Espiritualidade e auto conhecimento?
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Poder do Eu Superior aqui!

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Espaço poético, rotineiro e alternativo
Espiritualidade e auto conhecimento?
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Com o objetivo de produzir alternativas ecologicamente amigáveis para embalagens de alimentos, um grupo de cientistas das universidades Rutgers e Harvard, nos EUA, desenvolveu um revestimento biodegradável à base de plantas. Ele pode ser pulverizado em alimentos, protegendo-os contra microrganismos e eventuais danos durante o transporte.
“Sabíamos que precisávamos nos livrar das embalagens de alimentos à base de petróleo e substituí-las por algo mais sustentável, biodegradável e não-tóxico”, conta Philip Demokritou, um dos participantes da pesquisa, publicada na última segunda (20) na revista científica Nature Food. “E nos perguntamos ao mesmo tempo: ‘Podemos projetar embalagens que prolonguem a vida útil e reduzam o desperdício de alimentos, melhorando a segurança alimentar?”’.
A tecnologia transforma biopolímeros – longas cadeias de moléculas produzidas por seres vivos – em fibras que podem entrar em contato com os alimentos, revestindo-os. Avaliações mostraram que o revestimento estendeu a vida útil de abacates em 50%.
A embalagem pode ser enxaguada com água e é biodegradável – se decompõe no solo em três dias, de acordo com o estudo. O material que envolve os produtos é resistente o suficiente para proteger contra choques e contém agentes antimicrobianos naturais (óleo de tomilho, ácido cítrico e nisina) que combatem o processo de deterioração e microorganismos causadores de doenças.
O objetivo da tecnologia é reduzir o impacto dos plásticos no meio ambiente – e na nossa saúde. Veja como ela funciona.
Spray à base de plantas promete substituir embalagens plásticas
publicado em superinteressante
Curiosidade e cultura?
Temos sim.
Fatos Desconhecidos aqui!

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Se houvesse uma receita
Pra trazer alegria ao mundo
Com certeza nela iria
Uma dose de chocolate
Gotas de baunilha
Sorvete de tantos sabores…
Chantilly de montão
Sorrisos fáceis de criança
Cachorro e gato pidão
Sol e Lua no céu juntinhos
Espuma de mar
Cometa, balão
Cinema e pipoca, jujubas
Pão quentinho… bolha de sabão
Se houvesse uma receita pronta…
Nela haveria muitos domingos
Picnic, gente brincando
Uma festa de São João
Podemos criar a nossa
Que não falte imaginação
Pra criar coisa, inventar moda
Mude de humor,de lugar
O mundo gira,giro eu
Gire você e faça história
Crie felicidade, alegria
Ponha a alma pra sonhar 🧚✨

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Farol Cristóvão Pereira – Mostardas RS Brasil

Tecnologia patenteada pode ter aplicação em gotas, spray, pó, pomada ou cápsulas Uma invenção desenvolvida por pesquisadores das universidades federais de São Carlos (UFSCar) e do Mato Grosso (UFMT) reúne elementos químicos que, combinados, se mostram eficazes para combater bactérias como as da espécie Staphylococcus aureus, causadoras de doenças de pele e com cepas cada vez […]
Pesquisadores da UFSCar e da UFMT desenvolvem composto que inibe bactérias causadoras de doenças de pele
publicado em blog do pedlowski
Tudo bem, tudo certo
Um pouco longe
Porém, tão perto…
Tempos modernos,quem diria
Humanos mascarados,
Outras máscaras,na verdade
Se contassem, não acreditaria
Ainda continuamos na peleja
Plumas ao vento ,poeira cósmica
Aprendendo e ensinando
Procurando,com certeza
Que a mudança nos liberte
Nos lave , enxague, purifique
O anseio é esse, mudança
Que venha logo,que chegue já
Que a natureza se comova
Com nossa estupidez e dureza
E nos dê uma nova chance
De recomeçar, novamente
Desta vez com dicernimento
Bondade,amor e clareza…

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À medida que as pessoas envelhecem, seus sistemas imunológicos naturalmente perdem força. Esse envelhecimento, chamado de imunossenescência, pode ser um importante causador de problemas de saúde relacionados à idade, como câncer e doenças cardiovasculares.
Contudo, os sistemas imunológicos de diferentes pessoas não envelhecem na mesma velocidade. O estresse, por exemplo, está associado a sinais de envelhecimento acelerado do sistema imunológico.
Para entender melhor a discrepância entre idade cronológica e idade imunológica, pesquisadores da Universidade da Califórnia e Universidade do Sul da Califórnia analisaram dados do Health and Retirement Study (HRS), uma grande pesquisa feita nos Estados Unidos com adultos acima dos 50 anos. Os pacientes foram questionados sobre diferentes fatores de estresse que vivenciaram, como perda de emprego, discriminação, estresse crônico, além de grandes traumas como morte e doença na família.
Experiências como perda do emprego, doença ou morte na família podem contribuir para uma diminuição das células T no corpo.
Estresse social pode acelerar o envelhecimento do sistema imunológico
publicado em superinteressante

Espécies de tubarões já existem desde muito antes dos dinossauros – há registros fósseis de mais de 400 milhões de anos. Entre esses ancestrais, um deles chama atenção pela fama de grande predador. Gigante, aliás – seu tamanho podia chegar a mais de 15 metros. Megalodon, o maior tubarão que já existiu, fez parte de um grupo conhecido e nomeado pelos grandes dentes. Eles evoluíram depois que os dinossauros foram extintos e dominaram os mares até 3 milhões de anos atrás. Quase agora, se você pensar nos 4,5 bilhões de anos da Terra.
A equipe de pesquisadores da Universidade de Princeton descobriu evidências de que o Megalodon e alguns de seus ancestrais ocupavam o ponto mais alto da cadeia alimentar pré-histórica. Um nível trófico tão alto que supõe a caça a outros predadores e predadores-de-predadores.
Pesquisadores identificaram nitrogênio presente em fósseis de dentes desse tubarão gigante para localizá-lo no topo da cadeia alimentar.
Megalodon foi o maior predador já descoberto
publicado em superinteressante

Ser cientista é uma tarefa mais difícil para as mulheres – e não só por causa da jornada dupla de trabalho (a ciência somada aos afazeres domésticos), do assédio e do preconceito que elas enfrentam. As cientistas têm de se esforçar significativamente mais para que suas contribuições sejam reconhecidas, e muitas vezes são deixadas de lado nos estudos em que participam.
A desigualdade de gênero na ciência não é novidade, claro. Mas faltava colocar a diferença na ponta do lápis e entender sua razão de ser. “Sabemos há muito tempo que as mulheres publicam [artigos científicos] e patenteiam [invenções] a uma taxa menor do que os homens”, afirma Julia Lane, da Universidade de Nova York, coautora de um estudo sobre quem recebe crédito por projetos científicos e quem não recebe.
Lane e seus colegas usaram um banco de dados chamado UMETRICS, organizado pelo Censo americano e pelo Instituto de Pesquisa em Inovação e Ciência da Universidade de Michigan (EUA).
Há uma diferença de 59% entre a nomeação de mulheres e homens em patentes relacionadas a projetos em que ambos trabalharam.
Estudo comprova: mulheres são menos creditadas na ciência do que homens
publicado em superinteressante