Nem só de notas de repúdio vive o Brasil. Também temos denúncias no Tribunal de Haia…
Espero que algo vá para frente, neste pântano de absurdos e covardias.
Meteoro Brasil aqui!

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Espaço poético, rotineiro e alternativo
Nem só de notas de repúdio vive o Brasil. Também temos denúncias no Tribunal de Haia…
Espero que algo vá para frente, neste pântano de absurdos e covardias.
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Eu estava no dentista perto de casa, em São Paulo, quando recebi a fatídica ligação do meu irmão. “Ingrid, já comprei a passagem aérea. Você vem para Teresina amanhã. O papai foi internado.” Oi? Eu não queria acreditar no que estava acontecendo. O medo dominava completamente a minha razão.
A única coisa que consegui perguntar foi: “Mas se eu preciso ir significa que é grave?”. Ele hesitou: “Acho que a família precisa ficar unida nesse momento”. Desabei em lágrimas.
Uma semana antes desse dia, meu pai contou que estava com Covid-19 na ligação diária que realizávamos. Mas seu otimismo e alegria de sempre o faziam falar convicto de que ia vencer o vírus. Uns três dias depois da conversa por telefone, mamãe avisou que também tinha contraído a doença.
Entrei em desespero. Queria voar para Teresina naquele dia mesmo, mas papai não deixou, disse que eu correria risco e que era para ficar tranquila porque eles iam ficar bem. Me despedi reafirmando que estava com muito receio, afinal eles são a coisa mais importante da minha vida.
Depois de ouvir um “Eu te amo” dele, desliguei. Aquela foi a última vez que falei com meu pai.
Começo com a minha história porque perder alguém na pandemia é essencialmente traumático. A Covid-19 se demonstrou uma doença imprevisível, uma roleta-russa que nem a medicina sabia, a princípio, como desarmar. E não fui um caso isolado.
“As mortes por Covid-19 são completamente desestabilizadoras”, diz o psicólogo Rodrigo Luz, fundador do Instituto Pallium Brasil, que trabalha com suporte a pessoas em luto e cuidados paliativos.
“Os enlutados não chegavam antes com tantos sintomas de estresse pós-traumático, com tanta desorganização mental como agora. Vivemos o maior experimento psicológico do século, e os desafios se mostram ainda maiores”, interpreta.
Uma das consequências mais devastadoras da Covid-19 é o luto que tanta gente vivencia e vai se arrastar até depois do controle da doença. Entenda
Luto: temporal da dor
publicado originalmente em Veja saúde
Toda sabedoria e cultura estão interligadas. Com a mitologia nórdica não é diferente.
Professora Lúcia Helena Galvão em uma aula excelente!

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“Um dia aprendi que sonhos existem para tornarem-se realidade. E, desde aquele dia, já não durmo pra descansar. Simplesmente durmo pra sonhar.”
💖 Walt Disney

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Camboriú SC Brasil

Cuidar da comunidade de micro-organismos que moram em nosso aparelho digestivo já não é mais como antigamente. Pudera: a ciência vem desvendando que aquilo que acontece por ali tem implicações no corpo inteiro — da pele ao coração, do sistema imune ao nervoso. Só para ter ideia, 70% das nossas células de defesa se encontram no trato gastrointestinal, e até 90% da serotonina, neurotransmissor essencial ao nosso estado de bem-estar, é produzida nessas redondezas. Manter esse habitat em harmonia, portanto, faz diferença para o ecossistema do organismo todo. Então como cuidar dele? Alimentando e cultivando os moradores bem-vindos, recrutando novos aliados e evitando que malfeitores apareçam e as coisas desandem por lá. Foi para isso que nasceram os probióticos, produtos à base de bactérias estudadas por suas vantagens ao corpo humano. Quanto mais avança o conhecimento nesse campo, mais aparecem alimentos e suplementos destinados a zelar pela microbiota. Só que, aí, os probióticos já não estão sozinhos. O universo dos “bióticos” se expandiu tanto que conta agora com uma sucessão de prefixos: pre, sim, para, pos e psicobióticos (mais abaixo, destrinchamos cada uma dessas categorias). Em comum, todos esses produtos buscam aprimorar ou preservar algum aspecto daquela comunidade de olho em benefícios para nós, os hospedeiros. “A microbiota é peça-chave em nosso estado de saúde. Ela se desenvolve desde antes de o bebê nascer e pode sofrer mudanças ao longo dos anos. Tipo de parto, amamentação, estilo de vida… Tudo isso a influencia”, explica a bióloga Katia Sivieri, da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Araraquara. Uma criança que vem ao mundo de parto normal tem um perfil de bactérias intestinais diferente de uma que nasce de cesárea. O mesmo acontece em função do aleitamento materno. E pesquisas indicam que, tanto no primeiro caso (parto normal) como no segundo (leite da mãe), o pequeno ficaria mais protegido de obesidade e doenças crônicas.
A família de produtos para a microbiota intestinal cresce com uma lista de prefixos e funções, que vão de modular a imunidade a preservar a saúde mental
Probióticos: um universo em expansão
publicado originalmente em Veja saúde

Na última terça (19), cirurgiões americanos afirmaram ter realizado com sucesso o transplante do rim de um porco a um paciente humano diagnosticado com morte cerebral – em suporte artificial de vida e sem possibilidade de recuperação. O feito inédito, considerado um marco por especialistas na área, foi relatado ao jornal USA Today.
A cirurgia foi realizada no dia 25 de setembro no centro médico Langone Health, da Universidade de Nova York. Segundo o médico Robert Montgomery, que liderou o procedimento, o paciente foi observado durante um período de 54 horas e nenhum sinal de rejeição foi detectado. Pelo contrário: o rim passou a funcionar normalmente, produzindo urina e eliminando creatinina, substância produzida pelos músculos e que é despachada por esse órgão.
O rim veio de um porco geneticamente modificado, desenvolvido pela empresa americana de biotecnologia Revivicor e aprovado pela FDA (agência regulatória dos EUA, semelhante à nossa Anvisa) em dezembro de 2020 para uso como alimento ou potencial fonte para tratamentos humanos.
Nos EUA, paciente com morte cerebral recebeu órgão de um animal criado a partir de edição genética – e que passou a funcionar imediatamente. Entenda.
Pela primeira vez, cirurgiões transplantam rim de porco em um humano
publicado originalmente em superinteressante
Receitinha de bolo de banana? Temos também!
Trás o café?
Isamara Amâncio dá a dica!

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Agora e às vezes, enxergo com nitidez.
Olho e vejo tudo como é, claro e chato
Mas dura pouco, quase nada
Lá vou eu pra terra do nunca, outra vez
Neste lugar que só eu conheço
Posso ser de tudo um pouco
Ou tudo junto, dia, hora, ano ou mês
Parece coisa de louco?
Pode apostar que é sim
A terra do nunca é minha, caro colega
É uma doideira só…
Invenções da minha mente
Lá moro eu velha, moça e garotinha!
De dia começa a noite, ou a tarde…
E termina de manhãzinha…

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Mais de 1,5 bilhão de seres humanos convivem com a perda de audição, segundo a estimativa do projeto Global Burden of Disease em cima de dados colhidos em 2019. A iniciativa faz revisões e projeções de doenças pelo planeta com base em informações populacionais de centenas de países.
No caso do déficit auditivo, 62% dos indivíduos com o problema têm mais de 50 anos, e ao redor de 403 milhões de pessoas encaram prejuízos em nível moderado ou severo. Com o envelhecimento mundo afora, o trabalho prevê que, em 2050, haverá 2,45 bilhões de pessoas com perda de audição.
Isso conclama ações de prevenção e controle urgentes. Os pesquisadores encorajam medidas como o rastreamento de déficit auditivo na infância, o manejo de infecções capazes de comprometer o ouvido e o maior acesso a aparelhos auditivos e procedimentos como o implante coclear.

Levantamento internacional indica que uma em cada cinco pessoas no mundo sofre com algum grau de prejuízo para ouvir. Veja esta e outras notícias
Radar da saúde: uma pandemia de perda auditiva e outros destaques
publicado originalmente em Veja saúde