
A pandemia viu um boom de separações em boa parte do mundo. Entenda as razões e veja como o protagonismo das mulheres tem crescido nessa decisão.
A nova era do divórcio
publicado em superinteressante

Espaço poético, rotineiro e alternativo

A pandemia viu um boom de separações em boa parte do mundo. Entenda as razões e veja como o protagonismo das mulheres tem crescido nessa decisão.
A nova era do divórcio
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Criado pela empresa de Inteligência Artificial britânica DeepMind, o programa foi batizado de PLATO, sigla em inglês para “aprendizado de física por autocodificação e rastreamento de objeto”, e foi criado para entender que objetos no mundo material seguem à risca as leis da física.
A DeepMind foi adquirida pela Google em 2014, e já contribuiu para o ramo de IAs com Flamingo, um programa que descreve com precisão uma foto usando apenas algumas imagens de treino, e com AlphaZero, um programa que derrotou os melhores adversários robóticos e humanos em partidas de xadrez.
Os cientistas procuraram tocar numa questão importante com a PLATO. Segundo eles, “algo está faltando” nas principais Inteligências Artificiais; elas “ainda têm dificuldade em capturar o conhecimento de ‘senso comum’ que guia previsões, inferências e ações em cenários humanos cotidianos”.
Pensando nisso, eles focaram em ensinar um conhecimento “intuitivo”: física clássica. Não é preciso assistir a uma aula de física para saber empiricamente que “tudo que sobe desce” e “dois objetos não ocupam o mesmo lugar”. PLATO foi treinada com vídeos de simulações de objetos se comportando da forma que deviam. Foram usados prismas retangulares e esferas de tamanhos e massas variados para simular colisões, tipos de movimentos variados, queda livre, entre outros.
O algoritmo foi alimentado com vídeos sem pé nem cabeça. E aprendeu a distinguir os que obedecem às leis da física.
Inteligência artificial aprende conceitos básicos da física clássica
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Asas de fada têm purpurina
Roupas de elfo também
Brilho e magia é comigo mesma
Espera só, também eu quero cintilar
Nunca falta em meu dia
Um tanto de alegria e encantamento
Que nunca fizeram mal a ninguém…
Venham os seres da floresta
Todos, todas, enfim
Bailemos juntos na vida
Sentindo a brisa,a lua, a flor, o capim
Brilhos, brilhantes, purpurina em quantidade
Brincaremos de manhã, a noite ou a tarde
Eu, as fadas e elfos não temos juízo nem idade.

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Na quarta-feira (13) às 17h30 (horário de Brasília), a Lua chegará ao seu ponto mais próximo da Terra do ano. O fenômeno, conhecido como “Superlua”, ocorre quando dois acontecimentos coincidem: a Lua está no seu ponto mais próximo de sua órbita ao redor da Terra, e também está em sua fase cheia. Isso faz com que o satélite pareça um pouco mais brilhante e mais próximo do que o normal, embora a diferença seja difícil de perceber.
A superlua de julho é a terceira das quatro que acontecerão em 2022 – e é a que chegará mais perto da Terra. A primeira, em maio, coincidiu com um eclipse lunar total, e a quarta acontecerá em agosto.
O fenômeno deste mês foi apelidado superlua dos Cervos. Povos nativos norte-americanos nomearam a Lua cheia de julho dessa forma porque ela ocorre durante o verão do hemisfério Norte, época em que a galhada dos cervos se regenera.
A órbita da lua ao redor da Terra não é um círculo perfeito, mas sim uma elipse – ou seja, uma forma oval. A distância média entre a Lua e a Terra é de 382.900 km, mas existem pontos mais distantes (apogeu) e mais próximos (perigeu) da trajetória. A superlua só ocorre quando o perigeu coincide com o período de Lua cheia – e é por isso que o fenômeno não acontece todo mês.
A Lua cheia estará perto do perigeu – o ponto mais próximo de sua órbita ao redor da Terra. Mas a diferença de tamanho é pouco perceptível a olho nu.
Maior superlua do ano acontecerá nesta quarta; entenda o que ela significa
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Foto: Getty Images
Poderia ser o “Dumbo”, mas é um bebê de cabra anglo-nubiana que nasceu em Karachi, no Paquistão. Com apenas um mês de vida, o animal batizado de Simba pode ter batido um recorde: as orelhas mais longas da sua espécie, medindo quase 50 cm ou 22 polegadas. Apesar da espécie se caracterizar pelas […]
Conheça Simba, a cabra que tem as maiores orelhas do mundo

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“Uma árvore em flor fica despida no outono. A beleza transforma-se em feiura, a juventude em velhice e o erro em virtude. Nada fica sempre igual e nada existe realmente. Portanto, as aparências e o vazio existem simultaneamente.”
🌹Dalai Lama

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Nós seres humanos nos consideramos privilegiados por termos o cérebro mais desenvolvido do planeta…
Bom mesmo seria aprendermos a usar esse potencial, não é verdade?
Professora Lúcia Helena Galvão e Nova Acrópole aqui!

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“Trilhar um caminho novo é como um salto
no escuro, pode ser suave ou te fazer quebrar as pernas. Nas duas alternativas as descobertas te levarão a experimentar a diversidade, você terá ainda mais curiosidade do que têm pela frente, e mais cuidado ao fazer suas escolhas.”

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Quando o Rei Arthur derrotou um gigante em uma batalha, diz a lenda, este foi ao chão e deixou a impressão de seus cotovelos em uma pedra. O local é chamado de “Pedra de Arthur”, está a cerca de 200 quilômetros ao noroeste da atual Londres – e será alvo de escavações pela primeira vez.
A Pedra é uma tumba com mais de 5 mil anos e um dos maiores monumentos pré-históricos da Inglaterra. Hoje restam apenas as grandes pedras da câmara interna, que foi coberta por terra. São nove pedras verticais, cobertas por uma horizontal de 25 toneladas.
Uma investigação anterior, realizada fora da tumba, mostrou que a Pedra de Arthur se estendia ao sul e passou por duas fases distintas de construção. Agora, serão conduzidas escavações por pesquisadores da Universidade de Manchester (Inglaterra) e da English Heritage, uma organização pública que cuida do patrimônios histórico inglês.
A Pedra de Arthur é uma tumba com mais de 5 mil anos e um dos maiores monumentos pré-históricos da Inglaterra. Pesquisadores estão atrás de pistas sobre quem a construiu.
Tumba ligada ao Rei Arthur será alvo de escavações pela primeira vez
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Abelhas têm um tipo de comunicação peculiar. Para avisar as companheiras de colmeia sobre a localização das flores com mais néctar, elas executam uma espécie de dança.
Funciona assim: a abelha se remexe a partir de um ponto, desenhando uma espécie de semicírculo. Em seguida, percorre de novo o mesmo trecho reto e volta em outro semicírculo, mas desta vez pelo lado oposto. Observando o gingado da colega, as outras operárias sabem dizer a distância, a direção e até a qualidade da fonte de alimento anunciada.
Essa linguagem despertou o interesse de pesquisadores da área da robótica, que se inspiraram na técnica para criar um novo tipo de comunicação entre máquinas.
Um primeiro robô traça uma forma no chão e, assim como nos insetos, a orientação da forma e o tempo para desenhá-la informam a um segundo robô a direção e a distância. A técnica pode ser usada em situações em que o trabalho do robô é necessário, mas as comunicações tradicionais por rede não são tão viáveis, como em uma zona de desastre ou no espaço.
Com base nessa comunicação entre os insetos, os robôs entendem a direção e distância do objetivo – e acertam em 90% das vezes.
Dança das abelhas é aplicada na comunicação entre robôs
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