“Da floresta mágica, do mais encantado dos reinos, surgiu uma Deusa dourada. Seus negros cabelos e seu olhar de estrelas, encheram o mundo de magia, fazendo que para sempre, todos que provaram seu amor , nunca mais se sentissem sós.”
“Posso parecer utópica com minhas histórias de fantasia, fadas, gnomos e seres encantados. Mas, atire a primeira pedra quem, à sua maneira, nunca sonhou com um mundo melhor. Esse é o meu jeito…”
“Finos clarins que não ouvimos devem soar por dentro da terra, nesse mundo confidencial das raízes, — e arautos sutis acordarão as cores e os perfumes e a alegria de nascer, no espírito das flores.”
“A imaginação foi a companheira de toda a minha existência, viva, rápida, inquieta, alguma vez tímida e amiga de empacar, as mais delas, capaz de engolir campanhas e campanhas, correndo…”
Duas equipes e um objetivo: não deixar a bola cair no chão. Parece esporte moderno, mas era assim esse jogo praticado por povos antigos da Mesoamérica.
Mais de 1,5 mil quadras já foram descobertas – e a mais antiga, na Guatemala, data de 1.400 a.C. O “jogo de bola”, chamado assim mesmo por pesquisadores, foi uma tradição que se estendeu do Caribe ao sudoeste dos Estados Unidos, variava regionalmente e impressionou europeus.
É que os espanhóis nunca tinham visto um jogo com bolas de borracha até chegarem ao México, na época das Grandes Navegações. Na verdade, eles nem conheciam a borracha. Chegaram até a enviar uma equipe de jogadores astecas à Espanha, para jogarem diante da corte de Carlos V.
O esporte impressionou espanhóis, aparece relacionado a sacrifício humano e era praticado com bolas de borracha – que podiam conter cinzas de gente.
“A mente é qual um espelho; colhe pó enquanto reflete; são necessárias as suaves brisas da sabedoria da alma para limpar o pó de nossas ilusões.Procura, ó principiante, fundir tua mente e alma.”