A médica Maria de Lourdes Teixeira da Silva sabe bem como fica o corpo depois da Covid-19. No ano passado, precisou de 15 dias de internação para lidar com a forma grave da doença, mas levou alguns meses para superar totalmente o quadro, hoje chamado de pós-Covid.
“Me recuperei devagarzinho, mas tive muita sensação de fadiga e uma queda de cabelo horrível”, relembra a diretora do GANEP Nutrição Humana. Ela não está sozinha: estudos revelam que uma em cada três pessoas que contraem o coronavírus podem apresentar alguma queixa a longo prazo.
Em um bate-papo com VEJA SAÚDE, Maria de Lourdes conta como a alimentação pode auxiliar quem está nesse processo. Confira!
Médica explica como o cardápio ajuda a resgatar a massa muscular perdida e a lidar com outras consequências do coronavírus
Quando o bebê nasce antes de completar 37 semanas de gestação, o parto é considerado prematuro. Na maioria dos casos, o recém-nascido é transferido para a UTI neonatal, onde deve ficar por alguns dias ou até semanas ganhando peso, sendo monitorado e realizando exames – que podem incluir alguns procedimentos dolorosos, como coletas de sangue e até a inserção de tubos para alimentação e respiração.
Não dá para driblar esses cuidados, mas pesquisadores buscam formas de torná-los menos agonizantes para os pequenos, sem ter que recorrer a intervenções medicamentosas. Um estudo publicado na revista Scientific Reports mostra que a solução pode estar mais próxima do que os cientistas imaginavam: na voz das mães. Pesquisadores da Universidade de Genebra, na Suíça, analisaram 20 bebês prematuros que estavam internados no Hospital Parini, na Itália. Eles acompanharam várias coletas de sangue desses recém-nascidos, avaliando como a presença da voz da mãe interferia nos níveis de dor e na liberação do hormônio ocitocina (ligado ao vínculo e relaxamento) nas crianças.
De acordo com cientistas, o som da voz materna ajuda a diminuir a dor dos recém-nascidos e aumentar seus níveis de ocitocina enquanto eles passam por procedimentos na UTI neonatal.
É agridoce para o jornalista de saúde escrever sobre notícias falsas. Por um lado, há a oportunidade preciosa de explicar ao leitor por que elas são tão perigosas. Por outro, paira na mente o dilema de que as semanas de pesquisa, entrevistas e elaboração dos textos pouco adiantarão para mudar a cabeça de quem já foi contaminado por elas.
Afinal, basta uma linha desmentindo a utilidade de determinado remédio no tratamento da Covid-19 ou alertando sobre a real gravidade da doença e pronto: perde-se qualquer oportunidade de diálogo e o sujeito se volta a fontes que, embora suspeitas, dizem o que ele gostaria de ouvir.
Um novo estudo mostrou que polvos da costa australiana arremessam objetos com a possível intenção de acertar uns aos outros. O comportamento raro foi observado principalmente em polvos fêmeas, que provavelmente realizam os arremessos para se livrar de machos assediadores. Os arremessos de conchas, algas e punhados de lodo foram observados pela primeira vez em 2015, em uma região da Baía Jervis (na Austrália) que ganhou o apelido de “Octopolis” por conta da grande quantidade de polvos da espécie Octopus tetricus encontrados por lá. O comportamento de arremesso foi visto como uma forma de cavar tocas, limpá-las ou se livrar de restos de comida, por exemplo. Mas ocasiões em que os polvos atingiam outros indivíduos com os objetos arremessados deixaram o pesquisador Peter Godfrey-Smith, da Universidade de Sydney, e sua equipe em dúvida. Eles não sabiam se os polvos estavam acertando uns aos outros intencionalmente ou não. Os cientistas fizeram mais filmagens e análises, e descobriram que existem diferenças entre os tipos de arremesso realizados, o que sugere que os polvos miram seus arremessos e eventualmente acertam uns aos outros de propósito. Para realizar os arremessos, os polvos seguram os objetos em seus tentáculos e então disparam um jato de água a partir de seus sifões, realizando o lançamento.
Pesquisadores analisaram o comportamento de polvos na Austrália e perceberam que os animais podem fazer arremessos direcionados – atingindo outros indivíduos intencionalmente.
Se o medo aparece em sua jornada, colocando você dentro de prisões que dificultam o seu crescimento, peça ajuda aos anjos. Em um momento só seu, concentre-se no seu chacra cardíaco. Imagine uma luz rosa e brilhante vinda do céu, entrando em seu peito, te acalmando a cada inspiração. Sinta o amor dos anjos te […]