Chiados, barulhos de chuva e de cachoeira e outros sons do cotidiano aparecem em aplicativos, no YouTube e em aparelhos específicos como soluções para cair no sono. Especialistas avaliam que, apesar da popularidade que a tática alcançou, não há evidências científicas suficientes para comprovar sua eficácia.
Uma revisão publicada recentemente na revista científica Sleep Medicine Reviews cita 38 estudos relacionados especificamente ao uso do ruído branco, que se caracteriza por um som contínuo, mais próximo de um chiado ou um rádio fora de estação. A conclusão é de que as evidências sobre a capacidade de essa técnica facilitar o adormecimento são insuficientes – além disso, ela pode afetar negativamente a qualidade do sono e a audição.
Nessa seara de sons para dormir, outros populares são o ruído rosa e o marrom ou browniano (em referência ao cientista inglês Robert Brown). As duas cores são variações do branco, definidas a partir da frequência (medidas em hertz) e da amplitude do som (volume).
Aplicativos oferecem barulhos de chuva e mar, som de ventilador e chiados para ajudar a adormecer. Mas a estratégia não tem respaldo científico
Na parte sul e central do Oceano Pacífico, mais de mil ilhas espalhadas formam a chamada Polinésia. A região foi ocupada por meio de uma série de viagens, em que pequenos grupos de pessoas desbravaram o oceano em canoas e saltaram de ilha em ilha, ao longo de gerações.
Existem histórias orais sobre as navegações, mas não se sabe exatamente quando e em que sequência essas viagens aconteceram. A expansão ocorreu rapidamente, e por isso não há mudanças drásticas de idioma ou cultura entre as populações.
Agora, uma equipe de cientistas recorreu à genética para montar o grande quebra-cabeça da migração na Polinésia, mapeando o caminho de colonização das ilhas.
Eles sequenciaram o DNA de 430 habitantes atuais de 21 ilhas. Por meio de análises computacionais de ancestralidade, os pesquisadores descobriram que a expansão partiu da ilha de Samoa por volta do ano 830 d.C. Ao longo de 17 gerações, as populações chegaram até a Ilha de Páscoa.
Pesquisadores analisaram o DNA de populações atuais para mapear a ocupação da Polinésia. Veja por onde eles passaram até chegar na Ilha de Páscoa
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