Um bálsamo para os ouvidos e a alma…
É só relaxar, agradecer e sentir as energias renovadas.
🌷 HARIBOL!

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Espaço poético, rotineiro e alternativo
Um bálsamo para os ouvidos e a alma…
É só relaxar, agradecer e sentir as energias renovadas.
🌷 HARIBOL!

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Tudo bem, tudo certo
Um pouco longe
Porém, tão perto…
Tempos modernos,quem diria
Humanos mascarados,
Outras máscaras,na verdade
Se contassem, não acreditaria
Ainda continuamos na peleja
Plumas ao vento ,poeira cósmica
Aprendendo e ensinando
Procurando,com certeza
Que a mudança nos liberte
Nos lave , enxague, purifique
O anseio é esse, mudança
Que venha logo,que chegue já
Que a natureza se comova
Com nossa estupidez e dureza
E nos dê uma nova chance
De recomeçar, novamente
Desta vez com dicernimento
Bondade,amor e clareza…

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“Os poemas são pássaros que chegam
não se sabe de onde e pousam
no livro que lês.
Quando fechas o livro, eles alçam vôo
como de um alçapão.
Eles não têm pouso
nem porto;
alimentam-se um instante em cada
par de mãos e partem.
E olhas, então, essas tuas mãos vazias,
no maravilhado espanto de saberes
que o alimento deles já estava em ti…”

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Arqueólogos encontraram evidências do maior terremoto conhecido até então na história da humanidade: um de magnitude 9,5 que ocorreu há 3,8 mil anos onde hoje é o norte do Chile. O tremor teria causado um tsunami com ondas de até 20 metros de altura, que viajou até a Nova Zelândia, do outro lado do Oceano Pacífico.
Não tem ideia do que seria um terremoto de magnitude 9,5? Uma catástrofe, com certeza. Aquele que atingiu o Japão em março de 2011, causando um tsunami e um acidente nuclear em Fukushima, tinha magnitude 9,1. Mas são casos excepcionais. Terremotos bem menores (e mais comuns) já podem causar um grande estrago – o que devastou o Haiti em 2010 tinha magnitude 6, por exemplo.
O antigo tremor de 9,5 na Escala de Richter, descoberto agora, empata com outro de mesma intensidade, também registrado no Chile (mas no sul do país, a 570 km de Santiago). Conhecido como Grande Terremoto de Valdivia, ele ocorreu em maio de 1960 e foi sentido em muitos lugares do planeta – as ondas que surgiram no oceano chegaram ao Havaí e ao Japão.
O tremor de magnitude 9,5 teria ocorrido há 3,8 mil anos onde hoje é o norte do Chile – e empata, em intensidade, com outro ocorrido no país em 1960.
Cientistas descobrem maior terremoto da história da humanidade
publicado em superinteressante
Pudim…ah um pudim. Quem não ama?
Vamos fazer um cafezinho?
Isamara Amâncio aqui!

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Parque Nacional da Lagoa do Peixe Tavares RS Brasil
“Há tanto a ser grato. Pelo simples inalar do oxigênio que nutre nossas células, por nossa mente que é apta a tantas maravilhas. Agradecer por ser quem somos: humanos, falhos e aprendizes… Somente admitindo que nada sabemos é que abrimos espaço para toda sabedoria disponível penetrar em nosso espírito!”

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Por Fabiana Schiavon
Depois de dois anos em queda, os casos de dengue voltaram a subir em todo o Brasil. Segundo o Ministério da Saúde, o número de infectados subiu 85,6%, avaliando os meses de janeiro à primeira semana de abril deste ano com o mesmo período de 2021. “Essa subida pode ter sido causada por subnotificação dos anos anteriores, enquanto vivíamos o auge da pandemia de Covid. Mas também porque estamos em verão mais úmido e chuvoso, que facilita o acúmulo de água”, avalia Alberto Chebabo, infectologista da Dasa e presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI). A doença transmitida pelo mosquito aedes aegypti tem impacto significativo no organismo e pode ser fatal. Houve 79 mortes nesse mesmo período. É bom lembrar que ainda estamos convivendo com o coronavírus, agora sob a forma da variante Ômicron e suas parentes, BA.1, BA.2 e XE. Neste contexto, é fundamental saber diferenciar sintomas e saber como se prevenir. + Leia mais: Covid-19 e dengue: quais as diferenças e semelhanças? A dengue causa uma febre alta repentina, manchas pelo corpo após o quinto dia e um mal-estar geral. Dificilmente a pessoa terá sintomas no trato respiratório, que, por sua vez, são o foco da Covid-19, como tosse, espirro, coriza e dificuldade de respirar.
Brecar a doença não depende de evitar contato com pessoas e ainda não existe uma vacina muito eficaz contra ela. “Não adianta colocar o doente em quarentena. Se há alguém confirmado, é preciso investigar focos de larvas do mosquito em casa e na vizinhança”, lembra Rafael Jácomo, médico e diretor técnico do Grupo Sabin. O ideal, segundo ele, é que haja uma vigilância epidemiológica, e as prefeituras locais atuem em áreas com mais casos. Sem esse esforço, as medidas de prevenção ficam nas mãos da população. Veja algumas dicas: + Não deixe acumular água no quintal, nos pratos das plantas e em outros recipientes + Tampe bem as caixas d’água + Piscinas devem ser higienizadas com regularidade, e cobertas de lona para manter o tratamento com o cloro. As bordas são um convite para as larvas e precisam estar sempre limpas + Previna-se das picadas com repelentes e inseticidas + Fique atento a calhas e lajes que possam servir de reservatório de água + Cuide bem do lixo. Não deixe resíduos a céu aberto e denuncie entulhos abandonados nos bairros.
Mesmo com a Covid ainda circulando, não dá para descuidar dessa velha conhecida. Fique atento aos sinais da doença e saiba como combater o mosquito
Casos de dengue sobem em todo o país: quais são os sintomas e o que fazer?
publicado em Veja saúde

Não é de hoje que profissionais e responsáveis observam que brincar é fundamental para o bem-estar, o aprendizado e o amadurecimento social na infância. Pois um experimento da Universidade de Cardiff, no Reino Unido, apoiado pela fabricante Mattel, aponta que a interação com bonecas traz até vantagens adicionais: as crianças passam a falar mais sobre o que sentem e conseguem se colocar melhor no lugar do outro. “Brincar de boneca é brincar de se relacionar, pois as crianças falam das necessidades que as bonecas têm, projetando naquilo situações que estão vivendo”, afirma a psicóloga Blenda de Oliveira, de São Paulo. “Isso enriquece o repertório de representações internas. E assim as crianças se abrem mais para novas possibilidades”, conclui a terapeuta. +Leia Também: O que levar em conta ao comprar um brinquedo para uma criança pequena
Segundo Blenda, que é doutora em psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), não existe esse negócio de brincadeira de menina ou de menino. Os garotos também aprendem e podem se divertir ao interagir com bonecas e bichos de pelúcia, e, do outro lado, garotas também têm a ganhar brincando com carrinhos. “Isso não influencia em nada sobre quem a criança vai ser, apenas traz mais experiências para elas. Não se deve perpetuar esses estereótipos de gênero”, defende a psicóloga.
Pequenos tendem a expressar mais sentimentos e a socializar melhor, indica estudo controlado. Entenda:
Brincar de boneca ajuda no desenvolvimento emocional da criança
publicado em Veja saúde
“Tudo o que nos irrita nos outros pode nos levar a uma melhor compreensão de nós mesmos.”
🍀Carl Jung

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