« A Fumaça de OURO das Epidemias – Os garimpeiros tornaram-se muitos na nossa floresta, destruindo as cabeceiras do rio e matando-nos com as suas doenças »

foto: « Yanomami: transformação xamânica » – Barbara Crane Navarro « Os garimpeiros se tornaram muito numerosos em nossas terras altas da floresta, destruindo as nascentes do rio e matando seus habitantes com suas doenças. Os mineiros de ouro são comedores de terra, seres malignos! Sua mente está vazia e eles estão cheios de fumaça epidêmica! Devemos evitar […]

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publicado originalmente em Bárbara Crane Navarro

Introdução de bactéria no Aedes reduz em 77% transmissão de dengue na Indonésia

Cientistas que estudam uma abordagem promissora contra a propagação do vírus da dengue acabam de obter resultados animadores. No teste mais completo realizado até agora, a transmissão da doença foi reduzida em 77% em uma cidade da Indonésia após a introdução de mosquitos infectados com uma bactéria do gênero Wolbachia.

A dengue chega a nós a bordo de fêmeas do mosquito Aedes aegypti e infecta de 100 a 400 milhões de pessoas a cada ano, principalmente em regiões tropicais e subtropicais do planeta (como o Brasil). A doença não tem um tratamento específico, e a vacina é recomendada apenas para quem já foi infectado antes.

Nessa abordagem experimental, que já foi testada no Brasil, um microorganismo retarda a multiplicação do vírus no mosquito. Os resultados obtidos no sudeste asiático são o maior sucesso até hoje.

Introdução de bactéria no Aedes reduz em 77% transmissão de dengue na Indonésia

publicado originalmente em superinteressante

Assista a “2 crises que podem explicar indicação de Crivella a embaixada na África do Sul” no YouTube

Interesses excusos e passada de pano na sujeira alheia…quem adivinharia ?!

Vamos aos fatos…

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Viver…por Cazuza

“Você está vivo. Esse é o seu espetáculo. Só quem se mostra se encontra. Por mais que se perca no caminho.”

🌷Cazuza

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Corais têm protetor solar natural que atenua efeitos das mudanças climáticas

Os corais são animais cnidários – a mesma classificação das anêmonas e águas-vivas. Eles não são gelatinosos porque, ao contrário de seus primos, são revestidos por um esqueleto calcário. Em bom português, corais têm casquinha. 

Essa casca crocante de carbonato de cálcio é forrada por minúsculas algas chamadas zooxantelas. Elas são extremamente coloridas e fazem fotossíntese. Parte do alimento que elas produzem com auxílio da luz do Sol é entregue para os corais como um pagamento.

O aquecimento global faz os cnidários expulsarem as algas que lhes fornecem alimento, blindagem do Sol e as cores vivas características. Mas algumas espécies resistem melhor a esse processo.

Corais têm protetor solar natural que atenua efeitos das mudanças climáticas

publicado originalmente em superinteressante

Assista a “CALE A BOCA, MONSTRO!!!” no YouTube

Sem mais!…

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Amanhã 🌷

A hora é agora

Destino incerto, estrada solta

Ao sabor do vento

Na crista da onda

Seguindo o fluxo

No bailar das marés

Amanhã, ninguém sabe

Vou saber eu?

Um cubo mágico

Origami fantástico

Desdobrar de surpresas

A vida é um átimo 

Que viva o agora!

O amanhã é um instante

Abra seus olhos,

Desperte  para o mundo

Solte as amarras

Experimente o que é novo

Beba da fonte !

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Assista a “Pausa na saga: elefantes que inexplicavelmente cruzam China param para soneca” no YouTube

Uma soneca?! Tudo de bom 💤💤💤

Esses elefantes sabem o que é viver 💖

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Especial seres abomináveis: Yeti

Por: Priscila Gorzoni

Seu nome surgiu da palavra “yeh teh” traduzido por: “animal desconhecido das montanhas”. Mas ficou conhecido para o resto do mundo como “o abominável homem das neves do Himalaia”. Segundo as lendas locais o Yeti é um gigante que caminha sobre duas pernas, possui o corpo recoberto de pêlo escuro, mas com […]

Especial seres abomináveis: Yeti

publicado originalmente em o baú do folclore

Línguas indígenas estão morrendo – e, com elas, o conhecimento sobre plantas medicinais

“Cada língua indígena é um reservatório único de conhecimento medicinal”. Assim escrevem os pesquisadores Rodrigo Cámara-Leret e Jordi Bascompte em um recente estudo que faz um alerta: o perigo do desaparecimento de antigos conhecimentos de plantas medicinais a partir da extinção das línguas indígenas.

Novo estudo analisa como idiomas ameaçados concentram saberes exclusivos sobre determinadas plantas. Descobertas reforçam importância da preservação dessas culturas.

Línguas indígenas estão morrendo – e, com elas, o conhecimento sobre plantas medicinais

publicado originalmente em superinteressante