
Datadas de cerca de 430 milhões de anos, elas podem ajudar a entender mais sobre o desenvolvimento do planeta durante a era Paleozoica.
Cientistas descobrem as queimadas mais antigas até agora
publicado em superinteressante

Espaço poético, rotineiro e alternativo

Datadas de cerca de 430 milhões de anos, elas podem ajudar a entender mais sobre o desenvolvimento do planeta durante a era Paleozoica.
Cientistas descobrem as queimadas mais antigas até agora
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Você provavelmente pensa em cachorros quando o assunto é auxílio animal em missões de busca e resgate. Mas ratos gigantes africanos também podem ser úteis para encontrar vítimas de desastres sob escombros. É o que propõe uma organização sem fins lucrativos chamada APOPO (sigla em holandês para “Desenvolvimento de Produtos para Remoção de Minas Terrestres Anti-Pessoal”).
Os ratos da espécie Cricetomys ansorgei são endêmicos da Tanzânia, onde fica a sede da APOPO. Como cães, eles têm olfato apurado e são capazes de passar por treinamentos específicos. Mas apresentam algumas vantagens: podem trabalhar com vários treinadores, são relativamente fáceis de se transportar e têm maior agilidade.
Por isso, os ratos são protagonistas de projetos humanitários da APOPO há duas décadas. Eles são criados e treinados para detectar tuberculose em amostras de escarro humano em países como Tanzânia e Etiópia ou farejar minas terrestres em Camboja, Moçambique e Angola.
Organização começou a treinar roedores em 2021 para encontrar vítimas sob escombros; a expectativa é que eles entrem em ação no próximo ano. Entenda.
Ratos com mochilas estão em treinamento para fazer missões de busca e resgate
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Minas Gerais Brasil
“Sou uma filha da natureza: quero pegar, sentir, tocar, ser. E tudo isso já faz parte de um todo, de um mistério. Sou uma só. (…) Sou um ser. E deixo que você seja. Isso lhe assusta? Creio que sim. Mas vale a pena. Mesmo que doa. Dói só no começo.”
🌷Clarice Lispector

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Por Bruno Garattoni
Quando você vai fazer alguma tarefa, e faz errado, um grupo específico de neurônios dispara para registrar aquilo – e gera um alerta que é enviado para várias áreas do cérebro, como as relacionadas à memória, às emoções e ao planejamento. Esse grupo de “neurônios juízes”, que tocam o alarme, foi descoberto por cientistas do hospital Cedars Sinai (1), nos EUA.
Eles monitoraram a atividade cerebral de 34 voluntários que têm epilepsia, e haviam recebido implantes de eletrodos no cérebro. Os pacientes foram submetidos a dois testes de reconhecimento de padrões (identificar números exibidos numa tela e dizer em qual cor uma palavra estava escrita).
Só que ambos eram projetados para induzir erros – a palavra “verde”, por exemplo, aparecia escrita em vermelho. Os neurônios detectores de erros ficam no córtex pré-frontal medial, que coordena a tomada de decisões.
Segundo os cientistas, a hiperatividade deles pode ser a causa do transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), em que a pessoa refaz muitas vezes as mesmas tarefas.
Fonte 1. The geometry of domain-general performance monitoring in the human medial frontal cortex. Z Fu e outros, 2022.
Conjunto de neurônios é especializado em detectar quando erramos em alguma tarefa – e dispara um alerta que se propaga por várias regiões cerebrais
Cérebro tem sistema de alarme contra erros
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Um bálsamo para os ouvidos e a alma…
É só relaxar, agradecer e sentir as energias renovadas.
🌷 HARIBOL!

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Receitinhas saborosas e diferentes?
Temos sim.
Paola Carosella aqui!

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Uma boa dose de informação e risadas?
Temos também.
Greg News aqui!

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Minas Gerais,Brasil

Por Maria Clara Rossini
O brasileiro médio passou 5,4 horas por dia no celular em 2021 – 30% mais em relação a antes da pandemia. Essa é uma das conclusões do relatório State of Mobile, que avalia métricas do uso de smartphones. Confira:

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Spoiler: muito. Veja como o Brasil se compara ao resto do mundo.
Gráfico: quanto tempo passamos no celular?
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