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São José do Norte RS Brasil

“Para emagrecer e ter mais saúde, devemos cortar pães, arroz, massas e doces do dia a dia”. Certamente você já ouviu esse conselho, justificado pelo fato de esses alimentos serem ricos em carboidratos. Mas será que é isso mesmo?
O consumo de carboidratos começou a ser atacado quando se descobriu que ingerir gorduras não era tão ruim como pensávamos.
Daí, comer altas quantidades de cereais e massas passou a ser associado à epidemia de obesidade e doenças crônicas, como diabetes e problemas cardíacos.
Esse raciocínio contribuiu para que dietas com baixo teor de carboidratos ficassem em evidência. Assim, muitas pessoas começaram a temer os alimentos fontes dessa substância tão importante.
+ Leia também: Índice glicêmico: na montanha-russa do açúcar
Os carboidratos, assim como as proteínas e as gorduras, são considerados macronutrientes, ou seja, compostos que precisamos em maior quantidade.
E eles têm uma função muito importante: fornecer energia para nossas células, garantindo o funcionamento de órgãos importantes, como cérebro, coração e músculos.
Inclusive, em outro texto já explicamos como uma alimentação deficiente em carboidratos pode ser a razão de sintomas como cansaço, dor de cabeça e falta de concentração, por exemplo. Perdeu? Leia aqui.
Vários tipos diferentes de carboidratos são encontrados em cereais (arroz, milho, trigo, aveia), tubérculos (batatas), raízes (mandioca), leguminosas e frutas. Eles são digeridos e absorvidos de formas distintas pelo nosso organismo.
Ninguém precisa (nem deve) excluir esse nutriente essencial da rotina. Basta aprender a identificar suas melhores fontes
Carboidratos: como consumir do jeito certo
publicado originalmente em Veja saúde
Saudades da Tia Rita?
Olha ela aqui…Poderosa, inteligente e magnífica!
Rita von Hunty aqui!

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Antes mesmo da pandemia do coronavírus, o Brasil já era um dos países mais ansiosos do mundo, de acordo com um relatório da Organização Mundial da Saúde realizado em 2017. Com a chegada da Covid-19, segundo documento publicado recentemente pela revista científica The Lancet, mais de quatro em cada dez brasileiros tiveram problemas de ansiedade. O estudo também aponta o impacto que a emergência sanitária teve na saúde mental de populações vulneráveis, como jovens, mulheres, pessoas com transtornos mentais preexistentes, assim como trabalhadores da saúde e da linha de frente e pessoas com menor status socioeconômico.
Com isso em mente, a Fundación MAPFRE e a Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) lançam a campanha digital “Movimento Papo Cabeça”, com foco na saúde mental da população brasileira. A ideia, durante os meses de dezembro e janeiro, é unir vozes, entre especialistas e influenciadores, para promover uma conversa sobre saúde mental.
Trazendo informações confiáveis, a campanha quer levar conhecimento a um número cada vez maior de pessoas. “A saúde mental é uma área negligenciada e um tema que é tratado como tabu. Historicamente, pessoas com problemas de saúde mental são alvo de preconceito, discriminação, violência e exclusão social, processos que muitas vezes são tão nocivos e produzem tanto sofrimento quanto a própria condição de saúde mental. Por esses motivos, é fundamental dar visibilidade ao tema, conscientizar a população, governos e a sociedade como um todo sobre a importância de se investir na área e de se falar abertamente sobre o tema para combater o estigma associado às pessoas com problemas de saúde mental”, explica Catarina Dahl, consultora de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas da OPAS/OMS.
Informação de qualidade sobre o tema é essencial; Fundación MAPFRE e OPAS lançam campanha para discutir bem-estar
Papo cabeça: a importância de falar sobre saúde mental e buscar ajuda
publicado originalmente em Veja saúde
“Que nosso espírito seja o guia, e nosso coração a bússola que nos leva a transpor o obstáculo das ilusões.”

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O estado americano do Alasca, que tem parte do seu território dentro do Círculo Polar Ártico, foi surpreendido nesta semana com temperaturas de 19.5ºC.
Segundo meteorologistas dos Estados Unidos, a marca jamais foi registrada durante o inverno, quando as temperaturas na região chegam a cair a até 50ºC negativos.
A onda de calor vem sendo classificada por climatologistas como “absurda” para esta época do ano, em que o frio costuma atingir seu auge. De acordo com estudiosos do clima, o episódio provavelmente está relacionado ao aquecimento global.
Na comunidade de Cold Bay, os termômetros marcaram oito dias de temperatura dos 10ºC, enquanto que o vilarejo de Unalaska registrou 13,3ºC no dia 25, o dia de Natal mais quente da história do Alasca.
Estado americano também é atingido por chuvas torrenciais
Alasca registra recorde de 20ºC em pleno inverno
publicado originalmente em Veja


Lagoa dos Patos Tavares RS Brasil
Começando bem o dia…bolo de cenoura com chocolate.
No aguardo do cafezinho.
Isamara Amâncio aqui!

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“Palavra puxa palavra, uma ideia traz outra, e assim se faz um livro, um governo, ou uma revolução, alguns dizem que assim é que a natureza compôs as suas espécies.”
🦋Machado de Assis

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