Entenda o corte de R$ 600 milhões no orçamento da ciência brasileira

Na última quinta-feira (7), o Congresso Nacional votaria um projeto de lei que previa liberação de R$ 690 milhões à ciência brasileira. O CNPq, principal órgão nacional de fomento à pesquisa, contava com esse dinheiro para pagar bolsas a pesquisadores. No entanto, após uma modificação na proposta, o dinheiro do CNPq desapareceu do dia para a noite. 

O projeto de lei nº 16 (PLN 16) foi proposto em agosto deste ano. Originalmente, ele destinaria R$ 690 milhões ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. Desse valor, R$ 655,4 milhões sairiam do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), que é subordinado ao MCTI.

Esse é um fundo para o qual os outros órgãos de ciência podem pedir financiamento quando as contas apertam. O CNPq, por exemplo, precisa pegar dinheiro desse fundo para pagar bolsas de pesquisa (já que o orçamento “garantido” do CNPq só daria para pagar 13% das bolsas aprovadas).

Os outros R$ 34,6 milhões viriam de créditos suplementares (um reforço no orçamento que estoura o teto de gastos e por isso precisa ser aprovado no Congresso) e iriam para a Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), outro órgão subordinado ao MCTI. Esse dinheiro seria dedicado principalmente à produção de radiofármacos contra o câncer.

Recentemente o Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen) declarou que precisaria de 89,7 milhões para manter a produção de radiofármacos até dezembro – ou seja, os R$ 34,6 milhões não seriam suficientes. A produção desses medicamentos está interrompida desde o dia 20 de setembro, por falta de recursos. 

Grande parte do dinheiro para pagamento de cientistas pelo CNPq, a maior agência de fomento do país, desapareceu da noite para o dia após canetada encomendada pelo Ministério da Economia.

Entenda o corte de R$ 600 milhões no orçamento da ciência brasileira

publicado originalmente em superinteressante

Mágicas Imagens ✨✨

O que você precisa saber sobre a primeira vacina contra a malária recomendada pela OMS

Na última quarta-feira (06), a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendou o uso em larga escala da primeira vacina aprovada contra a malária, chamada RTS,S/AS01 – ou Mosquirix. A decisão chega após um programa-piloto de vacinação conduzido desde 2019 em três países africanos: Quênia, Malawi e Gana.

A malária é uma doença parasitária que mata meio milhão de pessoas todos os anos, praticamente todos residentes da África Subsaariana. Dentre as vítimas, 260 mil são crianças com menos de cinco anos de idade. 

Segundo Pedro Alonso, diretor do programa de malária da OMS, essa é uma decisão histórica. A primeira vacina contra a malária (e contra qualquer doença parasitária) foi desenvolvida pela farmacêutica britânica GlaxoSmithKline. Ela treina o sistema imune da criança para combater o Plasmodium falciparum, um dos cinco parasitas causadores da malária. O falciparum é o mais letal e é o que predomina na África.

O imunizante levou 34 anos para ser desenvolvido – e é o primeiro aprovado para uma doença parasitária.

O que você precisa saber sobre a primeira vacina contra a malária recomendada pela OMS

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Instante…por Cecília Meireles

“Se em um instante se nasce e um instante se morre, um instante é o bastante pra vida inteira.”

🌷Cecília Meireles

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Yanomami e Árvores – Minas de Ouro e Ouro de luxo / COVID-19 propagado por garimpeiros… « Não – Pas de Cartier! » – A exibição: se estende para o próximo ano até 4 de dezembro de 2022  

Desempenho « Escultura de fogo », La Miroiterie, Paris, França – 2006: Barbara Crane Navarro

« Os xamãs Yanomami que lutam contra a epidemia de xawara veem a imagem da doença aparecer forma de tiras de tecido escarlate. A epidemia de xawara está se aproximando e sua fumaça está vermelha brilhante! Ele transforma o céu em um fantasma […]

Yanomami e Árvores – Minas de Ouro e Ouro de luxo / COVID-19 propagado por garimpeiros… « Não – Pas de Cartier! » – A exibição: se estende para o próximo ano até 4 de dezembro de 2022  

publicado originalmente em Bárbara Crane Navarro

Estes cachorros “geniais” aprenderam o nome de até cem brinquedos

O seu cachorro de estimação provavelmente identifica imediatamente (e com bastante alegria) a palavra “passear”. Talvez ele também conheça alguns comandos, como “sentar” ou “deitar” – mas talvez seja mais distraído quanto aos nomes de objetos do dia a dia, como os de seus brinquedos. Isso é comum entre os cães: de algum modo, eles têm maior facilidade com palavras associadas a ações.

Mas existem alguns cachorros excepcionalmente talentosos com palavras. Em um novo estudo, pesquisadores descobriram cães que podem aprender até 12 novos nomes de brinquedos em uma semana – e lembrar das palavras por pelo menos dois meses.

Os animais apresentaram suas habilidades ao Genius Dog Challenge (“desafio do cachorro gênio”, em inglês), realizado por pesquisadores da Hungria e que reúne aqueles que seriam os cães mais espertos do mundo. O desafio consiste em uma série de experimentos transmitidos ao vivo em redes sociais, nos quais os pets mostram suas habilidades, e faz parte de um projeto maior de pesquisa sobre aprendizagem e processamento de línguas em cachorros.

Uma nova pesquisa da Hungria descobriu pets com bastante talento para decorar nomes de objetos – um deles, inclusive, é brasileiro. Confira.

Estes cachorros “geniais” aprenderam o nome de até cem brinquedos

publicado originalmente em superinteressante

🦋 Asas para voar 🦋

Sim,os pássaros têm asas

Assim como as têm as borboletas

Os morcegos, moscas e abelhas também

Se sonhas com asas repletas de penas

Se as queres translúcidas…

… tal as libélulas e fadas pequenas

Talvez robustas como a águia

Rápidas e coloridas tipo beija flor?

Seriam elas para alcançar os picos

Cruzar os vales, sentir o vento

Ou alcançar lugares,vencer distâncias

Sobrepujar o tempo…

Saia do sonho, caia da cama

Olhe para si , nós já as temos

Nascemos com asas, creia

Asas belas e robustas

Coloridas e potentes

Translúcidas e rápidas feito um furacão

Asas feitas da fé ,da esperança e da vontade

As asas poderosas da imaginação ✨🦋

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A internet está tóxica! E isso pode mexer com a nossa saúde mental

De forma geral, todo mundo sabe que a internet não é lá o lugar mais saudável do mundo.

Ao longo dos anos, ela tem se mostrado uma faca de dois gumes: ao mesmo tempo que facilitou o acesso à informação, abriu as portas para a desorientação e as fake news. Instaurou novos hábitos e riscos, mudando a forma de realizar operações bancárias e comprar produtos, mas também dominando nossos dados pessoais e servindo como armadilha para golpes.

Por meio das redes sociais, a internet criou espaço para comunidades e trocas incríveis, só que, em paralelo, deu vazão à intolerância e ao discurso de ódio, representados na figura dos trolls (gente que causa deliberadamente confusão no ambiente online) e dos haters (os promotores do ódio).

Claro, isso não acontece porque a internet em si é ruim. Ela é, antes de mais nada, um meio, uma plataforma. Mas as redes sociais, em particular, têm um potencial de induzir comportamentos muitas vezes desmedidos em frente às telas, sem falar no seu aspecto viciante, como acusam alguns estudos.

Críticas podem virar discurso de ódio nas redes sociais, gerando problemas emocionais e sociais. Como se blindar e não cair nesse tipo de comportamento?

A internet está tóxica! E isso pode mexer com a nossa saúde mental

publicado originalmente em Veja saúde

Assista a “ARROZ DOCE DE TAPIOCA- O MELHOR MINGAU DE TAPIOCA DA VIDA- SUPER CREMOSO – DELICIOSO-Isamara Amâncio” no YouTube

Só de olhar já deu água na boca…

Por favor um cafezinho…

Isamara Amâncio aqui!

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Cientistas descobrem dinossauro parente do T. Rex – do tamanho de uma galinha

Há 200 milhões de anos, um dinossauro do tamanho de uma galinha habitava o que conhecemos hoje como País de Gales. Apesar de parecer pouco ameaçador, o animal era carnívoro e estava no topo da cadeia alimentar. O Pendraig milnerae, como foi batizado, era um terópode típico, que andava sobre duas pernas como seus primos T. Rex e Velociraptor. A única diferença é que ele habitou a Terra bem antes de seus parentes.

Sua história começou no Período Triássico Superior (período que vai de 237 a 201 milhões de anos atrás). Ele foi descoberto por pesquisadores do Museu de História Natural de Londres, no Reino Unido. A descrição completa do réptil foi publicada nesta quarta-feira (6) na revista Royal Society Open Science.

Para começar a conhecê-lo, vale entender a história por trás de seu nome: Pendraig milnerae. Pendraig significa “dragão chefe” – uma referência à posição de predador diante dos outros animais na época em que viveu. Milnerae, por sua vez, é uma homenagem à paleontóloga Angela Milner, que faleceu em agosto deste ano e teve grande importância para a descrição da espécie.

Fósseis encontrados no País de Gales sugerem que o terópode passou por um processo evolutivo conhecido como nanismo insular. Entenda.

Cientistas descobrem dinossauro parente do T. Rex – do tamanho de uma galinha

publicado originalmente em superinteressante