Varíola dos macacos: o que sabemos (e não sabemos) sobre o monkeypox

Subida de casos chama a atenção, mas a situação deve ser diferente da do coronavírus, explicam especialistas. Conheça os sintomas, a transmissão e mais

Varíola dos macacos: o que sabemos (e não sabemos) sobre o monkeypox

publicado em Veja saúde

Alçar vôo…por Mágica Mistura

Quem nunca quis ser um pássaro

Uma magnífica águia,

Uma colorida arara,

Quem sabe um doce canarinho?

Sair voando à vontade

Ao bel prazer

Liberdade real e pura

Um impulso…e já fui

Olhar o mundo do alto

Encarar os problemas de cima

Planar ao monte mais íngreme

Sentir o mudar do clima

Poderia ser gaivota,tucano

Um pardal, flamingo

Ir aonde, quando quiser…

Explorar,visitar, revolucionar

Mas espera, podemos!

Com a imaginação nascemos,

Voemos com ela ,então

Traçando rumos novos

Usando a mente,

A inteligência

E principalmente

Nosso coração…

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Psicobióticos: os remédios feitos de bactérias que prometem tratar ansiedade e depressão

Por Bruno Garattoni

O útero é o lugar mais seguro do mundo. O bebê recebe tudo o que precisa, e fica completamente protegido: a placenta impede a passagem de micróbios. Mas essa limpeza absoluta, que é vital para o bom desenvolvimento do feto, termina no nascimento.

Quando a criança nasce de parto normal, ela recebe um batismo da natureza: ao passar pelo canal vaginal da mãe, é colonizada por diversas espécies de bactéria, que irão formar a sua primeira microbiota, o conjunto de microorganismos que vivem no corpo humano.

Eles são incrivelmente numerosos: um adulto carrega em média 39 trilhões de bactérias (1), e elas vivem em harmonia com os 30 trilhões de células do organismo. Em números, você é mais microbiano do que humano.

São mais de 300 espécies de bactéria, a maioria vivendo no sistema digestivo. E ele tem sua própria rede de neurônios: 500 milhões, distribuídos ao longo de uma faixa que começa no esôfago, percorre todo o intestino e termina no reto. O intestino também produz mais de 30 neurotransmissores, incluindo 50% de toda a dopamina e 90% da serotonina do organismo.

O sistema digestivo tem mais de 500 milhões de neurônios, e produz neurotransmissores – incluindo 50% da dopamina e 90% da serotonina do organismo.

Esse conjunto de neurônios e neurotransmissores forma o “sistema nervoso entérico”, que existe em todos os animais vertebrados e tem uma função primordial: controla o processamento da comida, extraindo energia dos alimentos e expulsando eventuais toxinas.

Os micróbios do intestino afetam o sistema nervoso, e podem influenciar o estado mental. Agora, a indústria está começando a transformar essas bactérias em medicamentos. Conheça-os – e veja o que aconteceu quando nosso editor passou 30 dias tomando um deles.

Psicobióticos: os remédios feitos de bactérias que prometem tratar ansiedade e depressão

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Dueto…por Mágica Mistura

Intenso é o dia de Sol

Queimando a pele e as idéias

Subindo do solo e se espalhando por tudo

Torrando a grama,a lama ,os caminhos

Se acho abrigo em uma sombra amiga

Logo o baforar escaldante banha minha nuca

A brisa é quente,a areia…fogo

Intenso é o dia de Sol

Mas como tudo no mundo, passageiro ele é

E quando o Sol se retira

A Lua de prata pisa o céu

Restaurando o frescor na Terra

Trás consigo o amor dos poetas

Os segredos ocultos da vida e do além

Linda e nua no palco negro

Envolta em seu lindo véu✨✨

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Assista a “Gilberto Gil – Palco • TopPop” no YouTube

Palco 🌻✨

Subo neste palco, minha alma cheira a talco
Como bumbum de bebê, de bebê
Minha aura clara só quem é
clarividente pode ver, pode ver.


Trago a minha banda,
só quem sabe onde é Luanda
saberá lhe dar valor, dar valor
Vale quanto pesa pra quem preza
o louco bumbum do tambor, do tambor


Fogo eterno pra afugentar
O inferno pra outro lugar
Fogo eterno pra constituir
O inferno
Fora daqui, fora daqui
Fora daqui, fora daqui


Venho para a festa, sei que muitos têm na testa
O deus-sol como sinal, o sinal
Eu como devoto trago um cesto
de alegrias de quintal, de quintal
Há também um cântaro, quem manda é
deusa-música pedindo pra deixar, pra deixar


Derramar o bálsamo,
fazer o canto cantar, o cantar, o cantar
Fogo eterno pra afugentar
O inferno pra outro lugar
Fogo eterno pra constituir
O inferno


Fora daqui, fora daqui
Fora daqui, fora daqui


Subo neste palco, minha alma cheira a talco
Como bumbum de bebê, de bebê
Trago a minha banda,
só quem sabe onde é Luanda
saberá lhe dar valor, dar valor

✨✨ composição: Gilberto Gil

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Enxaqueca não é só dor de cabeça

Os sintomas de enxaqueca estão fortemente associados à dor de cabeça – que pode, muitas vezes, ser incapacitante –, mas não se restringem a apenas isso. Entre outras repercussões, pacientes enxaquecosos podem apresentar também dores no pescoço e até mesmo na musculatura dos ombros. Isso é o que aponta um estudo publicado na Cephalalgia , a revista oficial da International Headache Society (IHS) , que avaliou os músculos trapézios (que fica na região dos ombros) de pessoas com enxaqueca, a partir de exames de ressonância magnética. No estudo, foram avaliados 21 indivíduos com enxaqueca e 22 pessoas sem histórico da doença para se estabelecer o comparativo. Nos resultados, os pesquisadores verificaram que todos aqueles com enxaqueca tinham pontos de gatilho miofasciais no músculo trapézio, além de sinais que indicavam processos inflamatórios na musculatura.  “A enxaqueca é uma queixa comum e que frequentemente está associada a outras dores. A anamnese desses pacientes inclui a investigação de dores nos ombros, na face e na coluna cervical, quase sempre confirmadas por eles”, diz o médico neurologista Paulo Faro, especialista em cefaleia e membro da Sociedade Brasileira de Cefaleia.  Faro ressalta que a cervicalgia (dor no pescoço), por exemplo, é frequente em pacientes com enxaqueca: “Há evidências de processos inflamatórios no músculo trapézio e isso é bem visto na prática clínica. O estudo em questão veio reforçar esse achado.” No estudo, entre aqueles que apresentaram alterações musculares, não houve diferenças significativas em relação à idade, sexo, índice de massa corporal ou número de pontos de gatilho miofasciais. “Porém, o que se constatou foi que todos os pacientes com enxaqueca apresentaram esses pontos nos músculos trapézios, de forma significativamente maior quando comparado ao grupo controle, ou seja, aqueles sem a condição”, continua o especialista. “Essa pesquisa está alinhada com as evidências que revelam um processo inflamatório periférico provocado pela enxaqueca, provando, mais uma vez, que a doença não é apenas uma simples dor de cabeça.” +Leia também: Uma cirurgia para enxaqueca?

Afinal, qual é a relação?

Faro explica que o complexo trigêmino-cervical é a estrutura chave para compreender o fenômeno que explicita a relação enxaqueca e dor muscular. “Há uma conexão de nervos que levam a informação de dor na cabeça e nos ombros. Em uma enxaqueca pesada, por exemplo, ramos do nervo trigêmeo, responsável pela sensibilidade da região da cabeça, ativam os nervos cervicais, estimulando-os e também estimulando os músculos da região, que se tornam sensibilizados”, explica. O médico comenta que, em casos de enxaquecas frequentes (diárias ou semanais), a provocação de estímulos repetitivos torna a musculatura da face, pescoço e ombros cada vez mais sensível, levando a pessoa a sentir dores espontâneas. Na pesquisa, os resultados da ressonância magnética foram divididos em sequências e cada uma mostrava uma alteração em dada estrutura estudada. Na sequência utilizada, foi demonstrado o processo inflamatório hiperintenso (ou seja, mais claro na imagem), sugerindo que aquela região está inflamada. “ A enxaqueca ativada provoca um processo inflamatório na musculatura do trapézio, que foi o músculo alvo do estudo. Porém, outros músculos também demonstram essa inflamação”, esclarece Faro. Trabalhos futuros podem validar esse achado em amostras maiores, mas os pesquisadores acreditam que esse fator inflamatório pode ter potencial para se tornar um biomarcador viável. *Este conteúdo foi produzido pela Agência Einstein.

Estudo confirma a presença de pontos de gatilho no músculo trapézio, comprovando a existência de processos inflamatórios que fazem a dor ir além da cabeça

Enxaqueca não é só dor de cabeça

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Imagen: como funciona a inteligência artificial do Google que transforma texto em imagem

No mundo da inteligência artificial, existem os chamados geradores texto-imagem. É um nome bem autoexplicativo: baseado na frase que o usuário digita, o sistema devolve uma imagem correspondente ao que foi escrito.

Até então, o líder no campo desse tipo de programa era o DALL-E, software criado pelo laboratório OpenAi. Agora, o Google resolveu entrar na jogada com o Imagen, anunciado na última terça (24).

O Imagen funciona da mesma forma que os outros geradores: com base em um texto, ele gera uma imagem. Na página dedicada ao programa, ele é descrito como tendo um “grau de fotorrealismo sem precedentes e uma profunda compreensão de linguagem”. De fato, basta observar as imagens divulgadas pela empresa para entender o potencial da nova ferramenta:

Alguns exemplos de imagens geradas pelo Imagen: a legenda embaixo é a tradução do texto em inglês que originou a imagem.

As imagens são geradas a partir de frases de variados graus de complexidade.

Segundo o Google, o Imagen produz imagens melhores do que o DALL-E. Para chegar a essa conclusão, a empresa criou uma métrica de comparação, chamada de DrawBench. Não é nada muito complexo: eles usaram o mesmo texto para criar imagens em diversos geradores. As produções foram submetidas a juízes humanos, que escolheram suas preferidas. E os resultados do Imagen foram escolhidos mais vezes do que os dos concorrentes.

Os resultados da nova ferramenta impressionam. Mas ela ainda vai demorar para ficar disponível ao público. Entenda por quê.

Imagen: como funciona a inteligência artificial do Google que transforma texto em imagem

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