Muito antes dos streamings de música, dos CDs, das fitas cassete e dos discos de vinil, existiam… cilindros de cera. Eles foram revolucionários na década de 1890, pois permitiam que as pessoas gravassem os sons que quisessem e os reproduzissem a partir de um fonógrafo.
Inventado por Thomas Edison em 1877, o fonógrafo foi o primeiro meio comercial para gravação e reprodução de som. Ele funcionava com duas agulhas, usadas para gravar sons nos cilindros ou para reproduzi-los. Você pode entender melhor o processo no vídeo abaixo:
Agora, uma coleção de cilindros, com registros misteriosos, será finalmente ouvida – e disponibilizada online.
Os cilindros pertencem à Biblioteca Pública de Nova York (NYPL, na sigla em inglês), e estão guardados há pelo menos 100 anos. Eles não foram reproduzidos em um fonógrafo porque são muito frágeis: podem rachar depois de tocados algumas vezes ou até se forem segurados por muito tempo com as mãos.
A Biblioteca Pública de Nova York vai digitalizar sua coleção de cilindros fonográficos – o primeiro meio comercial de gravação e reprodução de som. Entenda como eles funcionam.
Muita gente tem dificuldade de preparar certos tipos de receitas e por isso vamos te ensinar como fazer uma deliciosa receita de brownie tradicional de uma forma bem simples e fácil, para toda vez que você tentar inovar na cozinha! Essa receita não tem nenhuma dificuldade e quando você aprende como fazer a receita de…
“Pense em algo sublime. Imagine muita luz, sabedoria e profundidade alojadas em um lugar único e de indescritível beleza. Busque em sua mente o que de mais precioso e mágico você puder alcançar… Isto é apenas uma minúscula amostra de tudo que somos em nossa primordial essência. Alegre-se! Todos somos mananciais de energia Suprema e inextinguivel.”
Um estudo recém-publicado aponta que pessoas que consomem adoçantes artificiais em excesso podem ter maior risco de desenvolver alguns tipos de câncer. O trabalho incluiu mais de 100 mil franceses, que tiveram seus hábitos alimentares avaliados por um tempo médio de sete anos. No fim da análise, os participantes que tinham um consumo “acima da média” de adoçantes estavam 13% mais propensos a desenvolver algum tumor. Acessulfame-k e aspartame, dois aditivos de origem sintética usados em bebidas e alimentos, foram os mais relacionados à doença. Os achados, publicados no periódico científico Plos Medicine, lançam luz à uma discussão antiga. Afinal, adoçantes artificiais elevam ou não o risco de ter um câncer? A nova pesquisa, infelizmente, ainda não responde a essa pergunta. “Temos resultados muito controversos, tanto nos estudos com animais quanto em humanos. A pesquisa em questão não é adequada para bater o martelo sobre o assunto, mas sinaliza que é preciso seguir investigando”, avalia Luciana Grucci Maya Moreira, nutricionista do Instituto Nacional de Câncer (Inca). Apesar das limitações, o levantamento chama a atenção para os hábitos alimentares dos consumidores da categoria e o contexto em que os adoçantes são utilizados. Nesse sentido, existe um elo indireto mais conhecido.
Há anos a associação é investigada sem resultados conclusivos. Entenda o que se sabe sobre o assunto e o que uma pesquisa recente descobriu