Menos sódio nos industrializados, menos males cardíacos

Ministério da Saúde, empresas vinculadas à Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação (Abia) fizeram reduções no teor de sódio em várias categorias alimentícias entre 2011 e 2017.

Cruzando essas mudanças com dados do IBGE sobre a dieta do brasileiro, o biólogo Eduardo Nilson, do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo (Nupens/USP), descobriu o seguinte: até 2032, a medida tende a evitar 180 mil casos de eventos cardiovasculares, como infarto e AVC.

Além disso, cerca de 2,6 mil mortes por males do tipo podem ser poupadas. “Esse número sobe para 14 mil se considerarmos outros problemas causados pelo abuso de sódio”, conta Nilson. “É bastante coisa, mas devemos avançar na redução, inclusive aprimorando esse acordo”, analisa o pesquisador.

  • Olho nos rótulos: o limite de sódio por dia é 2 000 mg, o que representa 5 g de sal.

Sal na comida ainda é a maior preocupação

Embora o consumo de industrializados venha aumentando por aqui, Nilson conta que as fontes mais relevantes de sódio na rotina do brasileiro ainda são o sal de cozinha e os temperos à base de sal. Mais de 70% do mineral ingerido ao dia vem dessa dupla. “Eles são necessários para preparar as refeições, mas é preciso usar com moderação”, aconselha o profissional da USP.

Levantamento atesta importância de rever a fórmula de alimentos processados

Menos sódio nos industrializados, menos males cardíacos

publicado originalmente em Veja saúde

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🦋 Deuses a Dançar

Deus criou a Vida nessa dança circular
Deus criou a Vida e a Vida gira sem parar

Pisa no chão, deixa a terra te curar
Voe pelo Céu, sinta a Força de Oxalá
Carregado de Amor, vem cumprindo sua missão
Seguindo seu caminho e ajudando seu Irmão

No sopro do Vento, recorte no Tempo
Os nossos extremos vão se encontrar!
Caminho natural, caminho do Amor
Livres pra poder sonhar!

Eu vejo Deuses a dançar, Deuses a dançar
Gira Natureza nessa dança circular


Eu vejo Deuses a dançar, Deuses a dançar
Gira Natureza na magia do Luar (2x)

Shiva Shambho, Shiva Shambho…

Nessa dança, baila Shiva
Dança Shiva, Shiva Hare Om

Dança Shiva, Shiva Nataraja
Baila Shiva, Shiva Hare Om

Dança em minha Vida, Shiva NatarajaTransforme em cinzas todo meu sofrer
Bebe do veneno que vem do meu Ego
Eleve a minha mente ao puro SerOm Namah Shivaya, Om Namah ShivayaShambho Shankara Namah Shivaya
Girija Shankara Namah Shivaya
Shambho Shankara Namah Shivaya
Girija Shankara Namah ShivayaShambho Shankara Namah Shivaya
Girija Shankara Namah Shivaya
Shambho Shankara Namah Shivaya, Arunachala Shiva Namah Shivaya!Om Namah Shivaya, Om Namah Shivaya
Om Namah Shivaya, Om Namah…Eu vejo Deuses a dançar…Deus criou a Vida nessa dança circular
Deus criou a Vida e a Vida gira sem parar…Fonte: LyricFind

Transforme em cinzas todo meu sofrer
Bebe do veneno que vem do meu Ego
Eleve a minha mente ao puro Ser

Om Namah Shivaya, Om NamahShivaya

Shambho Shankara Namah Shivaya
Girija Shankara Namah Shivaya
Shambho Shankara Namah Shivaya

Girija Shankara Namah ShivayaShambho Shankara Namah Shivaya
Girija Shankara Namah Shivaya
Shambho Shankara Namah Shivaya, Arunachala Shiva Namah Shivaya!

Om Namah Shivaya, Om Namah Shivaya
Om Namah Shivaya, Om Namah…

Eu vejo Deuses a dançar…Deus criou a Vida nessa dança circular
Deus criou a Vida e a Vida gira sem parar…

🦋Fonte: LyricFind

Composição :Beto Yamani / Rodolfo Mazzotta

imagens do Pinterest

Covid-19: quando o medo de sair de casa se torna preocupante?

Em um dos episódios da série “Solos”, da Amazon Prime Video, uma mulher fica isolada em casa por 20 anos para se proteger de um vírus mortal. O problema é que as restrições tinham acabado há muito tempo – mas ela se nega a sair.

Esse comportamento é conhecido como “síndrome da caverna” e não está tão distante de nossa realidade – guardadas as devidas proporções, obviamente. Após quase dois anos de pandemia de coronavírus, é preciso ficar atento para avaliar se o medo não ultrapassou o limite do razoável.

É claro que o fato de recebermos novas informações o tempo todo, como a do potencial risco da variante Ômicron, não ajuda muito. “Até quem estava louco para sair de casa sentiu uma frustração muito grande. Fora o balde de água fria, veio o medo de que o isolamento total seja necessário novamente”, comenta Claudia Oshiro, especialista em Terapia Comportamental e Cognitiva pela Universidade de São Paulo (USP).

A falta de confiança nas informações divulgadas por líderes e governantes só piora a situação, na visão de Daniel Kupermann, psicanalista e professor do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP). Some isso a uma característica da nossa natureza, que é demorar um pouco a reagir.

“A psicanálise tem um termo chamado de inércia psíquica. É a resistência do ser humano em aderir a novidades. Sair de casa, depois de tanto tempo, transformou-se em algo novo para nós. E isso é normal para quem ficou um ano e meio em casa com medo de ser contaminado”, afirma o especialista.

Novas variantes e dados conflitantes provocam receio, mas é preciso prestar atenção aos sinais de que o medo ultrapassou o limite do razoável

Covid-19: quando o medo de sair de casa se torna preocupante?

publicado originalmente em Veja saúde

Animais passaram a viver na “ilha” de lixo que flutua no Pacífico, indica estudo

Você já deve ter ouvido falar em uma “ilha” de lixo que existe no oceano Pacífico. A chamada Grande Porção de Lixo (um nome apropriado, convenhamos) se espalha por cerca de 1,6 milhão de quilômetros (maior que o estado do Amazonas) e, na verdade está mais para uma sopa de detritos: são 79 mil toneladas de lixo, reunido pela corrente marítima.

Desse total, a maioria é plástico, proveniente de navios e das costas americana e asiática. E há uma grande variedade: desde grandes objetos (como material de pesca) a minúsculos pedaços, conhecidos como microplásticos, que surgem à medida que o material se fragmenta.

Não é difícil imaginar o estrago que isso pode fazer nos ecossistemas marinhos. A concentração de plástico pode impedir que algas e plânctons, por exemplo, recebam luz solar suficiente, prejudicando cadeias alimentares inteiras num efeito dominó. Outro impacto é a “pesca fantasma”, que acontece quando animais ficam presos em redes de pesca abandonadas.

Espécies costeiras estão vivendo nesse habitat plástico, conhecido como Grande Porção de Lixo do Pacífico – o que ameaça ecossistemas marinhos e terrestres.

Animais passaram a viver na “ilha” de lixo que flutua no Pacífico, indica estudo

publicado originalmente em superinteressante

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