! Todos somos mananciais de energia Suprema e inextinguivel.”
Um estudo recém-publicado aponta que pessoas que consomem adoçantes artificiais em excesso podem ter maior risco de desenvolver alguns tipos de câncer. O trabalho incluiu mais de 100 mil franceses, que tiveram seus hábitos alimentares avaliados por um tempo médio de sete anos. No fim da análise, os participantes que tinham um consumo “acima da média” de adoçantes estavam 13% mais propensos a desenvolver algum tumor. Acessulfame-k e aspartame, dois aditivos de origem sintética usados em bebidas e alimentos, foram os mais relacionados à doença. Os achados, publicados no periódico científico Plos Medicine, lançam luz à uma discussão antiga. Afinal, adoçantes artificiais elevam ou não o risco de ter um câncer? A nova pesquisa, infelizmente, ainda não responde a essa pergunta. “Temos resultados muito controversos, tanto nos estudos com animais quanto em humanos. A pesquisa em questão não é adequada para bater o martelo sobre o assunto, mas sinaliza que é preciso seguir investigando”, avalia Luciana Grucci Maya Moreira, nutricionista do Instituto Nacional de Câncer (Inca). Apesar das limitações, o levantamento chama a atenção para os hábitos alimentares dos consumidores da categoria e o contexto em que os adoçantes são utilizados. Nesse sentido, existe um elo indireto mais conhecido.
Há anos a associação é investigada sem resultados conclusivos. Entenda o que se sabe sobre o assunto e o que uma pesquisa recente descobriu