Um paleontólogo examina um fóssil de dinossauro do período Triássico (cerca de 250 milhões a 200 milhões de anos atrás) no Brasil. Crédito: Carl de Souza/AFP via Getty Por Mariana Lenharo e Meghie Rodrigues para a Nature Em dezembro de 2020, um artigo na revista Cretaceous Research enviou ondas de choque pela comunidade de paleontologia 1 . Descreveu uma espécie […]
“Uma Nova Era se descortina : descobertas, inovações, revelações…a vida e o mundo evoluem, é a lei natural e imutável do Universo. Navegue neste oceano, mas agregue conhecimento e profundidade à tua existência.”
“Todos nós, à medida que envelhecemos, podemos sofrer de artrose. A não ser, é claro, que você seja o Benjamin Button.” Quem diz isso, em tom de brincadeira, é o cirurgião ortopédico Marcos Cortelazo, da Rede D’Or São Luiz, em São Paulo. E faz todo o sentido! Escrito pelo americano F. Scott Fitzgerald (1896-1940), O Curioso Caso de Benjamin Button narra a história de um sujeito que nasce com 70 e poucos anos, cheio de rugas e cabelos brancos, e, a cada aniversário, fica um ano mais jovem. “Não sou tão velho quanto pareço”, repete o personagem, vivido por Brad Pitt na adaptação para o cinema. Artrose não é doença de velho — muito jogador de futebol e ginasta olímpico, entre outros atletas, encerraram a carreira por desgastes nos joelhos ou nos quadris —, mas, na maioria das vezes, é um processo lento e degenerativo que atinge as articulações com o avançar da idade. Começa por volta dos 50 anos e tende a se agravar após os 65 — dessa faixa em diante, 85% da população apresenta queixas. Segundo a Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), a artrose, que os médicos preferem chamar de osteoartrite, afeta cerca de 12 milhões de brasileiros. Metade deles nem sabe que tem a condição, às vezes assintomática e tantas vezes motivo de dor, inchaço e deformidade nas juntas. +Leia Também: Dor, artrose, fratura: Doenças reumatológicas limitam a vida da mulher Quanto mais avançado o caso, mais comprometida fica a qualidade de vida — inclusive com restrição de movimentos e perda da autonomia. A pandemianão deixou de emperrar as coisas por aqui. Segundo pesquisa britânica com pessoas à espera de uma cirurgia para artrose de joelho, o índice de bem-estar delas piorou dramaticamente com as mudanças impostas pelo coronavírus. Enquanto isso, segundo uma análise brasileira de antes e depois da Covid-19, o número de artroplastias totais de joelho — procedimento em que a articulação é substituída por uma prótese — despencou mais de 60% no SUS. “Não houve um aumento no número de pessoas com artrose no período, mas muitos pacientes, em sua maioria idosos, deixaram de ir ao médico ou de fazer fisioterapia durante o isolamento social. Aí a doença descompensou”, analisa o reumatologista Ricardo Fuller, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e coordenador da Comissão de Osteoartrite da SBR. +Leia Também: Coma fibras para aplacar a artrose E outros dois fatores de risco para o desgaste articular se aproveitaram da situação: o sedentarismoe o ganho de peso. Tanto o esforço excessivo ou repetitivo como a falta de movimentação contribuem para as juntas chiarem. Embora não seja uma doença genética, a artrose ocorre mais em pessoas de uma mesma família e estorva principalmente o sexo feminino — na proporção de seis mulheres para quatro homens. De acordo com o reumatologista Fernando Henrique de Souza, do Hospital 9 de Julho, na capital paulista, aquelas acima de 50 anos e na menopausa são as que mais sofrem. E isso tem a ver com o fim da produção de hormônios como o estrogênio.
Conheça os termos mais usados quando se fala de juntas.[/caption] Toda e qualquer articulação, informam os médicos, está sujeita ao desgaste com o passar dos anos. São mais de 200 espalhadas pelo corpo — dos pés à cabeça, literalmente. Elas conectam um osso a outro (por vezes, vários deles) e permitem que o esqueleto se mexa. Qualquer movimento que você faz, do mais singelo ao mais sofisticado, recruta um sem-número de ossos, músculos, ligamentos, tendões e outras peças da articulação. As regiões mais vulneráveis são aquelas que aguentam carga, incluindo a do próprio corpo.
Quase metade das pessoas que consultam o médico por incômodos nas juntas têm esse desgaste na articulação que causa dores e limita os movimentos. Entenda:
“Um pouco de preguiça, contemplação e auto-cuidado podem valer muito mais que horas, dias e vidas de correria , pressa e preocupação sem ao menos saber o porquê. Priorize teu bem estar, teu bom humor e tua leveza de espírito. Respeite seu tempo e seu momento na vida.”
“Há tanto a ser grato. Pelo simples inalar do oxigênio que nutre nossas células, por nossa mente que é apta a tantas maravilhas. Agradecer por ser quem somos: humanos, falhos e aprendizes… Somente admitindo que nada sabemos é que abrimos espaço para toda sabedoria disponível penetrar em nosso espírito!”
Depois de dois anos em queda, os casos de dengue voltaram a subir em todo o Brasil. Segundo o Ministério da Saúde, o número de infectados subiu 85,6%, avaliando os meses de janeiro à primeira semana de abril deste ano com o mesmo período de 2021. “Essa subida pode ter sido causada por subnotificação dos anos anteriores, enquanto vivíamos o auge da pandemia de Covid. Mas também porque estamos em verão mais úmido e chuvoso, que facilita o acúmulo de água”, avalia Alberto Chebabo, infectologista da Dasa e presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI). A doença transmitida pelo mosquito aedes aegypti tem impacto significativo no organismo e pode ser fatal. Houve 79 mortes nesse mesmo período. É bom lembrar que ainda estamos convivendo com o coronavírus, agora sob a forma da variante Ômicron e suas parentes, BA.1, BA.2 e XE. Neste contexto, é fundamental saber diferenciar sintomas e saber como se prevenir. + Leia mais: Covid-19 e dengue: quais as diferenças e semelhanças? A dengue causa uma febre alta repentina, manchas pelo corpo após o quinto dia e um mal-estar geral. Dificilmente a pessoa terá sintomas no trato respiratório, que, por sua vez, são o foco da Covid-19, como tosse, espirro, coriza e dificuldade de respirar.
Como prevenir a dengue?
Brecar a doença não depende de evitar contato com pessoas e ainda não existe uma vacina muito eficaz contra ela. “Não adianta colocar o doente em quarentena. Se há alguém confirmado, é preciso investigar focos de larvas do mosquito em casa e na vizinhança”, lembra Rafael Jácomo, médico e diretor técnico do Grupo Sabin. O ideal, segundo ele, é que haja uma vigilância epidemiológica, e as prefeituras locais atuem em áreas com mais casos. Sem esse esforço, as medidas de prevenção ficam nas mãos da população. Veja algumas dicas: + Não deixe acumular água no quintal, nos pratos das plantas e em outros recipientes + Tampe bem as caixas d’água + Piscinas devem ser higienizadas com regularidade, e cobertas de lona para manter o tratamento com o cloro. As bordas são um convite para as larvas e precisam estar sempre limpas + Previna-se das picadas com repelentes e inseticidas + Fique atento a calhas e lajes que possam servir de reservatório de água + Cuide bem do lixo. Não deixe resíduos a céu aberto e denuncie entulhos abandonados nos bairros.
Mesmo com a Covid ainda circulando, não dá para descuidar dessa velha conhecida. Fique atento aos sinais da doença e saiba como combater o mosquito