Os animais, que costumam viver em ambientes sujos e superlotados, são utilizados no turismo e também nas “caças enlatadas”, em que são confinados em áreas delimitadas para serem mortos.
As organizações de conservação animal têm um novo motivo para comemorar. No início desta semana, o Departamento de Silvicultura, Pesca e Meio Ambiente da África do Sul deu um grande passo para acabar com a criação de leões em cativeiro no país. Em comunicado, eles explicaram que a manutenção dos cativeiros não está contribuindo para a conservação da espécie, mas sim afetando a imagem do país frente à causa.
Em estudo, essa vacina reduziu em 90% as hospitalizações. Se aprovada, ela pode se tornar a primeira a ser usada em larga escala contra a dengue.
A farmacêutica Takeda solicitou à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) o registro de uma nova vacina contra a dengue. A TAK-003 é feita com uma versão modificada do vírus vivo atenuado e protege contra os quatro sorotipos da doença.
“Basta abrir os ouvidos e o coração para encontrar o percussionista que existe dentro de você”, afirma o músico baiano vencedor do Grammy Latino.
Quem já viu Carlinhos Brown no palco sabe que ele se transforma quando começa a tocar os instrumentos de percussão. É, com certeza, algo que vem da alma e emociona os espectadores. No entanto, a técnica também é mais que necessária para encantar plateias pelo mundo.
Descoberta em uma caverna no Quênia, sepultura reforça teoria de que humanos da Idade da Pedra já realizavam rituais funerários.
Diferente de outros animais, os seres humanos não deixam seus entes queridos largados em qualquer canto após a morte. Somos os únicos que fazem enterros e, mais do que isso, respeitamos e cultuamos aquele corpo como se ele ainda estivesse vivo.
Estudos baseados no corpo embalsamado podem ajudar cientistas a compreender os cuidados pré-natais do passado.
No século 19, uma múmia foi doada à Universidade de Varsóvia, na Polônia, e guardada no Museu Nacional da capital. Por muito tempo, pesquisadores acreditaram que aquele corpo pertencia a uma mulher, mas não foram feitos muitos estudos e a figura misteriosa foi deixada de lado. Um século depois, cientistas resolveram estudar o caixão e acabaram decifrando os escritos do sarcófago. Havia ali o nome de um homem, o provável falecido.