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O Brasil aparecendo como merece . Realizando feitos incríveis.

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Cozinha com causa

A ativista vegana Carol J. Adams e a nutricionista Virginia Messina defendem que as escolhas que fazemos ao nos alimentar têm impactos significativos em aspectos tão diversos como a mudança climática, o bem-estar animal, a justiça social e, claro, a própria saúde.

E nos convocam a fazer nossa parte, preconizando ingredientes mais sustentáveis e amigáveis — o que significa, para elas, limar a comida de origem animal.

Em Cozinha de Protesto (clique aqui para comprar), as autoras não só justificam essa abordagem como criam um manual prático para quem quer se engajar no ativismo alimentar e aprender receitas pra lá de criativas, como bacon de soja e brownie de abobrinha.

cozinha vegana

Capa do livro Cozinha de Protesto.

Ficha técnica

Cozinha de Protesto
Autoras: Carol J. Adams e Virginia Messina
Editora:
 Alaúde
Páginas: 288
Clique aqui para comprar.

Obra mostra o papel da alimentação em questões ambientais, sociais e, claro, de saúde

Cozinha com causa

publicado originalmente em Veja saúde

Encontro com a Rainha …por Mágica Mistura

“A Rainha da Floresta é mãe amorosa, e também enérgica disciplinadora, quando precisa ser. Nossa entrega, intuito e conexão com Ela, nos trarão uma nova visão da existência, do ser e do existir … Que bom todos ousassem esse poderoso encontro.”

✨ Mágica Mistura

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Salve nossas Forças!🍀💚🍀💚🍀

Um Ano Novo de Descobertas, Sonhos e Realizações!!!!

Irmandade Polimata aqui!

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Assista a “LUGAR DE FALA E A CONFUSÃO QUE SE FAZ – Entrevista portal Pheeno parte 2/3” no YouTube

Saudades da Tia Rita?

Olha ela aqui…Poderosa, inteligente e magnífica!

Rita von Hunty aqui!

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Papo cabeça: a importância de falar sobre saúde mental e buscar ajuda

Antes mesmo da pandemia do coronavírus, o Brasil já era um dos países mais ansiosos do mundo, de acordo com um relatório da Organização Mundial da Saúde realizado em 2017. Com a chegada da Covid-19, segundo documento publicado recentemente pela revista científica The Lancet, mais de quatro em cada dez brasileiros tiveram problemas de ansiedade. O estudo também aponta o impacto que a emergência sanitária teve na saúde mental de populações vulneráveis, como jovens, mulheres, pessoas com transtornos mentais preexistentes, assim como trabalhadores da saúde e da linha de frente e pessoas com menor status socioeconômico.

Com isso em mente, a Fundación MAPFRE e a Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) lançam a campanha digital “Movimento Papo Cabeça”, com foco na saúde mental da população brasileira. A ideia, durante os meses de dezembro e janeiro, é unir vozes, entre especialistas e influenciadores, para promover uma conversa sobre saúde mental.

Trazendo informações confiáveis, a campanha quer levar conhecimento a um número cada vez maior de pessoas. “A saúde mental é uma área negligenciada e um tema que é tratado como tabu. Historicamente, pessoas com problemas de saúde mental são alvo de preconceito, discriminação, violência e exclusão social, processos que muitas vezes são tão nocivos e produzem tanto sofrimento quanto a própria condição de saúde mental. Por esses motivos, é fundamental dar visibilidade ao tema, conscientizar a população, governos e a sociedade como um todo sobre a importância de se investir na área e de se falar abertamente sobre o tema para combater o estigma associado às pessoas com problemas de saúde mental”, explica Catarina Dahl, consultora de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas da OPAS/OMS.

Informação de qualidade sobre o tema é essencial; Fundación MAPFRE e OPAS lançam campanha para discutir bem-estar

Papo cabeça: a importância de falar sobre saúde mental e buscar ajuda

publicado originalmente em Veja saúde

Alasca registra recorde de 20ºC em pleno inverno

O estado americano do Alasca, que tem parte do seu território dentro do Círculo Polar Ártico, foi surpreendido nesta semana com temperaturas de 19.5ºC.

Segundo meteorologistas dos Estados Unidos, a marca jamais foi registrada durante o inverno, quando as temperaturas na região chegam a cair a até 50ºC negativos.

A onda de calor vem sendo classificada por climatologistas como “absurda” para esta época do ano, em que o frio costuma atingir seu auge. De acordo com estudiosos do clima, o episódio provavelmente está relacionado ao aquecimento global.

Na comunidade de Cold Bay, os termômetros marcaram oito dias de temperatura dos 10ºC, enquanto que o vilarejo de Unalaska registrou 13,3ºC no dia 25, o dia de Natal mais quente da história do Alasca.

Estado americano também é atingido por chuvas torrenciais

Alasca registra recorde de 20ºC em pleno inverno

publicado originalmente em Veja

O que você precisa saber sobre o surto de gripe H3N2

Além do Sars-CoV-2, outro vírus que está gerando preocupação é o H3N2, um subtipo do vírus influenza que está causando gripe em pelo menos 17 estados brasileiros. Em São Paulo, as internações por influenza já são 25% do total das causadas por síndrome respiratória na rede pública; no Rio de Janeiro, a doença causou mais mortes em dezembro no Rio de Janeiro do que a Covid-19.

Mas o que é o H3N2? O vírus influenza tem três tipos que circulam na população humana (A, B e C), e o H3N2 é uma nova cepa do subtipo A, batizada de Darwin. Não se trata de uma referência a Charles Darwin e sua teoria da evolução: a variante tem esse nome porque foi detectada pela primeira vez na cidade de Darwin, na Austrália. No Brasil, foi identificada pela primeira vez pelo Instituto Oswaldo Cruz, em amostras provenientes do Rio de Janeiro.

O tipo A do influenza é o mais comum e propício a causar epidemias sazonais de gripe. Ele é dividido em subtipos, como H1N1 e H3N2. As letras H e N se referem às proteínas hemaglutinina e neuraminidase – que ajudam o vírus a grudar nas células humanas e se replicar em nosso organismo, respectivamente. Os números que acompanham as letras H e N, por sua vez, indicam subtipos dessas proteínas.

Subtipo do vírus influenza está provocando surtos atípicos de gripe pelo Brasil. Conheça os sintomas, entenda a questão envolvendo a eficácia da vacina e saiba o que fazer em caso de suspeita da doença.

O que você precisa saber sobre o surto de gripe H3N2

publicado originalmente em superinteressante

Tecnologia revela detalhes da múmia de Amenhotep I, de 3 mil anos de idade

Descoberta há 140 anos na região de Deir el-Bahari, no Egito, a múmia do faraó Amenhotep I é uma das poucas que não foram desembrulhadas em tempos recentes, para evitar o desgaste das bandagens e do corpo. Até hoje, ela continua preservada da maneira como foi encontrada, mas a tecnologia conseguiu revelar os mistérios do antigo monarca.

Um estudo publicado no periódico científico Frontiers in Medicine e liderado por Sahar Saleem, professora de radiologia na Universidade do Cairo, dá detalhes inéditos de Amenhotep. De acordo com uma técnica de varredura topográfica computadorizada, sabe-se que o faraó morreu aos 35 anos de idade. “Ele tinha aproximadamente 169 cm de altura, era circuncidado e tinha dentes em bom estado. Por baixo das bandagens, ele usava 30 amuletos e um cinto com contas de ouro”, escreveu a pesquisadora.

A tecnologia, que gera uma imagem em três dimensões, permite ver em detalhes como o processo de mumificação é eficaz em preservar cada osso do corpo do faraó. Não foi possível determinar a causa de sua morte, já que nenhum ferimento foi encontrado. Ele foi a ser enterrado com os braços cruzados sobre o peito e, curiosamente, não teve seu cérebro removido, uma prática comum.

Imagem em 3D mostrando o corpo preservado de Amenhotep I dentro do sarcófago

Pesquisa usou imagens em 3D para determinar idade, altura e até joias usadas pelo monarca

Tecnologia revela detalhes da múmia de Amenhotep I, de 3 mil anos de idade

publicado originalmente em Veja

Cientistas usam truques de mágica para investigar a mente de pássaros

Ilusionistas exploram lacunas em nossa atenção e percepção para disfarçar movimentos que realizam diante de nossos olhos – como tirar uma moeda de trás da orelha. Nos últimos anos, cientistas perceberam que investigar por que somos enganados por truques de mágica pode ser um bom jeito de entender como nossa mente funciona. Mas e outros animais? Eles caem nos mesmos truques que nós?

É o que tentam descobrir alguns pesquisadores, como a equipe liderada pela professora Nicola Clayton, da Universidade de Cambridge, na Inglaterra. Eles são responsáveis pelo primeiro estudo a comparar como animais e pessoas reagem a truques de mágica pensados para enganar humanos.

Os animais estudados foram os gaios (Garrulus glandarius), pássaros da família Corvidae, como corvos e gralhas. Eles foram escolhidos porque, como outros membros da família, demonstram habilidades cognitivas sofisticadas e são considerados relativamente inteligentes.

Estudo comparou a reação de gaios e pessoas a ilusões que transferem objetos entre as mãos. Os pássaros não se deixaram enganar em duas situações, mas surpreenderam os cientistas em uma terceira. Entenda.

Cientistas usam truques de mágica para investigar a mente de pássaros

publicado originalmente em superinteressante