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Só de olhar já deu água na boca…

Por favor um cafezinho…

Isamara Amâncio aqui!

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Cientistas descobrem dinossauro parente do T. Rex – do tamanho de uma galinha

Há 200 milhões de anos, um dinossauro do tamanho de uma galinha habitava o que conhecemos hoje como País de Gales. Apesar de parecer pouco ameaçador, o animal era carnívoro e estava no topo da cadeia alimentar. O Pendraig milnerae, como foi batizado, era um terópode típico, que andava sobre duas pernas como seus primos T. Rex e Velociraptor. A única diferença é que ele habitou a Terra bem antes de seus parentes.

Sua história começou no Período Triássico Superior (período que vai de 237 a 201 milhões de anos atrás). Ele foi descoberto por pesquisadores do Museu de História Natural de Londres, no Reino Unido. A descrição completa do réptil foi publicada nesta quarta-feira (6) na revista Royal Society Open Science.

Para começar a conhecê-lo, vale entender a história por trás de seu nome: Pendraig milnerae. Pendraig significa “dragão chefe” – uma referência à posição de predador diante dos outros animais na época em que viveu. Milnerae, por sua vez, é uma homenagem à paleontóloga Angela Milner, que faleceu em agosto deste ano e teve grande importância para a descrição da espécie.

Fósseis encontrados no País de Gales sugerem que o terópode passou por um processo evolutivo conhecido como nanismo insular. Entenda.

Cientistas descobrem dinossauro parente do T. Rex – do tamanho de uma galinha

publicado originalmente em superinteressante

Epitáfio…por Cora Coralina

“Morta… serei árvore,
serei tronco, serei fronde
e minhas raízes
enlaçadas às pedras de meu berço
são as cordas que brotam de uma lira.

Enfeitei de folhas verdes
a pedra de meu túmulo
num simbolismo
de vida vegetal.

Não morre aquele
que deixou na terra
a melodia de seu cântico
na música de seus versos.”

🌲Cora Coralina

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Pagu 🌹

Mexo, remexo na inquisição
Só quem já morreu na fogueira
Sabe o que é ser carvão

Eu sou pau pra toda obra
Deus dá asas a minha cobra
Hum hum hum hum
Minha força não é bruta (adoro essa frase)
Não sou freira, nem sou puta

Porque nem toda feiticeira é corcunda
Nem toda brasileira é bunda
Meu peito não é de silicone
Sou mais macho que muito homem

Nem toda feiticeira é corcunda
Nem toda brasileira é bunda
Meu peito não é de silicone
Sou mais macho que muito homem

Ratatá ratatá ratatá
Taratá taratá

Sou rainha do meu tanque
Sou Pagu indignada no palanque
Hanhan hanhan
Fama de porra louca, tudo bem
Minha mãe é Maria ninguém
Hu huhuhu

Não sou atriz, modelo, dançarina
Meu buraco é mais em cima

Porque nem toda feiticeira é corcunda
Nem toda brasileira é bunda
Meu peito não é de silicone
Sou mais macho que muito homem

Nem toda feiticeira é corcunda
Nem toda brasileira é bunda
Meu peito não é de silicone
Sou mais macho que muito homem

Nem toda feiticeira é corcunda
Nem toda brasileira é bunda
Meu peito não é de silicone
Sou mais macho que muito homem

Ratatá ratatatá
Ratatá
Taratá taratá

🌹Fonte: LyricFind

Compositores: Rita Lee Jones Carvalho / Zelia Cristina Goncalves Moreira

Letra de Pagu © Warner Chappell Music, Inc

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Caatinga tem mais risco de desertificação com desmatamento e queimadas

A Caatinga, que abrange todo o nordeste e parte de Minas Gerais, é o único bioma que ocorre exclusivamente no Brasil. Apesar de sua importância climática e riqueza endêmica, parte do território corre o risco de virar um deserto. Essa foi uma das conclusões de uma análise feita pelo MapBiomas. 

Obtidos através de imagens de satélite da região entre os anos de 1985 e 2020, os dados mostram que 112 municípios da Caatinga (9%) classificados como Áreas Suscetíveis à Desertificação (ASD), com status “Grave” e “Muito Grave”, perderam 0,3 milhões de hectares de vegetação nativa — 3% de toda a vegetação nativa perdida no período. 

Além disso, a superfície de água do bioma teve uma retração de 8,27%. Ou seja, a Caatinga está mais seca. O levantamento ainda mostra um decréscimo de 40% nos cursos de água natural que fluem pela região. 

A Caatinga ainda teve uma perda de vegetação primária de 15 milhões de hectares, que representam 26,36%, na comparação entre 1985 e 2020. Apesar de registrar um aumento de 10,7 milhões de hectares de vegetação secundária, o saldo geral continua negativo. 

Além do desmatamento e da perda de água, o bioma sofre ainda com queimadas, com destaque para a região da fronteira agrícola entre Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, sendo que 87,28% do total de área queimada ocorreu em territórios baianos, piauienses e cearenses. 

Único bioma exclusivo do Brasil é mais eficiente em absorver CO2 do que outras regiões

Caatinga tem mais risco de desertificação com desmatamento e queimadas

publicado originalmente em Veja

Em meio à pandemia do coronavírus, não podemos esquecer da dengue

Com o coronavírus, aprendemos a importância do esforço coletivo contra uma doença. Podemos usar essa lição para diminuir a incidência da dengue, doença que pode ser prevenida ao controlar o Aedes aegypti, mosquito transmissor do vírus.

Segundo a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), o Brasil registrou cerca de 1,5 milhão de casos de dengue em 2020. O Ministério da Saúde aponta que os números continuaram a subir nos primeiros meses de 2021, em diversas regiões.

Só a cidade de São Paulo teve 6 408 casos entre janeiro e maio, o triplo do mesmo período no ano passado.

Entender os hábitos do mosquito é uma das armas para impedir a sua proliferação. Mortes também podem ser evitadas ao se procurar atendimento na hora certa e receber o diagnóstico correto. No contexto atual, é importante entender as diferenças entre os sintomas de dengue, gripe e Covid-19.

Horário da picada do Aedes aegypti

Com quase um centímetro de comprimento, o Aedes aegypti se assemelha a um pernilongo comum, mas tem uma característica notável. “Facilmente vemos as listras brancas na região do abdômen, na porção mais final do corpo do mosquito e pernas zebradas, listras brancas”, explica a bióloga Patricia Jacqueline Thyssen, professora da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Entenda os hábitos do mosquito e formas de transmissão do vírus para se prevenir; aproveite para aprender a diferenciar sintomas da dengue e da Covid-19

Em meio à pandemia do coronavírus, não podemos esquecer da dengue

publicado originalmente em Veja saúde