“Faço votos que aprendas a amar as tempestades em vez de fugir delas.”

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Espaço poético, rotineiro e alternativo
“Faço votos que aprendas a amar as tempestades em vez de fugir delas.”

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O medicamento é um antibiótico, o mais utilizado da classe das fluoroquinolonas (levofloxacino e moxifloxacino também fazem parte), que age inibindo uma enzima que promove a multiplicação de bactérias.
Ele é indicado para uma lista bem diversa de infecções bacterianas, das simples às mais complexas. Falamos de infecções abdominais, de pele, no trato urinário, nos ossos, nas articulações e até as broncopulmonares.
“Há a forma oral, de uso mais comum, e a injeção intravenosa, considerada naqueles pacientes com baixa absorção gastrointestinal, que sofrem de diarreia, por exemplo, e que geralmente estão internados”, explica médica infectologista Marina Campelo Jabur, coordenadora do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital Unimed Sorocaba, no interior paulista.
Esse antibiótico é eficaz contra uma vasta gama de infecções. Mas seu uso deve ser feito com cautela devido ao risco de resistência bacteriana
Ciprofloxacino: o que é, para que serve e os efeitos adversos
publicado originalmente em Veja saúde





A vida no campo é saudável e apaixonante…eu amo 💖
Vamos passear por Minas Gerais? Conhecer paisagens, receitas e uma gente carinhosa e hospitaleira?
Terra de Minas por aqui!
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Um pardal na janela, outro na estrada
A mente observa alerta, desperta
A abelha zoa, lá longe a chuva surge
O rastro do bicho, a centenária figueira
Um cafezinho passado, a nuvem,a poeira
Calçado jogado de lado, não gosto,nem quero
Garoa de novo,venta outra vez
Umidade vinda da lagoa…
Barulho só do bambuzal,dos passarinhos
Ou do boi teimoso no pasto
Olho mais de perto…uma capivara
Que a noite deixou o rastro
Revoada de periquitos,um lagarto
Espera, já volto…
Que coisa linda, mais uma foto
Fragmentos de um dia ideal
Caminhada no final da tarde…
As delícias do solzinho matinal
Nada de luxo,nada de pressa
Vivendo no ritmo e no tempo da Terra .

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O Telescópio Espacial Hubble, da Nasa, foi lançado três décadas atrás. Ele contribuiu e continua contribuindo para a astronomia, mas já não é o satélite mais moderno da agência. No dia 18 de dezembro, à bordo do foguete Ariane 5 da Agência Espacial Europeia (ESA), deve ir ao céu seu sucessor: o Telescópio Espacial James Webb (JWST), que promete enxergar mais longe do que o Hubble.
O projeto do James Webb, que recebe o nome de um ex-administrador da Nasa, não é recente. Ele foi idealizado em 1996 e, desde então, recebeu um investimento de US$ 10 bilhões. A equipe por trás do novo observatório soma 1.200 pessoas, entre cientistas, técnicos e engenheiros de 14 países.
Como será capaz de enxergar muito longe, o telescópio irá investigar eventos que aconteceram 13,6 bilhões de anos atrás, chegando à formação das primeiras estrelas e galáxias, que surgiram 100 a 250 milhões de anos após o Big Bang. A luz de objetos nessa parte distante do universo é desviada para o vermelho, sendo necessários telescópios infravermelhos para observá-los. O JSWT tem essa capacidade, enquanto o Hubble observa principalmente a luz ultravioleta e elemento
O novo observatório, que ficará localizado a 1,5 milhão de quilômetros da Terra, deve ajudar os astrônomos a compreender a formação das primeiras estrelas e galáxias do universo.
Telescópio espacial James Webb, da Nasa, deve ser lançado em dezembro
publicado originalmente em superinteressante





Sebastião Salgado recebendo o Prêmio Imperial, Laurentino Gomes e seu mais novo livro …cultura, ecologia e natureza.
Tudo isso e muito mais no Repórter Eco!

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“Serão os gênios da tarde
Que passam sobre as campinas,
Cingido o colo de opalas
E a cabeça de neblinas,
E fogem, nas harpas de ouro
Mensagens a dedilhar?
São os sabiás que cantam…
Não vês o sol declinar?
Ou serão talvez as preces
De algum sonhador proscrito,
Que vagueia nos desertos,
Pedindo a Deus um consolo
Que o mundo não pode dar?”
🌻✨ Fagundes Varela

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Um fóssil encontrado na cordilheira do Atlas, em Marrocos, pertenceu ao mais antigo – e estranho – anquilossauro descoberto até agora. As costelas desse dino são tão incomuns que os paleontólogos que se dedicaram ao seu estudo pensaram, a princípio, que poderiam ser falsificações: há uma série de espinhos de queratina (como os chifres de um rinoceronte) se projetando a partir dos ossos.
Sabe-se que os anquilossauros eram herbívoros e tinham o corpo envolto por uma carcaça bastante rígida, protegida por extremidades afiadas. Eram tanques de guerra pré-históricos movidos a mato e blindados contra carnívoros. Os fósseis encontrados até hoje exibiam pontas incorporadas apenas à pele do animal. Este anquilossairo é o primeiro a apresentá-las fundidas ao esqueleto.
Encontrada na Cordilheira do Atlas, em Marrocos, essa costela de anquilossauro tem 168 milhões de anos e possui espinhos de queratina fundidos ao osso, uma característica inédita no registro fóssil.
Fóssil “estranho” de anquilossauro mais antigo conhecido intriga paleontólogos
publicado originalmente em superinteressante