“De tanto insistir que podia , finalmente a fadinha conseguiu. Para qualquer outra seria uma banalidade, mas ela tinha sido gerada com somente uma asa, e diante disto, ninguém acreditava que ela fosse capaz de tamanho feito. Agora, estupefatos, todos apreciam seu vôo doce e perfeito… não, ela não está sozinha …de cada lado, uma graciosa libélula forma com ela um conjunto. Juntas elas podem voar!”
“O Futuro é Indígena”Faixa exibida em ato durante o Acampamento Terra Livre (ATL) 2022 Abre-se mais um mês de Abril, momento central para o calendário das mobilizações indígenas. Para muito além do “dia do Índio”, em Abril os povos indígenas constroem o Acampamento Terra Livre, evento máximo de organização, denúncia e formulação teórico-política do movimento. […]
Cientistas do Laboratório de Pesquisa do Movimento Humano da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Bauru, conseguiram mensurar o impacto do medicamento levodopa para o controle da postura e do equilíbrio em pacientes com doença de Parkinson. Eles também estabeleceram o período que dura o efeito do remédio: de 60 a 120 minutos após a ingestão. Os resultados da pesquisa foram publicados na revista Brain Research e, segundo os autores, ajudam a otimizar o tratamento da doença. O grupo teve apoio da Fapesp por meio de dois projetos. Considerado essencial no tratamento do Parkinson, o fármaco levodopa age aumentando a quantidade de dopamina no cérebro, o que reduz os sintomas. No estudo, a equipe monitorou a ingestão da primeira dose do medicamento em 15 pacientes que se encontram em estágio leve a moderado da doença. Todos já faziam uso de levodopa há mais de seis meses e muitos também usavam outros fármacos. “Trabalhamos com pacientes em estágio da doença entre 1 e 3 [em uma escala que vai até 5]. Esses estágios leve e moderado apresentam as primeiras alterações posturais e de equilíbrio do paciente, mas ainda sem perda da independência. A maioria dos estudos foca nessa etapa, procurando melhorar a qualidade do tratamento”, explica Fabio Augusto Barbieri, professor do Departamento de Educação Física da Faculdade de Ciências da Unesp e do Programa de Pós-Graduação em Ciências do Movimento-Interunidades. O grupo optou por estudar o impacto da primeira dose diária do remédio, por ser a que tem menos oscilações, levando em conta o período para o início do efeito e o tempo de duração. [abril-whatsapp][/abril-whatsapp] “E, mesmo assim, há variação de paciente para paciente. Entretanto, pode-se dizer que o efeito da primeira dose é mais regular”, disse o pesquisador, lembrando que a quantidade de doses que cada paciente toma diariamente varia com o grau de evolução da doença e outros fatores. Para Barbieri, dois aspectos do trabalho devem ser salientados. “O estudo avança na determinação de um período adequado para a avaliação do controle postural e equilíbrio, ou seja, de determinar o período padrão para que os efeitos do medicamento possam ser avaliados por outros estudos; e também no tratamento, uma vez que, determinando a duração de efeito da medicação no equilíbrio, é possível estabelecer o período ‘ideal’ para a prescrição de exercícios físicos, pensando em melhorar o efeito da intervenção. Porém, é importante lembrar que os achados do estudo só valem para controle postural e equilíbrio, que foram o foco deste trabalho. Para marcha ou controle de membros superiores, por exemplo, pode ser que essas ‘janelas’ sejam um pouco diferentes.”
Descobertas sobre ação do fármaco levodopa pode proporcionar melhorias no tratamento e qualidade de vida
Em algum canto do Universo, talvez exista uma civilização alienígena com a qual poderíamos estabelecer contato. Se existir, essa conversa pode parece improvável, mas a hipótese não é só enredo de ficção científica: alguns cientistas se dedicam à missão de dar um alô aos ETs, mesmo antes da detecção de qualquer inteligência em algum lugar do infinito.
O mais recente projeto nesse sentido é o Beacon in the Galaxy (BITG) – em tradução livre, “farol na galáxia” –, planejado pelo grupo de pesquisa Messaging Extraterrestrial Intelligence (METI), “mensagens para inteligência extraterrestre”.
A BITG é uma mensagem formulada por uma equipe internacional de cientistas, com informações diversas sobre a vida na Terra, escrita em código binário – sequências de 0 e 1 que constituem, por exemplo, a linguagem a partir da qual seu computador exibe e processa os textos e imagens desta página.
BITG tem informações detalhadas sobre a vida na Terra e nossa localização. Conheça essa e outras tentativas de comunicação com inteligência extraterrestre.