Haribol! 🌷💜
Cantemos com Amor e Gratidão. ✨🙏
Que a Paz, a Harmonia, a Saúde e a Prosperidade sejam o pilar de nossas vidas!

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Espaço poético, rotineiro e alternativo
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“Quando éramos crianças cada dia era uma aventura repleta de descobertas, e mesmo quando caímos e o joelho saía ralado, bastava um beijinho carinhoso e tudo voltava a brilhar. Atenção e curiosidade, alegria e entrega à vida. É disto que eu estou falando!”

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« Querem nos destruir a todo custo e, como se isso não bastasse, agora querem se homenagear em nosso nome? » disse APIB O ex-presidente da Funai, o sertanista Sidney Possuelo, devolvendo sua medalha do mérito indigenista após a honraria ter sido entregue também ao presidente Jair Bolsonaro A piada de mau gosto realizada pelo ministro da […] […]
Sertanista Sidney Possuelo devolve medalha do mérito indigenista após honraria ter sido dada a Jair Bolsonaro — Barbara Crane Navarro
publicado em Tinylife
ALMA✨
Alma, deixa eu ver sua alma
A epiderme da alma, superfície
Alma, deixa eu tocar sua alma
Com a superfície da palma da minha mão, superfície
Easy, fique bem easy
Fique sem nem razão
Da superfície livre
Fique sim, livre
Fique bem com razão ou não, aterrize
Alma, isso do medo se acalma
Isso de sede se aplaca
Todo pesar não existe
Alma, como um reflexo na água
Sobre a última camada
Que fica na superfície, crise
Já acabou, livre
Já passou o meu temor do seu medo
Sem motivo, riso, de manhã, riso de neném
A água já molhou a superfície
Alma, daqui do lado de fora
Nenhuma forma de trauma sobrevive
Abra a sua válvula agora
A sua cápsula, alma
Flutua na superfície lisa, que me alisa
Seu suor, o sal que sai do sol, da superfície
Simples, devagar, simples, bem de leve
A alma já pousou na superfície
Alma, daqui do lado de fora
Nenhuma forma de trauma sobrevive
Abra a sua válvula agora
A sua cápsula, alma
Flutua na superfície lisa, que me alisa
Seu suor, o sal que sai do sol, da superfície
Simples, devagar, simples, bem de leve
A alma já pousou na superfície
Alma, deixa eu ver sua alma
A epiderme da alma, superfície
Alma, deixa eu tocar sua alma
Com a superfície da palma da minha mão, superfície
Alma, deixa eu ver
Deixa eu tocar (alma, alma, alma)
(Deixa eu ver)
(Deixa eu tocar)
(Alma, alma, alma)
Superfície (alma, alma)
Deixa eu ver sua alma (alma, alma)
Alma (alma, alma, alma)
Fonte: Musixmatch
Compositores: Arnaldo Augusto Nora Antunes Filho / Pedro Anibal De Oliveira Gomes
Letra de Alma © Warner/chappell Edicoes Musicais Ltda, Rosa Celeste

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O que seria do amarelo
Se o mundo lilás todo fosse
O que dizer da maçã
Se só gostassem de laranja ?
Amo muito as camélias
Porém rosas também são belas
Há quem prefira um café
Talvez um suco, só água
Um brigadeiro, um brioche
Banho de mar,ou fuja de praia
Gosto é gosto, é diverso
Tempero da vida,sal da terra
Tem quem goste de um drama
De suspense,ou romance
Talvez na tela ou em um livro
Depende da situação …
Opções são bem vindas
Cada qual uma opinião
Livre arbítrio, aceitação
Valorizar é a palavra
Tudo e todos , sempre… enfim
Viver plenamente o presente
Que é o que de certo temos
Sem dúvida, de concreto
Única escolha,essa sim…

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Por Bruno Garattoni
“Eu trabalhava todas as noites, escrevendo as propostas. E as respostas sempre vinham: ‘não, não, não’. Cogitei ir para outro lugar, trabalhar com outra coisa. Também pensei: ‘talvez eu não seja inteligente o bastante”, contou a bioquímica húngara Katalin Karikó em uma de suas raras entrevistas, no fim de 2020.
Naquele momento, Karikó estava no topo do mundo: as vacinas de RNA mensageiro (mRNA), que só se tornaram realidade graças ao trabalho dela, começavam a chegar aos braços de centenas de milhões de pessoas. Mas a cientista não havia se esquecido do que passou para chegar até ali. Nem teria como esquecer.
Nascida na Hungria, filha de um açougueiro, Karikó cresceu numa casa de dois cômodos sem geladeira, TV ou água encanada. Ela ia bem na escola, entrou na faculdade e se formou na Universidade de Szeged, no sul do país. Foi trabalhar no Instituto de Bioquímica da cidade até que, em 1985, o governo cortou a verba do laboratório.
Karikó vendeu o carro da família (algo proibido no país, comunista), escondeu o dinheiro dentro de um ursinho de pelúcia e o levou, junto com o marido e a filha, numa viagem até os Estados Unidos – para onde a família emigrou em busca de oportuindades.
Essa nova vida começou bem: ela fez pós-doutorado na Universidade Temple, na Filadélfia, e em 1989 se tornou professora-assistente na Universidade da Pensilvânia. Mas, alguns anos depois, o sonho tinha virado um pesadelo. Ninguém acreditava que os estudos com RNA mensageiro, nos quais Karikó colocava todo o seu esforço, poderiam chegar a algum lugar.
Nada contra a ideia em si, que era ótima. Quando o seu corpo precisa fabricar alguma proteína, ele consulta conjuntos de instruções presentes no DNA: os genes. Aí, num processo chamado transcrição, o organismo fabrica moléculas de RNA mensageiro, que contém cópias de determinados trechos do DNA. Elas vão parar nos ribossomos, dentro das células, que leem aquele código e fazem as proteínas. Pronto.
É como se o seu corpo fosse um computador, e o mRNA fosse o software que roda nele. Esse mecanismo é poderoso e universal: plantas, bactérias e vírus também emp o RNA mensageiro. Se você conseguisse criar e editar mRNA em laboratório, poderia usá-lo para ensinar o corpo humano a fazer quase qualquer proteína – como anticorpos contra vírus, ou moléculas capazes de prevenir e curar doenças. “Você transforma o corpo em produtor de medicamentos”, diz Wesley Fotoran, que é imunologista do Instituto Butantan e pesquisa, em seu pós-doutorado, o uso de mRNA contra malária e câncer.

O corpo humano rejeitava o mRNA artificial, criado em laboratório. E isso parecia não ter solução.
Um potencial gigantesco. Mas a realidade era diferente. Primeiro, não havia como levar aquele mRNA “artificial” até os ribossomos. Isso exigiu 25 anos de pesquisas, mas acabou dando certo: no começo dos anos 1990, cientistas americanos criaram nanopartículas de gordura para envolver e transportar as moléculas. Elas usam um truque genial, relacionado à acidez das células humanas, para só liberar o mRNA no lugar exato (veja quadro abaixo).
Só que aí apareceu um obstáculo bem maior. Na maioria dos casos, o organismo via aquelas moléculas de mRNA como invasoras – afinal, elas continham se-quências genéticas estranhas, que haviam sido criadas em laboratório e não faziam parte do corpo – e as atacava. Não fabricava as proteínas que você queria ensiná-lo a produzir.
As pesquisas bateram num muro, e não avançavam. A visão predominante na comunidade científica era de que aquilo jamais funcionaria. Karikó tentava e tentava, mas nada dava certo. E o dinheiro foi secando – suas propostas de financiamento para pesquisas começaram a ser sumariamente rejeitadas.
O RNA mensageiro é como se fosse um arquivo executável: contém instruções para que o corpo fabrique determinadas proteínas. Veja como essa tecnologia, que estreou nas vacinas da Covid, se tornou uma aposta para tratar diversas doenças – de colesterol a câncer, de gripe a síndromes genéticas raras.
Muito além das vacinas: as promessas do mRNA
publicado em superinteressante

Por Maria Clara Rossini
Chapéu, roupa de banho, escova de dente, duas agulhas de rádio (o elemento químico). Era mais ou menos assim que a mala de Marie Curie estava organizada quando ela saiu de Paris, em junho de 1926. O destino: Rio de Janeiro. O convite partiu da Embaixada do Brasil na França, mas foi o governo francês que bancou a viagem.
Já aos 59 anos de idade e laureada com dois prêmios Nobel (de Física, em 1903, e Química, em 1911), Curie não parecia muito animada com a viagem. Em quase todas as fotos no Brasil ela aparece sentada e sem interesse em olhar para a câmera. A polonesa naturalizada francesa só tinha um objetivo claro: divulgar suas pesquisas sobre radioatividade.
Curie ministrou um curso na Escola Politécnica da Universidade Federal do Rio de Janeiro, que foi transmitido via rádio (o aparelho, ainda uma novidade tecnológica). Apesar do foco no trabalho, arrumou tempo para aproveitar o hotel no bairro do Flamengo com sua filha, Irène Joliot-Curie, tomar banhos de mar e fazer o clássico roteiro turistão carioca: Corcovado, Pão de Açúcar (já havia o bondinho), Tijuca e Museu Nacional.

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Durante os dois meses que ficou no Brasil, estava quase sempre acompanhada da bióloga paulistana Bertha Lutz, uma ativista do feminismo. Esta fazia parte da Federação Brasileira pelo Progresso Feminino, uma entidade que lutava pelos direitos políticos e inclusão das mulheres na educação e ciência. As ativistas feministas tinham tudo para se tornarem BFFs.

Lutz também acompanhou Curie em São Paulo, onde a química deu palestras na Faculdade de Medicina da USP. Ela também visitou o Instituto Butantã, que 95 anos depois desenvolveria a primeira vacina contra a Covid-19 aprovada no Brasil.
Depois de passar um dia na capital paulista, ela embarcou em um trem na Estação da Luz com destino a Águas de Lindoia. Não para relaxar nas termas, mas para conferir um rumor que circulava entre os cientistas: as águas das fontes lindoienses teriam um pequeno grau de radioatividade. Segundo os jornais da época, ao final da visita, Curie teria confirmado o fato. E estava certa. Medições com equipamentos mais modernos mostrariam depois que que tem mesmo; num grau seguro para a saúde.
A cientista visitou o primeiro hospital oncológico quando passou por aqui, em 1926. Saiba como foi a experiência da química no Brasil.
Em visita ao Brasil, Marie Curie inspirou o início da radioterapia no país
publicado em superinteressante

Tavares RS Brasil
“O que significam o tempo e o espaço quando temos todo um Universo inexplorado dentro de nós mesmos?”
✨ Mágica Mistura

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Sabores da vida
Saberes da alma
Todos os sentidos aguçados
Fervilhando de expectativa
Provar de tudo, sorver o momento
Segundo a segundo
Dando tempo ao tempo
Sabores intuídos,segredados
Ao pé do ouvido
Calando fundo na alma
Saberes profundos
Guardados com zelo
Nutrindo a missão
Levados adiante,em tantas vidas
Tantos mundos, tanto chão
Tantos sabores provados
Tantos saberes apreendidos
Quantas luzes acesas
Quantas etapas cumpridas
Prossigamos…✨✨

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