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🦋 Deuses a Dançar

Deus criou a Vida nessa dança circular
Deus criou a Vida e a Vida gira sem parar

Pisa no chão, deixa a terra te curar
Voe pelo Céu, sinta a Força de Oxalá
Carregado de Amor, vem cumprindo sua missão
Seguindo seu caminho e ajudando seu Irmão

No sopro do Vento, recorte no Tempo
Os nossos extremos vão se encontrar!
Caminho natural, caminho do Amor
Livres pra poder sonhar!

Eu vejo Deuses a dançar, Deuses a dançar
Gira Natureza nessa dança circular


Eu vejo Deuses a dançar, Deuses a dançar
Gira Natureza na magia do Luar (2x)

Shiva Shambho, Shiva Shambho…

Nessa dança, baila Shiva
Dança Shiva, Shiva Hare Om

Dança Shiva, Shiva Nataraja
Baila Shiva, Shiva Hare Om

Transforme em cinzas todo meu sofrer
Bebe do veneno que vem do meu Ego
Eleve a minha mente ao puro Ser

Om Namah Shivaya, Om NamahShivaya

Shambho Shankara Namah Shivaya
Girija Shankara Namah Shivaya
Shambho Shankara Namah Shivaya

Girija Shankara Namah Shivaya

Shambho Shankara Namah Shivaya
Girija Shankara Namah Shivaya
Shambho Shankara Namah Shivaya, Arunachala Shiva Namah Shivaya!

Om Namah Shivaya, Om Namah Shivaya
Om Namah Shivaya, Om Namah…

Eu vejo Deuses a dançar…

Deus criou a Vida nessa dança circular
Deus criou a Vida e a Vida gira sem parar…

🦋Fonte: LyricFind

Composição :Beto Yamani / Rodolfo Mazzotta

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Coluna Carbono Zero: o que as ondas de calor na Europa significam para o planeta

Por Bruno Garattoni

Texto Salvador Nogueira

E lá vamos nós de novo. O verão de 2022 no hemisfério Norte registrou recordes e mais recordes, com ondas de calor que apavoraram muitos europeus. No Reino Unido, pela primeira vez foram registradas temperaturas acima de 40°C, batendo o recorde para aquele país (era 38,7°C, estabelecido em 2019).

Recordes também foram quebrados na França, onde a temperatura superou os 42°C. Na Alemanha, em junho, chegou a 39,2°C. E o auge do continente ficou com Pinhão, em Portugal, que marcou 47°C em 14 de julho. Quarenta. E. Sete. Graus. Tudo isso vem acompanhado por incêndios, evacuações e mais de 5.000 mortes por calor extremo.

Não se iluda, a humanidade não está pronta para o que está vindo. E é assustador pensar que 2022 não é apenas um dos anos mais quentes já registrados. Vai piorar.

Temperaturas extremas vão atingir populações que não estão prontas para lidar com elas. E deve ser ainda pior do que projetam os modelos de aquecimento global: as temperaturas deste verão europeu eram esperadas para 2050, não para agora.

A reflexão óbvia é: precisamos fazer alguma coisa. E podemos. Mudar hábitos é uma contribuição que cada um de nós pode dar. Há ferramentas para calcular qual é nossa pegada individual nas emissões de carbono e nos guiam para reduzi-la.

Vale, por exemplo, dar uma passada em seeg.eco.br/calculadora-de-emissoes-de-pessoas e conferir a ferramenta, desenvolvida em parceria pelo Seeg (Sistema de Estimativa de Emissões de Gases de Efeito Estufa) e pelo G1.

Esse exercício vai ilustrar duas coisas: sim, é possível agir no sentido de reduzir nossa influência pessoal e intransferível sobre o clima. E não, não é possível resolver o problema simplesmente mudando hábitos da população.

A maior parte das nossas emissões vem do consumo de eletricidade e dos transportes, duas áreas em que dependemos basicamente da matriz energética e dos veículos que há à disposição. É assunto de governo.

Para que possamos de fato enfrentar as mudanças climáticas, precisamos chamar os governantes à ação. Nos países democráticos, como é o caso do Brasil, escolhendo representantes comprometidos com a causa e com planos para agir sobre ela.

Elas atingiram níveis que só estavam previstos para 2050. E agora?

Coluna Carbono Zero: o que as ondas de calor na Europa significam para o planeta

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