Minha alma canta envolto do seu aprendizado E as palhas vão caindo purificando o coração Meus pretos velhos vivem sempre ao meu lado Dando seus nobres conselhos e doando suas mãos
Vovó Maria não me deixa duvidar E pai João vem do alto me benzer Eles me cruzam sempre dos pés à cabeça Sete vezes na coroa de Nanã Buruquê
Nada vai me acontecer Sou protegido(a) e bem guiado(a) Por Obaluaê
E as almas cantam no profundo interior Este cruzeiro veio mostrar o seu poder Linha dos velhos é luz da sabedoria Esta libertação é o cantar do meu viver
Esta festa é o reinado de Aruanda Preto velhos giram no seu interior Dançam e cantam, pois a luz que irradia Lázaro abençoou com Mãe de Santa Maria
Nada vai me acontecer Sou protegido(a) e bem guiado(a) Por Obaluaê
Preto Velho das Almas Preta Velha Vovó Salve Mamãe Rainha Salve Papai Cipó
A repulsa ou aversão a buracos ou lesões agrupadas de forma irregular tem um nome: tripofobia. Esse padrão de buraquinhos pode estar na pele, em tecidos, objetos ou animais. Pessoas com essa questão não aguentam olhar para, por exemplo, os furinhos de uma esponja, ou mesmo para imagens com sintomas mais intensos da varíola do macaco. Essa aflição pode causar mal-estar, mas não é considerada uma doença por si só. E nem mesmo uma fobia, apesar do nome. “O termo fobia é diretamente relacionado ao medo de alguma coisa, seja de um animal, de altura, de andar de avião. Esses quadros produzem sentimentos mais intensos de pânico e ansiedade”, afirma o psiquiatra Felipe Becker, coordenador do serviço internação psiquiátrica do Hospital Infantil Dr. Jeser Amarante Faria, em Joinville (SC). A bem da verdade, a palavra “tripofobia” sequer foi criada por especialistas. “Ela nasceu na internet, da necessidade de dar nome a essa sensação”, conta a psicóloga Marilene Kehdi, de São Paulo. Tripo vem do grego trypo, que significa buracos ou orifícios. A definição no tipo de buraco também é contraditória. Materiais oficiais apontam para imagens em que esses orifícios estão em grupo e de forma irregular. Mas também há relatos do plástico bolha como um gatilho – e, aí, os furinhos são simétricos. O mais comum seria de casos de frutos como a flor de lótus indiana, com sementes expostas, como na imagem abaixo.
Um dos exemplos mais utilizados para explicar a tripofobia é a repulsa a imagens como a lotus cultivada no oriente, que tem buracos irregulares e sementes expostas[/caption] Há alguns estudos comportamentais sobre o tema. O primeiro é de 2013, segundo Becker, e foi publicado na revista Psychological Science. “Uma das teorias é que o cérebro humano, ao ver essas imagens, faz associações a doenças transmissíveis e animais peçonhentos, e isso teria alguma relação com os mecanismos de defesa que criamos ao longo da evolução”, afirma o psiquiatra. Isso, contudo, não passa de uma hipótese.
Apesar do nome, a tripofobia não é uma fobia (e nem um transtorno). Mas pode estar relacionada a crises de pânico. Veja os sintomas e quando ir ao médico
“Posso parecer utópica com minhas histórias de fantasia, fadas, gnomos e seres encantados. Mas, atire a primeira pedra quem, à sua maneira, nunca sonhou com um mundo melhor. Esse é o meu jeito…”
Um estudo mostrou que o Ártico aqueceu quase quatro vezes mais rápido do que o resto do mundo, um fenômeno conhecido como amplificação do Ártico. O novo número proposto na pesquisa atualiza valores anteriores de duas ou até três vezes.
Uma grande parte da razão do aquecimento acelerado do Ártico está ligada ao gelo marinho. Trata-se de uma camada fina, de um a cinco metros de espessura, de água marinha que congela no inverno e derrete parcialmente no verão. Esse gelo é coberto por uma camada de neve que atua como um refletor, mandando cerca de 85% da radiação solar recebida de volta para o espaço. No mar aberto, ocorre o oposto – o oceano absorve 90% da radiação solar.
Quando o gelo marinho derrete, as taxas de absorção aumentam. E então o aquecimento do oceano aumenta ainda mais o derretimento do gelo marinho, que por sua vez… contribui para um aquecimento acelerado dos oceanos – sim, um círculo vicioso (e cada vez mais quente).
Os últimos modelos climáticos que estimam a taxa de amplificação em 2,5 – isso quer dizer que a região aquecia 2,5 vezes mais rápido que a média do resto do planeta. Analisando as temperaturas da superfície nos últimos 43 anos, os cientistas defendem que a taxa mais correta seria de quatro vezes.
Até então, cientistas acreditavam que a diferença seria de até três vezes; mas um novo estudo afirma que o problema é mais sério do que isso.
“Finos clarins que não ouvimos devem soar por dentro da terra, nesse mundo confidencial das raízes, — e arautos sutis acordarão as cores e os perfumes e a alegria de nascer, no espírito das flores.”