Um ano e sete meses após a descoberta do novo coronavírus, na China, o mundo ainda enfrenta novas ondas da pandemia. Um misto de desconhecimento (por se tratar de uma doença nova) com medo e ansiedade fez com que pessoas e profissionais da saúde tomassem medidas que, hoje, provaram-se equivocadas. Para dar esse esse alerta e indicar o que realmente tem respaldo científico em termos de prevenção e tratamento, estudiosos da campanha Choosing Wisely, que promove o uso racional de recursos na área da saúde e a medicina baseada em evidências, publicaram 10 recomendações básicas para conter a Covid-19. O compilado saiu no periódico Nature Medicine.
Recomendações são baseadas em uma análise robusta de evidências científicas. O objetivo do documento é evitar práticas que podem agravar a pandemia
A descoberta vem da Universidade Edith Cowan, na Austrália, onde foi analisada a relação entre ingestão de frutas e presença de diabetes entre 7 675 pessoas. Após cinco anos de acompanhamento, na turma em que o alimento fazia parte do cardápio, houve redução de 36% no risco de a doença dar as caras.
Nesses indivíduos, notou-se uma melhor sensibilidade à insulina, o que se traduz em maior capacidade de as células retirarem o açúcar do sangue e transformá-lo em energia.
O consumo de pelo menos duas porções por dia pode reduzir o risco de desenvolver a doença
Nesta segunda-feira (27), pesquisadores da NASA anunciaram a detecção de vapor d’água na lua Ganimedes, a maior do planeta Júpiter e de todo o Sistema Solar. Em comunicado, a agência espacial explicou que o vapor é proveniente da sublimação do gelo presente na superfície do satélite.
Os dados foram obtidos pelo telescópio espacial Hubble, em atividade desde 1990. Ele capturou as primeiras imagens ultravioleta (UV) de Ganimedes em 1998, as quais revelaram a presença de oxigênio molecular (O2) na atmosfera lunar. Mas os cientistas perceberam que algumas características não correspondiam àquelas esperadas numa atmosfera de O2 puro. Na época, os pesquisadores assumiram que grandes concentrações de oxigênio atômico (O) na atmosfera estavam causando esta divergência.
A oscilação de temperatura no satélite parece estar levando à sublimação do gelo presente em sua superfície. A observação complementa estudos sobre a atmosfera de Ganimedes.
Os recifes de corais são muito importantes para vida marinha: eles servem como locais de alimentação, reprodução e refúgio para várias espécies. O problema é que eles são especialmente suscetíveis às mudanças climáticas, especialmente o aumento da temperatura dos oceanos.
Quando eles morrem, levam junto ecossistemas marinhos inteiros num efeito dominó. Para investigar o que pode acontecer com os recifes de coral do Atlântico Sul, pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) estudaram três espécies de corais. O estudo foi publicado recentemente no periódico especializado Frontiers in Marine Science.
Cientistas coletaram dados e usaram simulações de computador para descobrir como o aquecimento global vai afetar três espécies importantes para a construção de recifes no nosso quintal oceânico.