Processado, refinado e… inimigo da saúde. Açúcar branco é uma bomba de calorias vazias, que sobram no produto após uma série de processos químicos que retiram dele todos os seus nutrientes. O maior desafio de quem busca se livrar do seu consumo é descobrir onde ele realmente se esconde. Porque não é apenas no cafezinho após o almoço nem nos bolos da confeitaria que o açúcar branco refinado é encontrado. Ele está presente também nos refrigerantes, em molhos industrializados, em iogurtes saborizados, nos biscoitos recheados e nos inúmeros itens à venda nos supermercados e lojas de conveniência.
Ganhar saúde, disposição e qualidade de vida estão no topo dessa lista. Veja como transformar sua alimentação sem perder em sabor e valor nutricional
O Facebook está passando por aquilo que profissionais de marketing (ou viciados em palavrinhas estrangeiras) chamam de rebranding: a formação de uma nova identidade. A empresa, dona de plataformas como Instagram, WhatsApp e o próprio Facebook passou a se chamar Meta. –uma referência ao “metaverso”, uma espécie de versão 3D da internet que está na mira de vários desenvolvedores.
(Calma. Nós já iremos explicar tudo isso.)
O CEO da companhia, Mark Zuckerberg, anunciou a mudança durante uma conferência no último dia 28. Segundo ele, a ideia é dissociar a empresa da rede social Facebook e focar no metaverso: “No momento, nossa marca está tão intimamente ligada a um produto que não pode representar tudo o que estamos fazendo hoje. Com o tempo, espero que sejamos vistos como uma empresa de metaverso. Quero ancorar nossa identidade naquilo que estamos construindo”.
A mudança, que ocorre em meio a uma crise vivida pela empresa, não vai chegar aos seus produtos de bilhões de usuários no mundo – as plataformas Facebook, Instagram e WhatsApp manterão os seus nomes.
É um caso parecido ao que ocorreu com o Google, em 2015. O conglomerado, formado por empresas como a Google Inc., Nest Labs e Calico, passou a se chamar Alphabet, em uma tentativa de não atrelar o nome Google a todos os seus braços.
O “rebranding”, que acontece em meio a uma crise de vazamento de documentos oficias da companhia, visa reforçar o metaverso, que consiste em experiências de imersão e realidade virtual. Entenda.
Há quem não consiga ficar sozinho por um momento que seja. Já eu gosto da experiência de estar comigo mesma ( salvo raras exceções) e dou muito valor a essas oportunidades. Considero uma benção conseguir colocar as ideias em ordem, no silêncio que minha solidão me proporciona. Nestas horas sem companhia externa, consigo enxergar com mais clareza o que se passa comigo, trazendo para mais perto de mim, o que de mais precioso eu possuo, minha própria experiência interna, a vivência comigo mesma e com todas as minhas nuances.
Nem sempre é fácil, com certeza, porém é tão profundo e gratificante, que realmente indico a todos que consideram que a multidão é o melhor lugar. Já ouviu falar que nascemos e morremos sós? Realmente, como espiritualista não creio na literalidade desta sentença, entretanto, se analisarmos que cada um é o responsável pelas suas escolhas, ela toma todo um amplo sentido.
Isso me fascina e desperta… óbvio que também assusta, mas é tão bonito e poderoso saber que dentro de cada um de nós há um Universo de sabedoria e amor para ser descoberto e explorado, que sempre que tenho uma ocasião propícia, busco ficar sozinha, para que lá , nós duas, cara a cara, possamos fazer planos, tentar resolver dilemas, compreender questões, e nesta louca aventura chamada vida, ir em busca da profunda verdade e beleza que só existem dentro de mim…e sem dúvida nenhuma dentro de você. Por isso, da próxima vez que você estiver sozinho (a) agradeça e aproveite, é mais uma oportunidade feliz de se reconectar consigo mesmo e transpor outro degrau nesta infinita jornada da evolução.
“Não, Tempo, não zombarás de minhas mudanças! As pirâmides que novamente construíste, não me parecem novas, nem estranhas; Apenas as mesmas com novas vestimentas.”
A inovação chega pelas mãos da Corindus, empresa adquirida pela Siemens, e a primeira unidade foi instalada no país no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. Ali, os médicos já empregam os braços de um robô para realizar uma angioplastia — a instalação de stents para liberar o fluxo sanguíneo em artérias bloqueadas.
A tecnologia traz mais precisão aos movimentos do profissional, que o opera com um joystick, do lado de fora da sala. Assim, ele fica protegido da radiação dos equipamentos de imagem que guiam a intervenção.
“Espalhados pelo mundo, 110 robôs já realizaram 9 mil desses procedimentos”, informa Ricardo Caruso, gerente de negócios da Siemens. “No Brasil, foram mais de 80, dez deles em pessoas com Covid-19, permitindo o distanciamento seguro da equipe”, completa.
Entenda as diferenças para o método tradicional
Movimentos robóticos milimétricos propiciam melhor controle no procedimento
Método convencional
+ Habilidade: o desempenho no procedimento depende das mãos humanas. Se o fio-guia usado entorta, por exemplo, é preciso redirecioná-lo.
+ Mais tempo: a angioplastia tende a ser mais longa e cansativa. O médico fica ao lado do paciente e usa um pesado avental para se proteger da radiação.
+ Apoio visual: para colocar o stent e desobstruir a artéria, o tamanho da lesão é estimado pelos profissionais, podendo haver imprecisões.
Método robótico
+ Acurácia: com a inteligência artificial associada ao processo, o profissional faz movimentos com melhor navegabilidade e exatidão.
+ Menos exposição: feita a partir de uma sala separada, a intervenção é mais rápida e ágil, beneficiando o paciente, que fica menos tempo exposto à radiação.
+ Ajuste fino: a medição robótica das placas otimiza a escolha do stent, reduz o risco de cobertura incompleta e a eventual sobreposição dessas peças metálicas.
Tecnologia que começa a ser utilizada no Brasil dá mais segurança às angioplastias
Hey mãe Eu tenho uma guitarra elétrica Durante muito tempo isso foi tudo que eu queria ter
Mas, hey mãe Alguma coisa ficou pra trás Antigamente eu sabia exatamente o que fazer
Hey mãe Tem uns amigos tocando comigo Eles são legais, além do mais Não querem nem saber Mas agora, lá fora Todo mundo é uma ilha A milhas e milhas e milhas de qualquer lugar
Nessa terra de gigantes Eu sei, já ouvimos tudo isso antes A juventude é uma banda Numa propaganda de refrigerantes
As revistas, as revoltas, as conquistas da juventude São heranças, são motivos, pras mudanças de atitude Os discos, as danças, os riscos Da juventude A cara limpa, a roupa suja Esperando que o tempo mude
Nessa terra de gigantes Tudo isso já foi dito antes A juventude é uma banda Numa propaganda de refrigerantes
Hey mãe Já não esquento a cabeça Durante muito tempo isso foi só o que eu podia fazer
Mas, hey hey mãe Por mais que a gente cresça Há sempre coisas que a gente não pode entender
Por isso, mãe Só me acorda quando o sol tiver se posto Eu não quero ver meu rosto antes de anoitecer Pois agora lá fora O mundo todo é uma ilha A milhas e milhas e milhas e milhas e milhas
Nessa terra de gigantes Que trocam vidas por diamantes A juventude é uma banda Numa propaganda de refrigerantes
Nessa terra de gigantes Que trocam vidas por diamantes A juventude é uma banda Numa propaganda de refrigerantes
Pesquisadores criaram e testaram com sucesso uma forma de visão artificial. Após receber um implante cerebral, Bernardeta Gómez, de 57 anos, pôde identificar letras, linhas e formas simples – e conseguiu até jogar uma versão simplificada do jogo Pac-Man.
Gómez perdeu a visão há 16 anos por uma lesão do nervo óptico chamada neuropatia óptica tóxica. Em uso inédito da tecnologia, a equipe de pesquisadores implantou um arranjo de 96 microeletrodos, com 4 mm por 4 mm, no córtex visual da ex-professora de biologia, para fazê-la enxergar.
Durante os experimentos, Gómez usou óculos especiais, equipados com uma câmera. Os dados visuais coletados pelos óculos eram codificados e enviados para os eletrodos. Eles estimulavam diretamente o cérebro da voluntária, que transformava os sinais elétricos em imagens.
Os pesquisadores ativaram os eletrodos gradualmente nos testes, para aumentar a complexidade da estimulação à medida que o cérebro de Gómez aprendia a distinguir as imagens. Ela começou visualizando pontos, avançou para a identificação de barras (exemplificada neste vídeo) e, posteriormente, pôde perceber um rosto humano.
Os experimentos aconteceram durante um período de seis meses e foram relatados em um estudo publicado recentemente na revista Journal of Clinical Investigation. Segundo os pesquisadores, não houve complicações para a implantação e posterior retirada dos eletrodos. Também não se percebeu influência do implante para além do córtex visual, e os eletrodos não prejudicaram a função de neurônios próximos.
Pesquisadores inseriram um conjunto de eletrodos no córtex visual da voluntária; dispositivo estimulou diretamente os neurônios, enviando sinais elétricos que o cérebro interpretou como imagens
Que a justiça seja feita, que as verdades descortinadas em tantas sessões, por vezes tristes até doer a alma, possam servir ao menos para ajudar a punir tantas barbaridades que ficaram comprovadas na CPI.