“Vamos começar o dia com uma profunda reverência à nós mesmos. Gratos por insistirmos, por sermos teimosos, resilientes em acreditar no agora, na força da fé e na vitória do espírito humano, no bom, na verdade e no bem. Mais uma vez!”
O detetive Hercule Poirot – tão famoso por sua genialidade quanto excentricidade – curte suas férias no Egito quando se vê em meio a um mistério. Uma rica herdeira é assassinada em sua festa de casamento, e todos os convidados de um cruzeiro luxuoso no rio Nilo são suspeitos.
Para descobrir o culpado, Poirot coloca seu talento investigativo em ação na trama do filme Morte do Nilo, que chegou aos cinemas na última quinta-feira (10). O longa é adaptação da obra homônima de Agatha Christie, publicada em 1937. Poirot é interpretado por Kenneth Branagh, que também é diretor do filme.
Esta é a segunda vez que Kenneth dirige uma adaptação de Christie. A primeira foi Assassinato no Expresso do Oriente (2017), em que ele também interpreta Poirot. O novo filme é a segunda versão do livro Morte no Nilo para os cinemas. (A primeira é de 1978, com Peter Ustinov no papel do detetive. Você confere o trailer aqui.)
Kenneth Branagh interpreta o detetive Hercule Poirot pela segunda vez em Morte no Nilo (2022).
Christie é a escritora mais vendida e traduzida da história, e Morte no Nilo é um dos seus principais romances. Jean Pierre Chauvin, pesquisador da Universidade de São Paulo que estuda os livros da autora, explicou à Super que o sucesso da obra se dá por vários fatores.
Além da presença do famoso Poirot e do cenário que inclui ruínas e monumentos egípcios – elementos considerados exóticos na época de publicação –, o romance policial se destaca pela profundidade. “A trama é muito engenhosa, porque tem um triângulo amoroso que se anuncia desde o começo. Não é só um romance policial, mas tem personagens complexos”.
“Morte no Nilo”, novo filme baseado na obra homônima de Agatha Christie, estreou na última quinta-feira nos cinemas. Conheça essa e outras adaptações cinematográficas da rainha do crime.
A informação é relevante para combater ou tentar reduzir o número de episódios na população. Afinal, trata-se de um problema crônico que pode levar à morte – são 46 mil óbitos relacionados a essa versão da doença por ano em todo o mundo.
Estima-se que 300 milhões de pessoas vivem com asma ao redor do globo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), sendo que de 5% a 10% desses pacientes têm o quadro grave.
“Quando uma pessoa sem a doença aspira pó, por exemplo, ela espirra ou tosse para se livrar dele. Mas um asmático entra em crise. É que os tubos que levam ar para o pulmão ficam obstruídos, ocasionando uma reação exagerada”, explica o pneumologista Ciro Kirchenchtejn, professor na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
O estudo envolveu mais de 1 400 pessoas que sofrem ataques graves e chegou a esses cinco principais fatores desencadeantes:
Em estudo, contato com vírus respiratórios apareceu entre os fatores que mais estimulam crises. Mudanças de clima também foram citadas