“Como é que é chemistry (química) mesmo em português?”, pergunta Wilhelm, 45, enquanto explicava para a reportagem o funcionamento das baterias que armazenam energia do veleiro da família brasileira famosa por realizar voltas ao mundo em alto-mar. Os Schurmann costumam trocar a língua oficial da embarcação com a mesma frequência com que mudam de endereço: são fluentes em espanhol, inglês e francês e emendam diálogos em palavras estrangeiras com normalidade, o que soa estranho para quem não está acostumado. Vilfredo, 72, e Heloísa, 75, são as âncoras, e Wilhelm, David, 47, e Pierre, 53, os filhos: eles se encontraram no último domingo (25) na sede do Guarujá do Iate Clube de Santos, no litoral paulista, para comemorar o aniversário do caçula e acompanhar os últimos retoques no veleiro, que está em fase final de preparação para a próxima expedição em alto-mar da família.
Expedição, que ganhará quadro no “Fantástico” e custará 15 milhões de reais, terá o lixo nos oceanos como tema
Atividades simples e cotidianas como ler, escrever, jogar cartas ou montar quebra-cabeças podem atrasar em cinco anos o princípio da doença de Alzheimer. E o mais surpreendente: os benefícios são visíveis mesmo quando tais hábitos são iniciados aos 80 anos. É o que revelou um estudo publicado na Neurology, periódico da Academia Americana de Neurologia.
Os pesquisadores concluíram que o atraso da demência é resultado de atividades de estimulação cognitiva em idades mais avançadas, e não no início da vida. Isso após acompanhar 1 978 pessoas com idade média de 80 anos e que não apresentavam a doença no início do estudo.
Leitura e jogos estão entre as atividades que podem atrasar as manifestações clínicas da demência
Vira e mexe o café é ligado a benfeitorias à saúde – desde que apreciado com moderação. No ano passado, um estudo da Universidade de Gotemburgo, na Suécia, e do Instituto Norueguês de Saúde Pública, encontrou uma relação entre tomar a bebida e uma maior expectativa da vida – com vantagens para o tipo filtrado. Agora, dados publicados no periódico Jama Internal Medicine sugerem que o café teria um efeito protetor quando o assunto é arritmia cardíaca.
Apesar de algumas limitações, trata-se de uma pesquisa robusta. Os quase 400 mil participantes foram selecionados a partir de um banco de dados genético britânico, o UK Biobank, o que colabora para uma diversidade de pessoas envolvidas.
A bebida sempre gerou desconfiança quando o assunto é o impacto no coração. Mas está cada vez mais claro que o consumo moderado é protetor