Folhas…por Mágica Mistura

“Uma folha pode ser só mais uma na imensa floresta, mas acredite, são todas as folhas unidas em um propósito verde que formam a imensidão de vida e formas que nossos olhos contemplam.”

Mágica Mistura

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Entenda como foi feita a primeira imagem do buraco negro Sagitário A*

Hoje (12) foi divulgada uma imagem histórica: a primeira do Sagittarius A*, ou Sgr A*, o buraco negro supermassivo da Via Láctea, localizado a aproximadamente 27 mil anos-luz da Terra. A imagem foi feita pelo EHT (Event Horizon Telescope), uma rede mundial de radiotelescópios que também captou, em 2019, a primeira imagem de um buraco negro.

Essa rosquinha brilhante e desfocada que você vê na imagem acima não é o buraco negro em si. É a moldura dele. Os buracos negros engolem tudo que chega perto demais deles – ou seja, que ultrapassa um perímetro de segurança chamado horizonte de eventos. Inclusive a luz. Por isso, são completamente escuros.

O que aparece na imagem é o disco de acreção do buraco negro: um anel giratório de gás e poeira, material que emite radiação conforme é atraído pelo campo gravitacional. 

Ele fica no centro da Via Láctea, a 27 mil anos-luz da Terra. Mas como os cientistas conseguiram “fotografar” o buraco negro se ele suga tudo, inclusive a luz?

Entenda como foi feita a primeira imagem do buraco negro Sagitário A*

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População global de pássaros cai em ritmo alarmante, diz estudo

Por Bruno Garattoni

O estudo, publicado na revista Annual Review of Environment and Resources, recolhe dados de biodiversidade provenientes da “Lista Vermelha” da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, da sigla em inglês) para revelar as alterações populacionais entre as 11.000 espécies de aves do mundo.

Segundo os autores, 48% das espécies de aves no mundo passam por um declínio populacional comprovado ou suspeito. São mais de 5 mil espécies sob ameaça. Apenas 6% mostram tendência populacional crescente; 39% estão estáveis, e 7% têm status desconhecido.

“Diversas métricas de biodiversidade estão exibindo tendências negativas constantes”, diz o relatório. A Lista Vermelha da IUCN é um indicador de biodiversidade global. Criada em 1964, é uma das fontes de informação mais abrangentes quando o assunto é a conservação de animais, fungos ou plantas. Ela fornece informações sobre o tamanho das populações, habitats, ecologia, ameaças e ações de recuperação – dados essenciais para estudos como esse.

É nos trópicos onde se observa a maior diversidade de espécies, incluindo de aves. Porém, não existem muitas pesquisas de longo prazo sobre populações de pássaros nessas regiões como existem em regiões temperadas, por exemplo. Além disso, é nas áreas tropicais que a maioria das espécies ameaçadas reside.

São atribuídas às razões do declínio a perda do habitat natural e a superexploração dos recursos naturais. Um fator recente, classificado como “causa emergente” pelos cientistas é a mudança climática, que pode alterar o fluxo migratório e dificultar a manutenção da população.

“Uma vez que pássaros são indicadores visíveis e sensíveis da saúde do meio-ambiente, sabemos que sua perda sinaliza uma grande ameaça à biodiversidade e à saúde e bem-estar humano,” diz Ken Rosenberg, um dos envolvidos com a pesquisa.

Os cientistas revelam ter esperança nas tentativas de conservação. Segundo eles, as organizações de conservação que participaram do estudo têm meios de evitar mais perdas de espécies. Contudo, eles reforçam a necessidade de uma mudança real e impactante. “Tudo depende da vontade de governos e da sociedade em viver lado a lado com a natureza neste planeta compartilhado,” encerra Rosenberg.

Perda de habitat, mudança climática e caça seriam os principais culpados pela redução, que afeta 48% das espécies.

População global de pássaros cai em ritmo alarmante, diz estudo

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Reforma…por Mágica Mistura

Cedo ou tarde,hora ou outra

A conta vem,pesa a balança

O chão que pisamos

A erva que brota

A água que jorra

O mar,o índio,a grama

A casa nos foi cedida completa

Do teto azul ao piso verde

Água,luz e decorada

Mas colocamos a mão,

Mudamos as chaves, e agora ?

Arcamos com tudo que há de vir

Seca, inundação, tempestades

Fome,lixo, poluição

Despejados seremos?

Ou ouviremos os avisos

E com nossa estupidez recuaremos ?

Entulhos no quintal, vazamentos

Rachaduras da atmosfera

Até que ponto iremos …

Reflitamos, então…te peço

Todos juntos,que não sou santa

E iniciemos as reformas…

Consideremos a íntima

Que ela necessita ser primeira

Depois com dedicação e carinho

Arrumaremos a Mãe Terra inteira …

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Jejum intermitente não é melhor que restrição calórica para perder peso

Jejum intermitente não é melhor que restrição calórica para perder peso

Por Fabiana Schiavon

Pesquisadores chineses aplicaram um tipo de jejum intermitente em pessoas com obesidade por um ano para avaliar seu potencial na perda de peso. Mais uma vez, no entanto, a conclusão é que ficar longos períodos sem comer não traz benefício adicionais em quem precisa reduzir a cintura – segundo o artigo, o importante é fazer uma restrição calórica. O estudo publicado no The New England Journal of Medicine ganhou destaque pelo tempo em que os participantes foram observados. Enquanto a maioria das pesquisas aplica esses métodos por alguns meses, nesse caso os voluntários foram acompanhados por um ano. Para fazer a comparação, 139 pessoas foram dividas em dois grupos. Parte adotou um formato de jejum intermitente em que é permitido comer apenas entre 8 horas da manhã e 4 da tarde. A outra turma podia se alimentar em qualquer horário, porém precisava ingeria o mesmo número de calorias dos que estavam fazendo o jejum. Foi definido que homens comeriam de 1500 e 1800 calorias, e mulheres, de 1200 a 1500. Após 12 meses, os cientistas notaram que o jejum não proporcionou uma redução de peso corporal ou da diminuição de gordura estatisticamente maior.

Estudo que acompanhou pessoas com obesidade durante um ano não encontrou benefícios adicionais dessa prática para o emagrecimento

Jejum intermitente não é melhor que restrição calórica para perder peso

publicado em Veja saúde

Busto romano perdido é vendido em brechó por 180 reais

Por Maria Clara Rossini

Imagine que você queira comprar um item para decorar a casa, mas sem gastar muito. Você vai a um brechó e, no meio do garimpo, encontra um busto que parece ter saído diretamente da Roma Antiga. Na bochecha da estátua, uma etiqueta com o valor: US$34,99 – ou R$180. Você compra a peça e a leva para casa no banco de passageiro do carro, presa pelo cinto de segurança.

No final das contas, você descobre que o busto, de fato, tinha saído da Roma Antiga. A colecionadora de arte Laura Young passou por essa situação em 2018. O brechó em questão ficava em Austin, no estado do Texas, nos Estados Unidos. Chegando em casa, ela percebeu que o busto parecia muito antigo e gasto, então decidiu entrar em contato com especialistas em história da arte da Universidade do Texas e duas casas de leilões.

Essa pesquisa em busca de respostas durou alguns anos. O consultor Jörg Deterling, da casa de leilões Sotheby’s, identificou que o busto fez parte do acervo de um museu alemão décadas antes. Ele colocou a colecionadora em contato com autoridades alemães.

Após comprar a peça, uma colecionadora de arte percebeu que a estátua parecia antiga e gasta – até descobrir que o busto, na verdade, tinha dois mil anos

Busto romano perdido é vendido em brechó por 180 reais

publicado em superinteressante

Morcegos imitam zumbido de vespas para afastar predadores

No mundo animal, cada um desenvolve sua estratégia de sobrevivência. Em muitos casos, uma boa pedida é se disfarçar de uma espécie perigosa ou impalatável para afastar seus predadores. 

Exemplos clássicos desse fenômeno, chamado mimetismo, são as moscas da família Syrphidae, que parecem abelhas, ou a cobra falsa-coral. Mas isso não acontece só com características morfológicas e visuais das espécies.

Existe também a imitação de sons, por exemplo. Recentemente, um grupo de cientistas se deparou com um desses casos raros: eles notaram que morcegos da espécie Myotis myotis podem zumbir como vespas e abelhas para afastar corujas.

E mais: este seria o primeiro caso documentado de mimetismo entre mamíferos e insetos. Ele foi relatado em um estudo publicado na revista Current Biology, na última segunda-feira (9).

Cientistas afirmam ter descoberto o primeiro caso documentado de mimetismo entre mamíferos e insetos.

Morcegos imitam zumbido de vespas para afastar predadores

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Decálogo da palavra / Decalogue of words

Não grite. Converse.A voz muito alta é semelhante a uma agressão sonora. Não discuta.O diálogo é a melhor forma de entendimento. Não conte vantagens.Muitos de nossos interlocutores possuem méritos que ainda estamos longe de adquirir. Não ridicularize a ninguém.Todos somos passíveis de errar. Não critique.Nenhum de nós está isento de observações corretivas, em nosso próprio […]

Decálogo da palavra / Decalogue of words

publicado em site espírita

Árvores e poemas…por Khalil Gibran

“Árvores são poemas que a terra escreve para o céu. Nós as derrubamos e as transformamos em papel para registrar todo o nosso vazio.”

💚 Khalil Gibran

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Assista a “Cookies de Granola na AirFryer – Fritadeira Sem Óleo – Maurício Rodrigues” no YouTube

Cookies para o lanche da tarde?

Só se for agora. Pode passar o cafezinho.

Maurício Rodrigues aqui!

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