Embora tenha sido alardeada, sem evidências científicas confiáveis, como tratamento da Covid-19, a ivermectina na verdade age contra parasitas externos, como sarna e piolho, e internos, que é o caso dos vermes. A função do medicamento é matar ou paralisar esses organismos para que eles sejam naturalmente expelidos pelo corpo. “É um antiparasitário de primeira linha contra escabiose e a pediculose – a sarna e piolho. Também é indicado contra algumas verminoses, como a ascaridíase, popularmente conhecida como lombriga”, reforça Alexandre Zavascki, chefe do Serviço de Infectologia do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre. [abril-whatsapp][/abril-whatsapp] “A ivermectina também age contra uma doença menos conhecida, que é a estrongiloidíase”, relata o médico. Ela é causada pelo parasita S trongyloides stercoralis e provoca dor abdominal, diarreia e tosse, entre outras coisas. Como todo medicamento, a ivermectina tem quadros e momentos certos para ser aplicada. Segundo a bula, por exemplo, ela também é eficaz contra a oncocercose, que afeta a pele e os olhos, mas apenas no início dos sintomas. Essa doença é provocada pelo Onchocerca volvulus, parasita que, quando adulto, esconde-se na pele ao ponto de só ser removido com cirurgia. Nessa etapa, a aplicação da ivermectina é menos benéfica. A droga tem versões no mercado para uso veterinário, que mudam da formulação oral para injetável, dependendo do animal. Eles não podem ser utilizados por seres humanos, apesar dos relatos feitos durante a pandemia a Covid.
Remédio é eficaz contra sarna, piolho e outros parasitas. Veja benefícios e efeitos colaterais, em especial quando mal utilizado, como foi com a Covid-19
40 pistas em fazendas são usadas para ajudar garimpo em Terra Indígena. Relatório mapeou as pistas em fazendas que são suspeitas de dar suporte aos garimpos e prestar serviços aos mineradores. Outras 12 pistas clandestinas são para o transporte de pessoas, alimentos e equipamentos utilizados nos garimpos Por Cyneida Correia para a FolhaBV O relatório “Yanomami […] […]
Ninguém está imune ao tempo. Até mesmo nossos mais fiéis companheiros, os cachorros, ficam “idosos” um dia. Apesar de se saber pouco sobre o lado mental do envelhecimento canino, é bem evidente quando o animalzinho já não tem a mesma disposição física de sempre.
Motivados pelo desejo de aumentar o tempo de vida saudável dos cães, cientistas planejaram um estudo da relação entre o bem-estar do animal e a frequência com que ele comia. A pesquisa concluiu que cães que são alimentados mais vezes ao dia apresentam resultados piores em exames de saúde. Envelhecem melhor aqueles que comem uma vez só.
Os dados foram fornecidos pelo Dog Aging Project, um estudo de longo prazo da Universidade de Washington que coleta informações sobre cachorros fornecidas pelos próprios donos, e que busca compreender mais sobre como eles envelhecem.
Estudo sugere que restringir o número de vezes em que o animal se alimenta tem impacto positivo em sua saúde.
“Vá lavar as mãos antes de comer.” Essa ordem que a gente ouve muito entre a infância e a adolescência demonstra o respeito dos nossos pais a um fato comprovado pela ciência: higienizar nossas mãos com água e sabão é uma das formas mais eficientes de evitar doenças ou passá-las para outras pessoas.
Hoje essa relação é uma obviedade, mas o primeiro médico a constatar a associação entre esse hábito e a prevenção de males do corpo não foi celebrado por isso. Ao contrário: sofreu tanta objeção de seus pares e da comunidade científica que acabou enlouquecendo.
Em 1846, o húngaro Ignaz Semmelweis trabalhava no Hospital Geral de Viena, onde havia duas maternidades, que acolhiam mulheres sem condições de pagar para dar à luz. Apesar do serviço gratuito, muitas gestantes preferiam ter seu parto no meio da rua a se internar na maternidade número um do hospital. Elas imploravam para parir na número dois por algo que toda mulher sem recursos sabia na época: a primeira era um lugar de onde boa parte das grávidas não saía viva.
E essa má reputação fazia sentido. Naquele período, 10% das mulheres que davam à luz na primeira maternidade do hospital morriam de febre puerperal, uma infecção pós-parto. Na outra clínica da mesma instituição, essa taxa de mortalidade era bem menor: inferior a 4%. Mas ninguém sabia por quê.
Conheça a história de Ignaz Semmelweis, o húngaro que enfureceu obstetras ao dizer que eles deveriam ter o mais básico dos hábitos higiênicos.
Na tina, vovó lavou, vovó lavou A roupa que mamãe vestiu quando foi batizada E mamãe quando era menina teve que passar, teve que passar Muita fumaça e calor no ferro de engomar
E mamãe quando era menina teve que passar, teve que passar Muita fumaça e calor no ferro de engomar
Hoje mamãe me falou de vovó só de vovó Disse que no tempo dela era bem melhor Mesmo agachada na tina e soprando no ferro de carvão Tinha-se mais amizade e mais consideração
Disse que naquele tempo a palavra de um mero cidadão Valia mais que hoje em dia uma nota de milhão Disse afinal que o que é de verdade Ninguém mais hoje liga
Isso é coisa da antiga, oi na tina
Na tina, vovó lavou, vovó lavou A roupa que mamãe vestiu quando foi batizada E mamãe quando era menina teve que passar, teve que passar Muita fumaça e calor no ferro de engomar
E mamãe quando era menina teve que passar, teve que passar Muita fumaça e calor no ferro de engomar
Hoje o olhar de mamãe marejou só marejou Quando se lembrou do velho, o meu bisavô Disse que ele foi escravo mas não se entregou à escravidão Sempre vivia fugindo e arrumando confusão
Disse pra mim que essa história do meu bisavô, negro fujão Devia servir de exemplo a esses nego pai João Disse afinal que o que é de verdade ninguém mais hoje liga
Isso é coisa da antiga, oi na tina
Na tina, vovó lavou, vovó lavou A roupa que mamãe vestiu quando foi batizada E mamãe quando era menina teve que passar, teve que passar Muita fumaça e calor no ferro de engomar E mamãe quando era menina teve que passar, teve que passar Muita fumaça e calor no ferro de engomar
E mamãe quando era menina teve que passar, teve que passar Muita fumaça e calor no ferro de engomar E mamãe quando era menina teve que passar, teve que passar Muita fumaça e calor no ferro de engomar