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A Fé remove montanhas. E o Amor e a Gratidão que emanamos faz tudo acontecer da forma mais linda e completa!

Eu creio! Assim é! 🌷

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Vamos lá…por Mágica Mistura

“Sempre que eu penso: chega! Não adianta nada mesmo, ninguém vai ouvir, ou ler, ou ver. Sempre, todas as vezes, uma voz interior me fala : continua…vai adiante. Se apenas uma pessoa for tocada por tuas palavras e iluminar sua trajetória de esperança, já terá valido mil vezes a pena… então eu continuo…”

Mágica Mistura

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Diabetes em transformação: o que está mudando no tratamento

Por Diogo Sponchiato

A cena, cada vez mais corriqueira, é a seguinte: o paciente com diabetes descontrolado entra no consultório com um diagnóstico e sai de lá com outro. Muita atenção agora: ele continua com diabetes, mas a investigação médica, depois confirmada com exames laboratoriais, indica outro tipo da doença. Não era à toa que a glicemia nunca ficava na meta. O sujeito não tinha diabetes tipo 2, mas uma versão conhecida pela sigla LADA — que vem do inglês e significa “diabetes autoimune latente do adulto”. É como se fosse um diabetes tipo 1, aquele mais comum em crianças e adolescentes e caracterizado pela agressão do sistema imune ao pâncreas, só que se manifestando tardiamente. E o que essas nomenclaturas mudam na prática? Ora, o tratamento. Nosso paciente, para o qual a combinação de vários comprimidos não vinha surtindo o efeito esperado, passa a usar insulina e, bingo!, a glicose finalmente é domada. Episódios assim costumavam corresponder a 5% dos casos rotulados inicialmente como diabetes tipo 2. Mas novas estimativas apontam que o LADA, sorrateiro, está presente em um em cada dez desses cidadãos. Pouca gente? Não mesmo. O diabetes como um todo afeta mais de meio bilhão de pessoas pelo planeta, pelo menos 15 milhões no Brasil. Se considerarmos que 90% desse público possui o tipo 2, fazendo as contas veremos que o LADA é mais significativo do que se imagina. Os números do último atlas da Federação Internacional de Diabetes escancaram que o problema, em suas diversas formas, compõe uma das equações mais complexas da saúde pública — sem falar no incalculável impacto na qualidade de vida das pessoas e das famílias. E o horizonte não é dos mais animadores. “Vivemos em um cenário de ganho de peso, sedentarismo e dieta inadequada. Cerca de 15% da nossa população tem pré-diabetes, com grandes chances de desenvolver a doença em si. E o que mais me assusta é a quantidade de indivíduos com diabetes que nem sequer sabem que têm a doença”, expõe o endocrinologista Levimar Araújo, presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD)+ Leia também:  Você tem pré-diabetes? Não se engane com esse nome Para lidar com o desafio de hoje e de amanhã, precisamos de uma mobilização em 360 graus, amparada em muita ciência e tanto ou mais esforço de profissionais de saúde, autoridades públicas e pacientes. E um ponto de partida é entender que nem todo diabetes é igual e como a personalização do tratamento — acompanhada de algumas estratégias padronizadas, por mais paradoxal que isso soe — será determinante para usufruir do que o avanço da medicina e a inovação tecnológica estão prestes a oferecer. 

Descobertas sobre o elo da doença com a imunidade e o peso e novos tratamentos redefinem o controle do diabetes — e ele vai muito além do açúcar no sangue

Diabetes em transformação: o que está mudando no tratamento

publicado em Veja saúde

Evidência mais antiga de calendário Maia é encontrado na Guatemala

Por Maria Clara Rossini

O glifo que você vê na foto acima representa um dia do ano – como 15 de abril, por exemplo. Esse dia é chamado “7 cervo”, e sua representação é, justamente, o número 7 desenhado em cima de um cervo. Ele é um dos 260 dias nomeados do calendário maia – e os fragmentos acima podem pertencer ao calendário mais antigo conhecido.

Os fragmentos foram encontrados no norte da Guatemala, em um sítio arqueológico chamado San Bartolo. É lá que fica a pirâmide Las Pinturas (que chega a medir 30 metros de altura), onde o calendário maia estava. A descoberta foi publicada por pesquisadores da Universidade do Texas no periódico ScienceAdvances

Os achados arqueológicos datam do século 3 a.C., o que foi verificado com datação de radiocarbono. Isso o torna o calendário maia mais antigo já encontrado – até então, mais antigo era do século 1 a.C.

Os pedaços faziam parte de um grande mural, mas hoje só sobraram fragmentos que cabem na palma da mão. Segundo o pesquisador David Stuart, a parede provavelmente foi intencionalmente destruída pelos maias quando estavam reconstruindo seus espaços cerimoniais. Depois, a pirâmide foi construída por cima.

Os pesquisadores esperam encontrar amostras ainda mais antigas em San Bartolo. O local era um centro regional durante o período maia pré clássico, que vai de 400 a.C. até 250 d.C. No total, a pesquisa encontrou 7.000 fragmentos de diferentes murais. Foram analisados apenas 11 deles, descobertos entre os anos 2000 e 2012, incluindo o “7 cervo”.

O calendário maia levava em consideração os movimentos do Sol, Lua e planetas. Um dos sistemas usados para contar o tempo de baseia em um calendário de 260 dias, que inclui o “7 cervo”, chamado Tzolk’in. Outros sistemas maias incluem o ano solar de 365 dias e um calendário lunar.

Os fragmentos do calendário datam do século 3 a.C. – e foram encontrados nas ruínas de uma pirâmide no norte do país

Evidência mais antiga de calendário Maia é encontrado na Guatemala

publicado em superinteressante

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