Os sonhos seguem como um dos tópicos mais misteriosos para a ciência: ainda há muito debate sobre o porquê do nosso cérebro criar tantas fantasias quando dormimos. Mas é possível que o caminho para finalmente entender essa experiência esteja relacionado ao ramo de aprendizado de máquina. É isso o que aponta um novo estudo do neurocientista Erik Hoel, da Universidade Tufts, nos Estados Unidos, que foi publicado na revista Patterns.
Anda, quero te dizer nenhum segredo Falo desse chão da nossa casa Vem que tá na hora de arrumar
Tempo, quero viver mais duzentos anos Quero não ferir meu semelhante Nem por isso quero me ferir
Vamos precisar de todo mundo Pra banir do mundo a opressão Para construir a vida nova Vamos precisar de muito amor A felicidade mora ao lado E quem não é tolo pode ver
A paz na terra amor O sal na terra A paz na terra amor O sal da Terra, és o mais bonito dos planetas Tão te maltratando por dinheiro Tu que és a nave nossa irmã
Canta, leva tua vida em harmonia E nos alimenta com seus frutos Tu que és do homem, a maçã
Vamos precisar de todo mundo Um mais um é sempre mais que dois Para melhor construir a vida nova É só repartir melhor o pão Recriar o paraíso agora Para merecer quem vem depois
Deixa fluir o amor Deixa crescer o amor Deixa fluir o amor O sal da terra
Pena que pena, que coisa bonita Diga qual a palavra que nunca foi dita?
“É errado pensar que o amor vem do companheirismo de longo tempo ou do cortejo perseverante. O amor é filho da afinidade espiritual e a menos que esta afinidade seja criada em um instante, ela não será criada em anos, ou mesmo em gerações.”
O texto escrito pelo físico alemão estava perdido desde 1949. A magnetorecepção, usada por aves migratórias, só começou a ser discutida décadas depois.
18 de outubro de 1949. Albert Einstein se senta em uma escrivaninha para responder a uma carta do colega engenheiro Glyn Davys, que escrevia sobre como a percepção dos animais poderia nos revelar algo sobre o mundo físico. Einstein responde: “É possível que a pesquisa sobre o comportamento de aves migratórias e pombos-correio possa um dia levar à compreensão de algum processo físico ainda desconhecido”.
A descoberta levou os pesquisadores a reclassificar a formação geológica da região. As pegadas pertencem a dois tipos de dinossauros diferentes.
Uma pesquisa de campo realizada na cidade de Nioaque, no Mato Grosso do Sul, revelou a presença de pegadas de dinossauros que caminharam na região há 140 milhões de anos. Os cientistas do Serviço Geológico do Brasil e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) ainda encontraram fósseis de um animal vertebrado dentro de uma toca fossilizada. Os resultados foram publicados no Journal of South American Earth Sciences.