“Uma árvore em flor fica despida no outono. A beleza transforma-se em feiura, a juventude em velhice e o erro em virtude. Nada fica sempre igual e nada existe realmente. Portanto, as aparências e o vazio existem simultaneamente.”
“A humanidade se encontra em uma encruzilhada…de um lado os valores espirituais, que nos convidam a introspecção, ao conhecimento de nós mesmos e à busca de nossa evolução enquanto seres eternos. Do outro lado, as exigências cada vez mais ferozes da sociedade consumista, da mídia e da cultura do “ter”. Aproxima-se cada vez mais o momento que teremos que decidir… iniciarmos nossa busca por uma visão abrangente do infinito da existência, seria deveras interessante.”
Na quarta-feira (13) às 17h30 (horário de Brasília), a Lua chegará ao seu ponto mais próximo da Terra do ano. O fenômeno, conhecido como “Superlua”, ocorre quando dois acontecimentos coincidem: a Lua está no seu ponto mais próximo de sua órbita ao redor da Terra, e também está em sua fase cheia. Isso faz com que o satélite pareça um pouco mais brilhante e mais próximo do que o normal, embora a diferença seja difícil de perceber.
A superlua de julho é a terceira das quatro que acontecerão em 2022 – e é a que chegará mais perto da Terra. A primeira, em maio, coincidiu com um eclipse lunar total, e a quarta acontecerá em agosto.
O fenômeno deste mês foi apelidado superlua dos Cervos. Povos nativos norte-americanos nomearam a Lua cheia de julho dessa forma porque ela ocorre durante o verão do hemisfério Norte, época em que a galhada dos cervos se regenera.
A órbita da lua ao redor da Terra não é um círculo perfeito, mas sim uma elipse – ou seja, uma forma oval. A distância média entre a Lua e a Terra é de 382.900 km, mas existem pontos mais distantes (apogeu) e mais próximos (perigeu) da trajetória. A superlua só ocorre quando o perigeu coincide com o período de Lua cheia – e é por isso que o fenômeno não acontece todo mês.
A Lua cheia estará perto do perigeu – o ponto mais próximo de sua órbita ao redor da Terra. Mas a diferença de tamanho é pouco perceptível a olho nu.
Talvez os seres humanos não sejam os únicos mamíferos que cuidam da terra para cultivar alimentos. Cientistas da Universidade da Flórida (EUA) descobriram que os roedores da espécie Geomys pinetis também praticam um tipo de agricultura. Análises em um campo de tocas feitas pelos animais sugerem que eles colhem as raízes de pinheiros que crescem em suas casas – e também as cultivam.
A equipe planejava observar se o crescimento das raízes invadia os túneis em que os roedores vivem, além de estudar como os roedores cultivam a fonte de alimento nos túneis já feitos e nas novas tocas.
Cientistas encontraram exemplos de roedores “cultivando” raízes. E, para alguns pesquisadores, isso os torna os primeiros mamíferos além dos humanos a praticarem agricultura.
Em quatro anos morreram, no Brasil, mais de 3 300 pessoas abaixo de 40 anos com anemia falciforme, marcada por alterações dos glóbulos vermelhos que gera sintomas como dores, cansaço e feridas. A doença, decorrente de uma mutação genética, vitimiza mais as mulheres (52%) e a população negra (80%). Esses dados vêm dos estudos que tentaram mapear esse problema por aqui. Mas uma pesquisa da farmacêutica Global Blood Therapeutics, Inc. (GBT) verificou o impacto da anemia falciforme no cotidiano, a partir de informações de 1 300 indivíduos em dez países (Brasil, Estados Unidos, Reino Unido, França, Arábia Saudita, Emirados Árabes, Canadá, Bahrein, Omã e Alemanha). Segundo ela, adultos e crianças com a doença faltam, em média, mais de uma semana por mês na escola ou no trabalho. O mesmo levantamento indica que 53% dos médicos não têm ferramentas eficazes para ajudar seus pacientes a lidarem principalmente com as dores e o cansaço, sinais que mais prejudicam a qualidade de vida de que tem anemia falciforme. Esses mesmos profissionais carecem de uma rede de apoio, seja do governo ou de associações, que mantenha o paciente informado a evolução da doença ao longo de sua vida.
Pesquisa aponta desinformação geral sobre essa doença de origem genética, e mostra como ela afeta o cotidiano dos pacientes. Avaliamos o cenário