Você lembra, lembra Daquele tempo Eu tinha estrelas nos olhos Um jeito de herói Era mais forte e veloz Que qualquer mocinho de cowboy
Você lembra, lembra Que eu costumava andar Bem mais de mil léguas pra poder buscar Flores-de-maio azuis E os seus cabelos enfeitar
Água da fonte cansei de beber Pra não envelhecer Como quisesse roubar da manhã Um lindo pôr-de-sol Hoje não colho mais as flores-de-maio Nem sou mais veloz como os heróis
É talvez eu seja Simplesmente como um sapato velho Mas ainda sirvo se você quiser Basta você me calçar Que eu aqueço o frio dos seus pés
Água da fonte cansei de beber Pra não envelhecer Como quisesse roubar da manhã Um lindo pôr-de-sol Hoje não colho mais as flores-de-maio Nem sou mais veloz como os heróis
É talvez eu seja Simplesmente como um sapato velho Mas ainda sirvo se você quiser Basta você me calçar Que eu aqueço o frio dos seus pés
Talvez eu seja simplesmente Como um sapato velho Mas ainda sirvo se você quiser Basta você me calçar Que eu aqueço o frio dos seus pés
Fonte: LyricFindCompositores: Claudio Jose Moore Nucci / Paulo Filho / De Carvalho Mauricio Magalhaes
Os sonhos seguem como um dos tópicos mais misteriosos para a ciência: ainda há muito debate sobre o porquê do nosso cérebro criar tantas fantasias quando dormimos. Mas é possível que o caminho para finalmente entender essa experiência esteja relacionado ao ramo de aprendizado de máquina. É isso o que aponta um novo estudo do neurocientista Erik Hoel, da Universidade Tufts, nos Estados Unidos, que foi publicado na revista Patterns.
Mesmo que a ilha de Creta já tenha sido o centro da civilização do Mar Egeu, mas hoje em dia é possível encontrar apenas uma ideia do que um dia foi o seu passado