Nas favelas, no senado Sujeira pra todo lado Ninguém respeita a constituição Mas todos acreditam no futuro da nação
Que país é esse? Que país é esse? Que país é esse?
No Amazonas, no Araguaia-ia-ia Na Baixada Fluminense Mato Grosso, Minas Gerais E no nordeste tudo em paz
Na morte eu descanso Mas o sangue anda solto Manchando os papéis Documentos fiéis Ao descanso do patrão
Que país é esse? Que país é esse? Que país é esse? Que país é esse?
Terceiro mundo se for Piada no exterior Mas o Brasil vai ficar rico Vamos faturar um milhão Quando vendermos todas as almas Dos nossos índios num leilão.
Que país é esse? Que país é esse? Que país é esse? Que país é esse?
“Tudo que não seja viver escondido numa casinhola, pobre ou rica, com uma pessoa que se ame, e no adorável conforto espiritual que dê esse amor – me parece agora vão, fictício, inútil, oco e ligeiramente imbecil.”
Nunca é demais lembrar que a ignorância é mãe dos preconceitos ,e que partindo deste princípio, só o conhecimento nos dará clareza e justiça para mudar os paradigmas.
Meteoro Brasil nos trás narrativas contundentes sobre um tema que não pode nem deve ser minimizado.
Uma dose de reforço da vacina Pfizer contra a Covid-19aumentou em 20 vezes o nível de anticorpos em voluntários com esquema vacinal completo da Coronavac. É o que indica um estudo preliminar feito no Uruguai.
O país já administrou doses de reforço em 24% da população. O estudo terá duração de dois anos, com coletas de sangue periódicas dos participantes.
Ao todo, são 57 voluntários que tiveram o sangue colhido em quatro momentos diferentes: antes da vacinação, 18 dias após a vacinação, 80 dias após a vacinação e 18 dias (em média) após o reforço com Pfizer.
Dados colhidos no Uruguai ainda são preliminares; país já administrou o reforço em 24% da população
Reunir uma dentista, cavalos e um grupo de pessoas acima de 60 anos parece não fazer tanto sentido num primeiro momento. Mas tudo fica mais claro e interessante quando se conhece o estudo feito por Ednéia de Mello, doutoranda em odontologia na Universidade de São Paulo, em Ribeirão Preto, junto à Associação de Equoterapia Vassoural (AEV).
Dezesseis voluntários de até 79 anos foram convidados a realizar sessões sobre o cavalo — sempre com instrutores ao lado — duas vezes por semana durante três meses. A ideia era avaliar o impacto da equoterapia na capacidade funcional e no sistema estomatognático.
“Esse sistema desempenha funções como mastigação, sucção, deglutição fonoarticulação e respiração, e seu desequilíbrio pode envolver outras cadeias musculares, afetando até a postura”, explica Ednéia.
Pesquisa brasileira constata efeitos positivos na mobilidade, no equilíbrio postural e até na mastigação
Uma empresa americana de biociência e genética anunciou na última segunda-feira (13) que levantou um investimento de US$ 15 milhões destinado a um projeto bastante ambicioso: trazer os mamutes-lanosos de volta à tundra ártica. Ou mais ou menos isso: o projeto pretende criar híbridos de mamutes, extintos há 4 mil anos, e elefantes asiáticos, que estão atualmente ameaçados de extinção. A empresa chamada Colossal foi fundada por Ben Lamm, um empresário de tecnologia e software, e George Church, um professor de genética de Harvard.
Segundo os responsáveis pelo projeto, recriar um animal semelhante ao mamute-lanoso representa avanços científicos relativos à chance de resgatar espécies extintas, mas também seria uma forma de combater as mudanças climáticas. Segundo os cientistas envolvidos no projeto, os dois mamíferos (o mamute-lanoso e o elefante asiático) apresentam 99,6% de semelhança genética. O primeiro passo é identificar quais genes compõem a diferença entre os genomas e são, portanto, responsáveis por características específicas dos mamutes – como o pelo, as camadas de gordura e outras adaptações ao clima frio.
Equipe de cientistas e empresários pretende recriar o DNA do mamute-lanoso, usando parte do genoma do elefante asiático e criando híbridos dos mamíferos. Confira.