“Quero para mim o espírito desta frase, transformada a forma para a casar com o que eu sou: Viver não é necessário; o que é necessário é criar.”
✏️Fernando Pessoa

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Espaço poético, rotineiro e alternativo
“Quero para mim o espírito desta frase, transformada a forma para a casar com o que eu sou: Viver não é necessário; o que é necessário é criar.”
✏️Fernando Pessoa

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Comida 🌻
Bebida é água
Comida é pasto
Você tem sede de quê?
Você tem fome de quê?
A gente não quer só comida
A gente quer comida, diversão e arte
A gente não quer só comida
A gente quer saída para qualquer parte
A gente não quer só comida
A gente quer bebida, diversão, balé
A gente não quer só comida
A gente quer a vida como a vida quer
Bebida é água
Comida é pasto
Você tem sede de quê?
Você tem fome de quê?
A gente não quer só comer
A gente quer comer e quer fazer amor
A gente não quer só comer
A gente quer prazer pra aliviar a dor
A gente não quer só dinheiro
A gente quer dinheiro e felicidade
A gente não quer só dinheiro
A gente quer inteiro e não pela metade
Bebida é água
Comida é pasto
Você tem sede de quê?
Você tem fome de quê?
A gente não quer só comida
A gente quer comida, diversão e arte
A gente não quer só comida
A gente quer saída para qualquer parte
A gente não quer só comida
Quer comida, diversão, balé
A gente não quer só comida
A gente quer a vida como a vida quer
A gente não quer só comer
Quer comer e quer fazer amor
A gente não quer só comer
A gente quer prazer pra aliviar a dor
A gente não quer só dinheiro
A gente quer dinheiro e felicidade
A gente não quer só dinheiro
A gente quer inteiro e não pela metade
Desejo, necessidade, vontade
Necessidade, desejo
Necessidade, vontade
Necessidade, desejo
Necessidade, vontade
Necessidade, desejo
Necessidade, vontade
Necessidade
🦋Fonte: Musixmatch
Compositores: Marcelo Fromer / Arnaldo Antunes / Sergio Britto
Letra de Comida © Warner/chappell Edicoes Musicais Ltda, Rosa Celeste

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“A fé no bom,no belo e no verdadeiro não tem fronteiras nem obstáculos intransponíveis, apenas pequenos acidentes de percurso que só aumentam a felicidade de vê-la florescer.”

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“Há duas épocas na vida, infância e velhice, em que a felicidade está numa caixa de bombons.”
❣️Carlos Drummond de Andrade

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Entre os nove milhões de itens que compõem o acervo da Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro, está uma carta náutica de 1861, elaborada pelo francês Ernest Mouchez durante uma expedição à Bahia.
Conchas, rochas, corais, areia. Ali está mapeada toda a antiga paisagem subaquática de Abrolhos, arquipélago que abriga as maiores formações de recifes e a maior biodiversidade marinha do Atlântico Sul.
A viagem de Mouchez era um trabalho de exploração da América do Sul, e o documento foi um dos muitos criados para registrar as descobertas da época – além de fornecer pistas à navegação daquelas águas. Mas agora, 160 anos depois, encontrou-se uma nova utilidade à carta: entender como os recifes mudaram de lá para cá.
Um grupo de pesquisadores brasileiros comparou as informações contidas na carta náutica e em outros documentos históricos com dados modernos sobre as condições ambientais de Abrolhos, obtidos via satélite. Assim, descobriram que houve uma perda média de 28% na extensão espacial dos recifes da região.
Algumas áreas estão ainda mais degradadas. Entre os recifes mais próximos à costa, por exemplo, a perda dos últimos 160 anos é de 49%. O estudo foi publicado nesta quarta (29) na revista Perspectives in Ecology and Conservation.
Motivos da degradação
Segundo os pesquisadores, os recifes foram prejudicados principalmente por uma antiga prática de extração de corais. Blocos inteiros eram removidos dos recifes para a fabricação de cal e, acredite, a substituição de tijolos na construção civil. Há registros desse costume desde o século 17, e ele durou pelo menos até 1900 na região.
É a primeira vez que pesquisadores brasileiros usam documentos históricos para compreender a evolução das condições ambientais de recifes. Entenda.
Carta náutica do século 19 revela perda de até 49% dos recifes em Abrolhos (BA)
publicado em superinteressante

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publicado em pitacos e achados
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Um bálsamo para os ouvidos e a alma…
É só relaxar, agradecer e sentir as energias renovadas.
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