Comportamentos tóxicos que devem ser evitados.

Lidar com uma pessoa tóxica pode ser exaustivo porque a pessoa está sempre em busca de problemas em vez de soluções. Este tipo de pessoa só vê o lado negativo das coisas e reclama cronicamente se fazendo de vítima. Se permitirmos que sentimentos negativos nos contaminem, isto poderá nos estressar e diminuir nosso entusiasmo pela […]

Comportamentos tóxicos que devem ser evitados.

publicado originalmente em animação.blog

Assista a “Luiz Gonzaga, Gonzaguinha – A Vida de Viajante (Festival da Canção)” no YouTube

💚💛A Vida de Viajante

Peguei a doença da estrada

Minha vida é andar por esse país
Pra ver se um dia descanso feliz
Guardando as recordações das terras onde passei
Andando pelos sertões e dos amigos que lá deixei

Chuva e sol, poeira e carvão
Longe de casa, sigo o roteiro
Mais uma estação
E alegria no coração

Êh, saudade!

Minha vida é andar por esse país
Pra ver se um dia descanso feliz
Guardando as recordações das terras onde passei
Andando pelos sertões e dos amigos que lá deixei

Mar e terra, inverno e verão
Mostro o sorriso, mostro alegria
Mas eu mesmo, não
E a saudade no coração

Êh, saudade


Lula, olha o trem chegando!

Minha vida é andar por esse país
Pra ver se um dia descanso feliz
Guardando as recordações das terras onde passei
Andando pelos sertões e dos amigos que lá deixei

Chuva e sol, poeira e carvão
Longe de casa, sigo o roteiro
Mais uma estação
E alegria no coração

Ah, saudade, meu filho!
Diga
Lula
Diga

Olha o trem chegando na estação
É, tá cheio de gente!
E o trem tá cheinho, meu filho
Olha o povo lá
É sinal de casa cheia
Isso é bom, isso é bom

Lulinha!


Diga lá


Olha o povão
Um dia eu chego lá devagar
Não esquece do povão, meu filho
Ah, sem pressa, sem pressa

Tá com saudade de vovô Januário?


Tô, mas sei que ele tá tocando lá em cima
No forró animadissímo, deixa ele


Não se esqueça que tudo começou com ele, meu filho

E como é que é a história?


Ah, de pai pra filho (hein?)


De pai pra filho, desde 1912


Ih, deixa que eu levo pra frente
Essa que é a história!

💚💛Fonte: Musixmatch

Compositores: Luiz Gonzaga / Herve Cordovil

imagens do Pinterest

Índice glicêmico: na montanha-russa do açúcar

Há temas, no universo da nutrição, que parecem seguir o movimento de um carrossel. Eles vão e vêm de tempos em tempos, ainda mais se o assunto girar em torno de peso, dieta e ingredientes como o açúcar. Com o índice glicêmico, o IG, tem sido assim.

Entre idas e vindas, críticas e defesas, essa medida da velocidade com que o corpo transforma em glicose um alimento já esteve atrelada a regimes da moda, mas não perdeu seu alicerce científico.

O conceito, para continuarmos nas metáforas do parque de diversões, remete a uma montanha-russa, com as subidas e descidas dos níveis de açúcar no sangue. Afinal, o IG é uma classificação criada para mensurar o efeito de itens ricos em carboidratos (de frutas a doces) na glicemia.

Tem tudo a ver com o ritmo de entrada das moléculas de glicose geradas pela digestão nas nossas células. Se isso for ligeiro, o IG é alto. É vagaroso? O número é baixo. De modo geral, produtos refinados, feitos de farinha branca, caem no primeiro grupo. No segundo, entram os itens integrais, redutos de fibras.

No cenário ideal, o fornecimento de glicose para as células deve ser gradual. Isso ajuda a modular a liberação de hormônios, como a insulina, e os sinais cerebrais da saciedade. Se esse processo ocorre em alta velocidade, o tempo todo, o corpo tende a pegar um atalho para a obesidade e o diabetes.

+ LEIA TAMBÉM: Novos rumos para a perda de peso

Colocando desse jeito, parece fácil e, por que não, uma fórmula mágica para emagrecer. “Mas não se trata de algo tão simples, já que muitas variáveis precisam ser consideradas no cálculo do IG”, pondera a nutricionista Eliana Bistriche Giuntini, do Centro de Pesquisa em Alimentos (FoRC) da Universidade de São Paulo (USP).

A estudiosa integra a equipe responsável pela Tabela Brasileira de Composição de Alimentos (TBCA), que traz, entre outras informações, dados do impacto glicêmico de comes e bebes. Segundo ela, interpretações erradas ou descontextualizadas do IG podem levar a escolhas inapropriadas.

Cientistas acabam de realizar uma revisão sobre essa medida que aponta quanto um alimento faz o açúcar subir no sangue. Afinal, como ela mexe com a saúde?

Índice glicêmico: na montanha-russa do açúcar

publicado originalmente em Veja saúde

Bom humor…por Mágica Mistura

“Natural que o mau humor nos assombre em alguns momentos, não somos perfeitos e intocáveis pelas mazelas da vida. Dar um chega prá lá nele é que define o estado mental e vibracional que iremos manter, sempre existe um motivo para sorrir, insista nisso!”

Mágica Mistura

imagens do Pinterest

O novo cerco à dengue

Ela é um dos tormentos da saúde pública brasileira, se agravou na última década e, apesar de ter aparecido muito menos no noticiário por causa do coronavírus, continuou aprontando pelo país. Segundo o Ministério da Saúde, os dois anos com mais casos de dengue registrados por aqui foram, respectivamente, 2015 e 2019, com mais de 1,5 milhão de episódios estimados cada um.

Mesmo sendo alvo de campanhas de conscientização todo verão, ainda que a doença dê as caras nos 12 meses, o combate ao Aedes aegypti, mosquito que transmite o vírus entre nós, sofreu um duro baque na pandemia.

Com os esforços destinados à Covid-19, o antigo inimigo ficou em segundo plano, seguiu fazendo vítimas e, agora, com a vacinação freando o coronavírus e as pessoas ensaiando um retorno à normalidade, especialistas temem que a dengue volte com tudo em 2022.

“Os picos epidêmicos acontecem de três a cinco anos, então era esperada uma redução em 2020 e 2021. Só que houve subnotificação dos casos devido à atenção dos médicos estar direcionada à Covid-19”, nota a infectologista Melissa Falcão, da Comissão de Arboviroses da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI). A consequência é uma espécie de apagão nos dados concretos e projeções mais turvas para o curto prazo.

Vacinas, mosquitos transgênicos, bactérias que ajudam a combater o vírus… Conheça estratégias inovadoras para conter a dengue no Brasil

O novo cerco à dengue

publicado originalmente em Veja saúde