Há mais de 200 anos, múmias de todo tipo chegam à Universidade Cornell (Estados Unidos) para integrar coleções de antropologia – mas nem todos os artefatos são imediatamente estudados. É o caso de um embrulho de linho armazenado dentro de uma caixa com o rótulo “múmia de falcão”.
A indicação está errada, e a múmia é, na verdade, um íbis sagrado. Foi o que descobriu Carol Anne Barsody, pesquisadora da universidade que recentemente começou a investigar o pacote misterioso usando várias tecnologias para espiar o que há por baixo dos panos sem danificar a múmia.
“Grande parte da arqueologia é destrutiva”, afirma Frederic Gleach, professor que ajudou Barsody em seu estudo. “Uma vez que você escavou algo, não há como ‘desescavar’. Depois de desembrulhar uma múmia, não há como montá-la novamente.”
Embrulho guardado em universidade americana não era o que se pensava; pesquisadores espiaram o interior da múmia misteriosa sem danificá-la. Confira.
“Ser grato é um exercício constante. É um trabalhar de pensamentos, um auto-controle que se persegue a cada dia, a cada novo desdobramento. É respirar profundamente, e retirar de cada momento e acontecimento uma dádiva e uma lição. Gratidão!”
“A liberdade é um dos dons mais preciosos que o céu deu aos homens. Nada a iguala, nem os tesouros que a terra encerra no seu seio, nem os que o mar guarda nos seus abismos. Pela liberdade, tanto quanto pela honra, pode e deve aventurar-se a nossa vida.”
O primeiro exame de sangue para detectar o risco de Alzheimer, um dos principais tipos de demência, acaba de chegar ao Brasil. Ele busca traços da proteína beta-amiloide, que se acumula no cérebro de quem tem a doença. O teste, trazido ao país pela Dasa, foi aprovado nos Estados Unidos há cerca de um mês. Por enquanto, está recomendado para pessoas com comprometimento cognitivo leve, com suspeita de demência. Cerca de um terço dos indivíduos nessa situação – em geral idosos que apresentam pequenos esquecimentos, dificuldade de concentração e outros lapsos – progridem para o Alzheimer. [abril-whatsapp][/abril-whatsapp] “Ele não fecha o diagnóstico, mas pode colaborar na conduta médica e evitar a realização da punção lombar para coleta do líquor, exame mais invasivo que é usado hoje para estimar os níveis das placas amiloides”, aponta Gustavo Campana, diretor médico da Dasa. Ainda não coberto pelos convênios, a novidade será oferecida sob prescrição médica na rede de laboratórios Alta Diagnósticos, por um preço de cerca de R$1,5 mil, e outros laboratórios do grupo.
Como é feito (e para que serve) o exame
Ele segue um raciocínio que tem norteado as pesquisas em análises clínicas: substituir procedimentos mais complexos por métodos menos invasivos. É o caso, por exemplo, da biópsia líquida, que pode ajudar a flagrar recidivas de câncer ao rastrear fragmentos de DNA tumoral. A tecnologia do exame que chega agora é a espectometria de massas. “Trata-se de uma evolução tecnológica disponível há alguns anos, que permite enxergar moléculas em pequena concentração no sangue ou em outras amostras biológicas”, explica Campana. No caso do Alzheimer, a máquina é programada para detectar duas frações da proteína beta-amiloide – a 40 e a 42 – e, aí, calcular a razão entre elas.
Recém-aprovado nos Estados Unidos, teste não fecha diagnóstico, mas pode auxiliar médico na tomada de decisões em casos de demência leve